JORNALISMO
30 COISAS QUE OS ESTUDANTES DE JORNALISMO PODEM FAZER ESTE VERÃO
Poderias passar este Verão ao sol para obteres um bronzeado magnífico de fazer inveja a qualquer um. Em vez disso, poderias aproveitar esse tempo para chegares ao mesmo nível de milhares de jornalistas formados que competem por um emprego na sua área ? o jornalismo.
Usa a lista que se segue para desenvolveres as tuas capacidades jornalísticas, e claro, tenta sempre ir mais além.
- Cria um blog e actualiza-o pelo menos duas vezes por semana;
- Se já tens um blog coloca os posts no twitter: convém que sejam submetidos pelo menos a 20 retweets;
- Fotografa 100 fotografias com boa qualidade e coloca-as no Flickr;
- Segue pelo menos 50 jornalistas no twitter que te retribuirão o Follow;
- Torna-te parte do projecto Crowdsourcing;
- Melhora pelo menos cinco entradas no Wikipédia;
- Cria um Slideshow áudio usando o Soundslides;
- Filma e edita vídeos de três minutos e publica-o no Youtube;
- Faz o design de um website a partir do zero através do HTML e CSS;
- Inicia e mantém uma conta no Delicious com 50 links que aches interessantes;
- Cria um Portfólio on-line;
- Familiariza-te pelo menos com mais dum estilo de blog (photoblogging, videoblogging, liveblogging);
- Corta, redimensiona e retoca de forma correcta 50 fotos através de software próprio para a edição de fotografias;
- Inicia e cria o teu próprio Podcast;
- Cria o teu profile no LinkedIn;
- Aprende a utilizar outro tipo de programação além do HTML (e.g. XML, PHP, MySQL);
- Cria um avatar e utiliza-o em todos as redes sociais onde tens um profile;
- Aprende a criar um Slideshow básico em Flash;
- Subscreve pelo menos 25 blogs que não sejam sobre jornalismo utilizando o RSS reader;
- Grava, edita e faz o embed, ou seja incorpora, um trecho de áudio de três minutos;
- Entrevista dez pessoas utilizando um pequeno gravador de áudio que possas segurar na mão;
- Entrevista dez pessoas e grava a entrevista com uma câmara de filmar;
- Cria um map mashup através de um ficheiro que esteja em formato CSV;
- Define os perfis que criaste nas redes sociais on-line para privado, ou então remove qualquer prova ilícita ou algo que te pareça suspeito;
- Cria um projecto multimédia que incorpore vídeo, áudio e texto;
- Cria um projecto em Flash que utilize o ActionScript 3.0;
- Escreve um post e coloca-o no site Digg: convém que seja submetido a 20 duggs;
- Junta-te ou torna-te membro do grupo Wired Journalists;
- Frequenta workshops sobre multimédia ou então procura formação em conteúdos on-line;
- Relembra-te a ti próprio(a) o motivo pelo qual queres ser jornalista.
Foi oferecido a rádio TSF, porem sem retorno, um caso único no mundo. A Fundação Geolíngua possui uma boa história … e nem precisa ir ao fim da rua, nem ao fim do mundo. É só ir ao Google e digitar a palavra – geolingua – e começar a investigação. É a curiosidade e a coragem que faz um bom jornalista. Qualquer dúvida é só entrar em contacto com Roberto Moreno – 966 054 441 ou enviar um e-mail para geo@geolingua.org que será oferecido um belíssimo Dossier de um caso único na História de Portugal. O assunto é mais grave que na época da Inquisição.
Não tenho o prazer de conhecer a Ana Fernandes nem sequer sei se ela é jornalista. Mas sei que em jornalismo as palavras devem ser usadas com precisão religiosa, sob pena de semearmos o caos semântico e a desorientação conceptual. Ana, não se é jornalista pela mera conclusão de uma licenciatura, por exemplo, em Ciências da Comunicação. É-se, na melhor das hipóteses, candidato/a a jornalista ou simpatizante da profissão (do género das meninas que transpiram vaidade e iliteracia no patético “Fama Show”). Os melhores jornalistas caracterizam-se quase sempre pela modéstia e humildade de carácter.
@ marc dorleac
Presumo pelo seu comentário que não leu o artigo na integra. A Ana Fernandes neste artigo nada mais é que a tradutora para português. No final do artigo pode encontrar a FONTE ORIGINAl que lhe dá acesso ao artigo original em inglês.
E sendo uma tradução a “modéstia e humildade de carácter” que indica no seu comentário creio não se aplicarem à autora a que se refere.