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YMZ vs CNN – A RAPIDEZ E A “LENTIDÃO” NO CASO DA MORTE DE MICHAEL JACKSON

A TMZ foi a primeira a dar a noticia da morte de Michael Jakson a CNN foi das últimas. A questão que se coloca aqui passa estes dois títulos, os msm demoram mais a dar informações e a confirmar dados que os meios on-line.

Um artigo publicado pelo PÚBLICO dá conta desta situação:

É como diz hoje o espanhol “El Mundo”. Ao contrário do que se podia esperar não foi uma das referências mundiais dos media a dar a inesperada notícia da morte do rei da pop. Não foi a CNN, não foi o “New York Times”, nem foi o “Los Angeles Times” – apesar de só terem avançado quando este decidiu averiguar por si próprio que era verdade. E só foi verdade quando o “LA Times disse. Mas todo o mundo acabou por ter de citar a TMZ como primeira fonte. In Público

O mesmo artigo adianta que os grandes furos/cachas deixarão ou deixarão de ser dados pelos média tradicionais mas pelos meios on-line. O PÚBLICO cita a AP (Associated Press) marcando o dia da morte de M. Jakson como um marco para os media digitais: «It was a where-were-you moment in a digital age».

Na verdade foi mais um caso em que os media digitais mostraram o seu poder enquanto veiculo de divulgação de informação, a sua rapidez e força criada pelo acesso, pela interactividade e pela “rede”. O caso da amaragem no rio Hudson tinha sido já exemplo disso. Quanto a mim melhor exemplo até.

O caso da morte de M. Jackson e a rapidez da confirmação da morte por parte de alguns jornais levanta quando a mim um problema que tem surgido nos últimos dias em debate na minha rede no twitter. A confirmação das informações. Temos o caso da falsa citação retirada da wikipédia e o caso nacional de não confirmar o registo num site de Couchsurfing de um utilizador que foi fonte como sendo.

A necessidade de confirma a informação é vital de deve estar sempre presente independentemente do tipo de informação que estamos a veicular. A TMZ foi a primeira a dar a confirmação da morte mas estaria mesmo confirmada? Junto de que fontes? A que horas? E se não tivesse efectivamente morto como ficaria a reputação? Pior… que tipo de jornalismo seria e que implicações poderia ter?

É preciso encontrar um meio termo entre a velocidade e a certeza das informações. Mas apesar de tudo foi mais um caso que deve fazer pensar em aumentar a aposta num jornalismo mais activo e mais em rede, nunca esquecendo os princípios de uma boa informação.

OPINIÕES:

Alberta M Fernandes

AlbertaMFgostei da coragem da CNN em resistir a tentacao de ir atras ds outros s confirmacao propria.e bom jornalismo!a credibilidade e essencial!

Comentários

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