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DOCS – EXPRESSO

História

O Jornal Expresso foi fundado pelo Dr. Francisco Pinto Balsemão em 6 de Janeiro de 1973. Duas causas tiveram na origem deste jornal: a primeira a vocação jornalística do seu fundador e a segunda surgir através de uma sociedade em que nada se identificava com o regime ditatorial que na época ainda permanecia.

65 Mil exemplares de tiragem foi o número da primeira edição do Expresso, na altura custava 5$00. Trouxe consigo um novo estilo para o panorama jornalístico português. A informação era claramente separada da opinião, a investigação ganhou espaço e o designer de “broadsheet” inglês fizeram revolução.

O Expresso manteve-se fiel ao modelo original, hoje apesar de algumas mudanças de conjuntura. Com um constante crescimento que leva a uma audiência de mais de 1 milhão de leitores.

Inicialmente o Expresso tinha o Caderno Principal e uma Revista em grande.

Linha gráfica

Em relação à linha gráfica falamos directamente com o responsável desta secção Pedro Figueiral, designer do Jornal Expresso.

O Expresso foi classificado pela Society for News Design como o Jornal com o Melhor Design do Mundo. Foi adoptado um formato berliner, um formato intermédio, o Jornal Expresso não é um tablóide nem um “broadsheet”. O suplemento Economia e a revista Única têm um formato normal, já o suplemento Cultural é um tablóide.

Pedro afirmou que existe uma aposta na ilustração comunicativa, usam mais fotografias grandes e cartoons com uma significação, assim o leitor ao ver as imagens terá um maior interesse em ler o corpo da notícia. Também afirmou que o design tem a função de comunicar e transmitir uma informação concreta sem especulações.

Publicidade

Quanto à publicidade, o membro responsável explicou-nos o funcionamento desta secção. A publicidade relativa ao Estado no género de comunicados tem que necessariamente passar pela aprovação da administração do jornal. Quanto às publi-reportagem tem também a aprovação da direcção e tem de ser indicada como publicidade.

Existe a tentativa de localizara publicidade com as fotografias, mas não existe páginas já pré-definidas para colocar a publicidade. Uma das regras do sector de publicidade é não aceitar publicidade de mensagens e toques para telemóveis.

Informação

A informação do Jornal Expresso é tratada como podemos ver nos estatutos do jornal da seguinte forma:

1. O Expresso defende, desde sempre, a liberdade de expressão e a liberdade de informar, bem como repudia qualquer forma de censura ou pressão, seja ela legislativa, administrativa, política, económica ou cultural. O Expresso é um jornal com convicções, mas independente de todos os poderes, manifestando esse espírito de independência também em relação aos seus próprios anunciantes.

2. O Expresso entende que as publicações de natureza informativa devem ser independentes porque só assim cumprem a sua função essencial perante a sociedade. Julga, pois, que as publicações informativas não são instrumentos ou meios ao serviço de determinados objectivos, por mais louváveis que estes sejam, mas instituições autónomas através das quais os cidadãos podem, em liberdade e no pluralismo, procurar o esclarecimento de que necessitam para o exercício das suas opções.

3. O Expresso considera, no entanto, que determinadas causas comuns à cidadania ? como sejam a da defesa das liberdades fundamentais e da democracia, a de um ambiente saudável que não coloque em risco as gerações futuras, a da língua e do património histórico do país, a da paz e da participação plena de Portugal na União Europeia, a do incitamento à participação da sociedade civil na resolução dos problemas da comunidade ? devem ser divulgadas e sustentadas, sem prejuízo do pluralismo de opinião e de conceder voz a todas as correntes, nunca perdendo nem renunciando à capacidade de crítica.

4. O Expresso tem e terá presente os limites impostos pela deontologia dos jornalistas, pela ética profissional e pelo Código de Conduta dos jornalistas do Expresso. Quaisquer leis limitadoras da liberdade de expressão terão sempre a firme oposição deste jornal.

5. O Expresso sabe, que é indispensável, em cada momento, distinguir entre as notícias – que deverão ser, tanto quanto possível, objectivas, circunscrevendo-se à narração, à relacionação e à análise dos factos para cujo apuramento devem ser ouvidas as diversas partes – e as opiniões que deverão ser assinadas por quem as defende, claramente identificáveis e publicadas em termos de pluralismo. O Expresso toma posição através de editoriais não assinados que vinculam a posição do jornal.

