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	<title>Comentários para COMUNICAMOS</title>
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	<description>Blog de João Simão</description>
	<pubDate>Sun, 23 Nov 2008 15:39:22 +0000</pubDate>
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		<item>
		<title>Comentário em UMA EXPERIÊNCIA&#8230; por cristiana machado</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/cc-utad/uma-experiencia#comment-1841</link>
		<dc:creator>cristiana machado</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 21:57:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicamos.org/?p=1413#comment-1841</guid>
		<description>Quando cheguei ao bar do Complexo Pedagógico juntamente com os meus colegas de Ciências da Comunicação por volta das 8:15 da manha, este encontrava-se totalmente vazio, as mesas que o compõem encontravam-se completamente arrumadas bem como as suas cadeiras, não havia chávenas pousadas nem quaisquer tipos de migalhas.
Atrás do balcão não se encontrava ninguém, o que dava a sensação de que o bar tinha acabado de acordar.
De repente, entra uma aluna com ar pensativo, dirige-se ao balcão, a funcionária sorri-lhe e falam um pouco.
Mais tarde, por volta das 8.20 chega um grupo de 4 alunas, caminham não muito apressadas e com ar despreocupado…não é muito usual encontrar o bar do Complexo quase vazio, mas atendendo às horas a situação fica explicada…
O ambiente em volta é calmo, respira-se um leve aroma a café e a bolos que se misturam com o som da máquina do café…e sai um café quentinho para o grupo de alunas que tinha acabado de entrar…
Olhando pelas janelas, consegue-se sentir o frio que bate lá fora, apesar do sol que já espreita… de repente, ouço uma voz indignada, quase que revoltada…e o tema era…futebol…
O rapaz conversava entre amigos sobre o jogo de ontem à noite entre Portugal e Brasil. Mesmo para quem não tivesse visto o jogo, olhando para a expressão dele co0nseguia perceber qual o resultado final.
Vão saindo as alunas que tinham entrado, de novo não muito apressadas, ao mesmo tempo que uma funcionária liga as luzes e abre um pouco mais as persianas … mais dois alunos entram pela porta do bar, a Sandra e o Fernando… a TV liga-se. Onde está a ser emitido o jornal da manhã dando conta da meteorologia para o dia de hoje…e segundo esta e para a nossa felicidade, o sol irá raiar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quando cheguei ao bar do Complexo Pedagógico juntamente com os meus colegas de Ciências da Comunicação por volta das 8:15 da manha, este encontrava-se totalmente vazio, as mesas que o compõem encontravam-se completamente arrumadas bem como as suas cadeiras, não havia chávenas pousadas nem quaisquer tipos de migalhas.<br />
Atrás do balcão não se encontrava ninguém, o que dava a sensação de que o bar tinha acabado de acordar.<br />
De repente, entra uma aluna com ar pensativo, dirige-se ao balcão, a funcionária sorri-lhe e falam um pouco.<br />
Mais tarde, por volta das 8.20 chega um grupo de 4 alunas, caminham não muito apressadas e com ar despreocupado…não é muito usual encontrar o bar do Complexo quase vazio, mas atendendo às horas a situação fica explicada…<br />
O ambiente em volta é calmo, respira-se um leve aroma a café e a bolos que se misturam com o som da máquina do café…e sai um café quentinho para o grupo de alunas que tinha acabado de entrar…<br />
Olhando pelas janelas, consegue-se sentir o frio que bate lá fora, apesar do sol que já espreita… de repente, ouço uma voz indignada, quase que revoltada…e o tema era…futebol…<br />
O rapaz conversava entre amigos sobre o jogo de ontem à noite entre Portugal e Brasil. Mesmo para quem não tivesse visto o jogo, olhando para a expressão dele co0nseguia perceber qual o resultado final.<br />
Vão saindo as alunas que tinham entrado, de novo não muito apressadas, ao mesmo tempo que uma funcionária liga as luzes e abre um pouco mais as persianas … mais dois alunos entram pela porta do bar, a Sandra e o Fernando… a TV liga-se. Onde está a ser emitido o jornal da manhã dando conta da meteorologia para o dia de hoje…e segundo esta e para a nossa felicidade, o sol irá raiar.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em UMA EXPERIÊNCIA&#8230; por Duarte Dias</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/cc-utad/uma-experiencia#comment-1840</link>
		<dc:creator>Duarte Dias</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 19:49:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicamos.org/?p=1413#comment-1840</guid>
		<description>Bar do Complexo como nunca o viu….

Eram 8:13, o bar do complexo esperava-me. Ao aproximar-me da porta de entrada senti uma divisão vazia, característica deste horário…era muito cedo. É possível verificar desordenadamente nas paredes e nas portas vários cartazes alusivos a vários acontecimentos e publicidades, na porta principal destaca-se um com quatro pessoas a tentar fazer uma pose séria, com o título “Jornal Universitário”. Desviando o olhar vejo um indicativo de festas numa qualquer discoteca, interessante esta combinação.
Entrei…e mais cartazes, desta vez alusivos a novas pastilhas “bubbaloo crazy mix”, ao lado e mesmo não parecendo à primeira vista encontrei um monte de folhas agrupados, eram jornais. As 14 mesas dispostas de uma forma algo precipitada confundiam-se com a desorganização das 45 cadeiras, deixadas como que ao acaso, implorando para serem transportadas de um lado para o outro. 
Pequenos cubos atafulhados de dezenas de pequenos papeis sensíveis, completavam a paisagem superior das mesas, mostrando-se talvez solidários com as duas mesas altas e os seis bancos vazios que compunham a minha visão.

Estava frio, algo que já é característico nesta altura do ano, no entanto não deveria ser característico num estabelecimento comercial, local que se imagina ser acolhedor e confortável. Talvez seja de propósito, desta maneira apetece tomar uma bebida quente, aliás, como fizeram quase todos os sete clientes que ali se deslocaram até às 8:25h.

Já sentado, verifico uma montra iluminada cheia de presentes, alguns considerados envenenados, não passavam de bolos. Em baixo viam-se embalagens de todas as formas, organizadas por marcas e sabores, pêssego dominava por sinal. Atrás do balcão metálico, uma pessoa séria vestida como o tempo que se fazia sentir lá fora, contrastes de azul e cinzento ansiava fazer o seu trabalho e assim quebrar o gelo daquele local. Em cima da bancada metálica o mais essencial nos dias de hoje, uma máquina registadora, registava e alertava…sim alertava para o preço que os clientes têm que pagar pelos referidos presentes envenenados acima referidos. 

Atrás do azul e cinzento da pessoa, outra bancada metálica alojava no escaparate outras tantas embalagens como as da montra, designadas bebidas ao natural. Na parte superior um objecto algo esquisito fazia um barulho constante, do qual resultava um líquido escuro que escorria para um pequeno recipiente colocado debaixo dessa nascente, máquina de café e chávena desempenhavam as suas funções. 

Numa ocasional viragem do olhar, chamou-me a atenção duas folhas A4 colocadas verticalmente uma em cima da outra. Numa podia-se ler: “É favor trazer a loiça ao balcão”. Noutra a mensagem direccionava-se para um pedido de ajuda para o melhor amigo do Homem, pelos vistos chama-se “Stinky” e está doente. Anexada a este pedido, uma “lata” redonda com a fotografia do “Stinky” pretendia materializar as letras que compunham a mensagem A4.

Mesa vazia intercalada e vejo finalmente um sorriso. Felicidade? Não, estava enganado, talvez os 19 dos 23 focos de luz ligados, me tenham iludido e dado essa sensação. Afinal o sorriso das 8:19h era de admiração. Admiração de me ver ali sentado de papel e caneta em punho, a olhar precipitadamente para tudo e para todos como se fosse a última vez que tal fazia. Admiração de ver mais 12 como eu ali naquele cenário, aquela hora, naqueles preparos. 
Como que por magia, saída não sei de onde, outra pessoa atrás do balcão. Cabelos cor do trigo maduro sobressaíam de um conjunto composto por elementos ditos naturais e que não causam qualquer espécie. 