6. O Expresso sabe, ainda, que a selecção do material a publicar, a sua colocação nas diversas páginas, a colunagem dos respectivos títulos, a ilustração com fotografias, infografias ou cartoons devem obedecer a critérios de inserção baseados na importância efectiva de cada texto e não nas convicções ideológicas ou interesses particulares de quem as escreve, escolhe ou pagina.

7. O Expresso sabe, também, que em casos muito excepcionais, há notícias que mereciam ser publicadas em lugar de destaque, mas que não devem ser referidas, não por auto-censura ou censura interna, mas porque a sua divulgação seria eventualmente nociva ao interesse nacional. O jornal reserva-se, como é óbvio, o direito de definir, caso a caso, a aplicação deste critério.

8. O Expresso sabe, igualmente, que a publicação insistente de determinados assuntos – do crime e do sexo às baixezas da vida política e económica – poderia aumentar a venda de exemplares, mas recusa-se a alimentar qualquer tipo de sensacionalismo que ponha em perigo o jornalismo de qualidade que sempre pretendeu fazer. Respeita, acima de tudo, os leitores e está consciente de que eles aceitam e desculpam os erros que o Expresso comete, mas que não lhe perdoariam se, deliberadamente, por acção ou por omissão, os enganasse ou abusasse da sua boa fé.

9. O Expresso atribui prioridade absoluta à coerência que historicamente lhe tem permitido ser um projecto ganhador e de referência, independentemente de quem sobe e de quem desce do poder.

10. Se e quando, um dia, se tornar impossível manter essa coerência, o Expresso acabará, porque – como sempre afirmou o seu fundador – prefere, nessas circunstâncias, morrer de pé.

Redacção

Proprietária/Editora: SOJORNAL- Sociedade Jornalística e Editorial, SA.

Sede: Rua Ribeiro Sanches, 65, 1200-787 Lisboa, NIPC: 500.271.810. CRC Lisboa: 44.882

Conselho de Administração: Francisco Pinto Balsemão (Presidente), Pedro Norton, Francisco Maria Balsemão, José Carlos Lourenço, Mónica Balsemão e Paulo Saldanha.

Composição do Capital da Entidade Proprietária: 2040000 euros, 100% propriedade da Imprensa Publishing-SGPS, SA. Registo de publicação: ERC: 101.101.

Director: Henrique Monteiro

Directores-Adjuntos: Nicolau Santos e Ricardo Costa

Subdirectores: João Garcia e João Vieira Pereira

Director de Arte: Marco Grieco

Redactores e Repórteres Principais: José Pedro Castanheira, Luísa Meireles, Rui Cardoso e Virgílio Azevedo

Editores: Martim Silva (Sociedade), Ricardo Lourenço (Internacional), Pedro Lima (Economia), Mafalda Anjos (Única), José Cardoso (Editor-Adjunto Única), Jorge Araújo (Actual) e Miguel Martins (Multimédia)

Coordenadores de Arte: Jaime Figueiredo (Infografia), João Carlos Santos (Fotografia) e Pedro Figueiral (Desenho)

Coordenadores: Paulo Luís de Castro (Multimédia), Paula Barreiros (Única), Ricardo Jorge Pinto (Porto) e Rui Tentúgal (Actual)

Centro de Documentação: Gesco, SA scliente@gesco.pt

Redacção, Administração e Serviços Comerciais: Rua Calvet Magalhães, 242, 2770-022 Paços de Arcos, tel. 214544000 ipublishing@impresa.pt

Delegação do Porto: Rua Montes dos Burgos, 1080, 4250-314 Porto, tel. 228347521

Publicidade: Maria João Peixe Dias (Directora)

Marketing: Mónica Balsemão (Directora), Joana Tavares e Joana Eusébio (Gestoras de Produto)

Multimédia e Development: Marcelo Leite (Director)

Produção e Circulação: Manuel Parreira (Director)

Impressão: Lisgráfica, S.A.

Distribuição: VASP-MLP Media Logistics Park

 

Trabalho por:

Berta Cardoso
Tânia Carvalho

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