De repente, um barulho fora de contexto surge nos meus ouvidos, olho e vejo o que os ouvidos ouviram. O objecto em forma de caixa preto que estava colocado ao fundo do salão ganhou vida. O lugar da escuridão foi ocupado pela luz e pelos pixéis que formavam uma imagem em movimento que com leves entoações de voz dava conta do estado do trânsito, seguindo-se do boletim meteorológico. Abstraio-me e olho através das enormes janelas vidradas que circundam a divisão e a delimitam, para poder contemplar a paisagem que surge aos meus olhos como que por imposição. Impondo-me que deseje olhar outra vez, na ânsia de ver alguma folha seca cair de uma árvore que incompreensivelmente se despe a cada segundo que passa, provocando em mim uma sensação de Ser fraco, uma vez que nem a caneta quer escrever devido á negatividade do clima sentido.

Subitamente uma voz familiar aos ouvidos daqueles que ouvem “sermões” às oito da manhã dispara: “Vamos para a sala”, e num estalar de dedos aquele local torna-se ainda mais frio e vazio, afinal a única fonte de calor naquele local dava passos, resultando daí um ritmo comparável ao das novas “batidas” musicais….trac-trac trac-trac-……trac. 8:25h</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bar do Complexo como nunca o viu….</p>
<p>Eram 8:13, o bar do complexo esperava-me. Ao aproximar-me da porta de entrada senti uma divisão vazia, característica deste horário…era muito cedo. É possível verificar desordenadamente nas paredes e nas portas vários cartazes alusivos a vários acontecimentos e publicidades, na porta principal destaca-se um com quatro pessoas a tentar fazer uma pose séria, com o título “Jornal Universitário”. Desviando o olhar vejo um indicativo de festas numa qualquer discoteca, interessante esta combinação.<br />
Entrei…e mais cartazes, desta vez alusivos a novas pastilhas “bubbaloo crazy mix”, ao lado e mesmo não parecendo à primeira vista encontrei um monte de folhas agrupados, eram jornais. As 14 mesas dispostas de uma forma algo precipitada confundiam-se com a desorganização das 45 cadeiras, deixadas como que ao acaso, implorando para serem transportadas de um lado para o outro.<br />
Pequenos cubos atafulhados de dezenas de pequenos papeis sensíveis, completavam a paisagem superior das mesas, mostrando-se talvez solidários com as duas mesas altas e os seis bancos vazios que compunham a minha visão.</p>
<p>Estava frio, algo que já é característico nesta altura do ano, no entanto não deveria ser característico num estabelecimento comercial, local que se imagina ser acolhedor e confortável. Talvez seja de propósito, desta maneira apetece tomar uma bebida quente, aliás, como fizeram quase todos os sete clientes que ali se deslocaram até às 8:25h.</p>
<p>Já sentado, verifico uma montra iluminada cheia de presentes, alguns considerados envenenados, não passavam de bolos. Em baixo viam-se embalagens de todas as formas, organizadas por marcas e sabores, pêssego dominava por sinal. Atrás do balcão metálico, uma pessoa séria vestida como o tempo que se fazia sentir lá fora, contrastes de azul e cinzento ansiava fazer o seu trabalho e assim quebrar o gelo daquele local. Em cima da bancada metálica o mais essencial nos dias de hoje, uma máquina registadora, registava e alertava…sim alertava para o preço que os clientes têm que pagar pelos referidos presentes envenenados acima referidos. </p>
<p>Atrás do azul e cinzento da pessoa, outra bancada metálica alojava no escaparate outras tantas embalagens como as da montra, designadas bebidas ao natural. Na parte superior um objecto algo esquisito fazia um barulho constante, do qual resultava um líquido escuro que escorria para um pequeno recipiente colocado debaixo dessa nascente, máquina de café e chávena desempenhavam as suas funções. </p>
<p>Numa ocasional viragem do olhar, chamou-me a atenção duas folhas A4 colocadas verticalmente uma em cima da outra. Numa podia-se ler: “É favor trazer a loiça ao balcão”. Noutra a mensagem direccionava-se para um pedido de ajuda para o melhor amigo do Homem, pelos vistos chama-se “Stinky” e está doente. Anexada a este pedido, uma “lata” redonda com a fotografia do “Stinky” pretendia materializar as letras que compunham a mensagem A4.</p>
<p>Mesa vazia intercalada e vejo finalmente um sorriso. Felicidade? Não, estava enganado, talvez os 19 dos 23 focos de luz ligados, me tenham iludido e dado essa sensação. Afinal o sorriso das 8:19h era de admiração. Admiração de me ver ali sentado de papel e caneta em punho, a olhar precipitadamente para tudo e para todos como se fosse a última vez que tal fazia. Admiração de ver mais 12 como eu ali naquele cenário, aquela hora, naqueles preparos.<br />
Como que por magia, saída não sei de onde, outra pessoa atrás do balcão. Cabelos cor do trigo maduro sobressaíam de um conjunto composto por elementos ditos naturais e que não causam qualquer espécie.<br />
De repente, um barulho fora de contexto surge nos meus ouvidos, olho e vejo o que os ouvidos ouviram. O objecto em forma de caixa preto que estava colocado ao fundo do salão ganhou vida. O lugar da escuridão foi ocupado pela luz e pelos pixéis que formavam uma imagem em movimento que com leves entoações de voz dava conta do estado do trânsito, seguindo-se do boletim meteorológico. Abstraio-me e olho através das enormes janelas vidradas que circundam a divisão e a delimitam, para poder contemplar a paisagem que surge aos meus olhos como que por imposição. Impondo-me que deseje olhar outra vez, na ânsia de ver alguma folha seca cair de uma árvore que incompreensivelmente se despe a cada segundo que passa, provocando em mim uma sensação de Ser fraco, uma vez que nem a caneta quer escrever devido á negatividade do clima sentido.</p>
<p>Subitamente uma voz familiar aos ouvidos daqueles que ouvem “sermões” às oito da manhã dispara: “Vamos para a sala”, e num estalar de dedos aquele local torna-se ainda mais frio e vazio, afinal a única fonte de calor naquele local dava passos, resultando daí um ritmo comparável ao das novas “batidas” musicais….trac-trac trac-trac-……trac. 8:25h</p>
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	<item>
		<title>Comentário em UMA EXPERIÊNCIA&#8230; por Rita</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/cc-utad/uma-experiencia#comment-1839</link>
		<dc:creator>Rita</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 19:16:08 +0000</pubDate>
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		<description>Eram 8 e um quarto da manhã, o bar encontrava-se vazio mas o cheiro a café era intenso.
A louça suja que estava na mesa indica que estiveram pessoas a tomar o pequeno-almoço. As funcionárias do bar estavam atarefadas a encher a prateleira de bolos.
Entraram pessoas, o barulho da máquina de café fazia-se ouvir, tal como o jornal da manhã da TVI.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eram 8 e um quarto da manhã, o bar encontrava-se vazio mas o cheiro a café era intenso.<br />
A louça suja que estava na mesa indica que estiveram pessoas a tomar o pequeno-almoço. As funcionárias do bar estavam atarefadas a encher a prateleira de bolos.<br />
Entraram pessoas, o barulho da máquina de café fazia-se ouvir, tal como o jornal da manhã da TVI.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em UMA EXPERIÊNCIA&#8230; por Carla Flores</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/cc-utad/uma-experiencia#comment-1838</link>
		<dc:creator>Carla Flores</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 10:22:30 +0000</pubDate>
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		<description>Hoje, quando cheguei ao bar, já um pouco atrasada, estava toda a turma a anotar o que lá se passava e tudo o que por lá se encontrava.
Reparei que no canto direito,à minha frente, havia uma televisão  ligada por uma extensão à tomada.
Depois puxei uma cadeira e sentei-me numa mesa que se situava sensivelmente no centro do bar.
Comecei a ver que nas mesas havia guardanapos, e que, numa espécie de balcão havia jornais e um cesto com  fruta, para além de uma caixa com flyers. Um pouco mais à frente havia um tabuleiro com copos.
Na parte interior do balcão estavam as funcionárias bastante atarefadas. Nessa zona havia dois frigoríficos com sumos, garrafas de água, e um expositor com várias caixas de chiclets e chocolates.
Vi ainda pacotes de leite com chocolate, iogurtes e vários tipos de pasteis.
Na parede  havia um relógio, expositores com carteiras de chá e chupa-chupas.
Além disso, vi uma máquina de café com chávenas em cima. Nessa zona  interior do balcão existia uma caixa registadora e ao lado um mealheiro. Da parte externa do balcão encontrava-se um caixote do lixo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, quando cheguei ao bar, já um pouco atrasada, estava toda a turma a anotar o que lá se passava e tudo o que por lá se encontrava.<br />
Reparei que no canto direito,à minha frente, havia uma televisão  ligada por uma extensão à tomada.<br />
Depois puxei uma cadeira e sentei-me numa mesa que se situava sensivelmente no centro do bar.<br />
Comecei a ver que nas mesas havia guardanapos, e que, numa espécie de balcão havia jornais e um cesto com  fruta, para além de uma caixa com flyers. Um pouco mais à frente havia um tabuleiro com copos.<br />
Na parte interior do balcão estavam as funcionárias bastante atarefadas. Nessa zona havia dois frigoríficos com sumos, garrafas de água, e um expositor com várias caixas de chiclets e chocolates.<br />
Vi ainda pacotes de leite com chocolate, iogurtes e vários tipos de pasteis.<br />
Na parede  havia um relógio, expositores com carteiras de chá e chupa-chupas.<br />
Além disso, vi uma máquina de café com chávenas em cima. Nessa zona  interior do balcão existia uma caixa registadora e ao lado um mealheiro. Da parte externa do balcão encontrava-se um caixote do lixo.</p>
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	<item>
		<title>Comentário em UMA EXPERIÊNCIA&#8230; por Berta Cardoso</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/cc-utad/uma-experiencia#comment-1837</link>
		<dc:creator>Berta Cardoso</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 09:27:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicamos.org/?p=1413#comment-1837</guid>
		<description>Antes de entrar no bar vi na porta panfletos dos varios bares e discotecas da cidade, a promover as suas festas, pois os estudantes são muitos aderentes a saídas á noite.
Quando entrei no bar vi as mesas e as cadeiras espalhadas por todo o espaço. Olhei para o lado e vi um expositor de jornais e revistas, uma nova iniciativa muito interessante pois é estamos no departamento de letras e existem alunos de comunicação, mesmo assim é importante para que as pessoas se possam cultivar e se manterem informadas.
Mais a frente, olhei para o balcao e a minha visão foi bombardeada com tantos objectos que lá se encontravam, vi a maquina registadora onde anotam o pedido das pessoas e diz o preço total a pagar, vi a banca das pastilhas elastica atras da maq. Registadora, ao lado da banca das patilhas elastica um pequeno frigorifico com varias latasd de refrigerantes lá dentro, ao lado a maquina de café com as respectivas chavenas em cima dela, depois via-se a passagem do lado de fora para a copa do bar, ao lado as arcas frigorificas, a dos gelados e a outra dos variados, ao lado destas um frigorifico maior, dentro deste via-se mais latas dos refrigerantes e garrafas de cerveja.
Com um efeito de fechar o bar, encontra-se duas vitrines, uma para a frente onde se encontra a estante dos varios bolos, como por exemplo os croissant, etc; e a outra com os suportes onde se servem os almoços, ao lado um micro ondas e emcima da mesma vitrine um tabuleiro com copos.
Ao longo do fundo do bar tem um balcao feito em madeira até ao pé da vitrine, onde se encontra um cesto de fruta. E tb alguns jornais.
No chao vejo os caixotes do lixo encostados ao balcao principal do bar. E em cima deste balcao o jornal PUBLICO.
 Ao longo do bar vejo as janelas e os estores e uma parte que dá ao exterior, o pátio.  
A certa altura, entraram quatro alunas e apressam-se a pedir o café, ouve-se a maquina de café a funcionar, elas bebem-no depressa e saem, observam-nos muito espantadas a pensar o que estavamos ali a fazer com um caderno na mão e apontar alguma coisa.
A funcionária sai do bar para abrir os estores, de repente vê-se o sol a entrar pelo bar dentro e depois vai ligar a televisão, onde está a dar as noticias do dia transmitida pela TVI. 
Esta experiencia foi diferente, por isso achei tao interessante e descobri uma nova forma de fazer jornalismo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de entrar no bar vi na porta panfletos dos varios bares e discotecas da cidade, a promover as suas festas, pois os estudantes são muitos aderentes a saídas á noite.<br />
Quando entrei no bar vi as mesas e as cadeiras espalhadas por todo o espaço. Olhei para o lado e vi um expositor de jornais e revistas, uma nova iniciativa muito interessante pois é estamos no departamento de letras e existem alunos de comunicação, mesmo assim é importante para que as pessoas se possam cultivar e se manterem informadas.<br />
Mais a frente, olhei para o balcao e a minha visão foi bombardeada com tantos objectos que lá se encontravam, vi a maquina registadora onde anotam o pedido das pessoas e diz o preço total a pagar, vi a banca das pastilhas elastica atras da maq. Registadora, ao lado da banca das patilhas elastica um pequeno frigorifico com varias latasd de refrigerantes lá dentro, ao lado a maquina de café com as respectivas chavenas em cima dela, depois via-se a passagem do lado de fora para a copa do bar, ao lado as arcas frigorificas, a dos gelados e a outra dos variados, ao lado destas um frigorifico maior, dentro deste via-se mais latas dos refrigerantes e garrafas de cerveja.<br />
Com um efeito de fechar o bar, encontra-se duas vitrines, uma para a frente onde se encontra a estante dos varios bolos, como por exemplo os croissant, etc; e a outra com os suportes onde se servem os almoços, ao lado um micro ondas e emcima da mesma vitrine um tabuleiro com copos.<br />
Ao longo do fundo do bar tem um balcao feito em madeira até ao pé da vitrine, onde se encontra um cesto de fruta. E tb alguns jornais.<br />
No chao vejo os caixotes do lixo encostados ao balcao principal do bar. E em cima deste balcao o jornal PUBLICO.<br />
 Ao longo do bar vejo as janelas e os estores e uma parte que dá ao exterior, o pátio.<br />
A certa altura, entraram quatro alunas e apressam-se a pedir o café, ouve-se a maquina de café a funcionar, elas bebem-no depressa e saem, observam-nos muito espantadas a pensar o que estavamos ali a fazer com um caderno na mão e apontar alguma coisa.<br />
A funcionária sai do bar para abrir os estores, de repente vê-se o sol a entrar pelo bar dentro e depois vai ligar a televisão, onde está a dar as noticias do dia transmitida pela TVI.<br />
Esta experiencia foi diferente, por isso achei tao interessante e descobri uma nova forma de fazer jornalismo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em UMA EXPERIÊNCIA&#8230; por Filipe</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/cc-utad/uma-experiencia#comment-1836</link>
		<dc:creator>Filipe</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 09:20:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicamos.org/?p=1413#comment-1836</guid>
		<description>Eram 8 da manhã e a máquina de café tirava as primeiras chávenas do dia. Das 14 mesas existentes, apenas duas estavam ocupadas. A chegada de pessoas ao Bar do Complexo Pedagógico dá-se a um ritmo lento, aumentando à medida que o tempo vai passando.

A prateleira de bolos acaba de ser guarnecida, e está preparada para servir todos os alunos, funcionário e docentes, que todos dos dias, pela manhã, se deslocam ao balcão a fim de tomar o seu pequeno almoço.

Da televisão ouvem-se as primeiras notícias da manhã. Para os mais interessados, é a primeira fonte de noticias que têm contacto àquela hora,  muitas vezes complementada com os jornais  que agora nos presenteiam.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eram 8 da manhã e a máquina de café tirava as primeiras chávenas do dia. Das 14 mesas existentes, apenas duas estavam ocupadas. A chegada de pessoas ao Bar do Complexo Pedagógico dá-se a um ritmo lento, aumentando à medida que o tempo vai passando.</p>
<p>A prateleira de bolos acaba de ser guarnecida, e está preparada para servir todos os alunos, funcionário e docentes, que todos dos dias, pela manhã, se deslocam ao balcão a fim de tomar o seu pequeno almoço.</p>
<p>Da televisão ouvem-se as primeiras notícias da manhã. Para os mais interessados, é a primeira fonte de noticias que têm contacto àquela hora,  muitas vezes complementada com os jornais  que agora nos presenteiam.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em UMA EXPERIÊNCIA&#8230; por Diana Pimentel</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/cc-utad/uma-experiencia#comment-1835</link>
		<dc:creator>Diana Pimentel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 09:19:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicamos.org/?p=1413#comment-1835</guid>
		<description>Esta manhã no bar do complexo pedagógico da UTAD quando lá cheguei deparei-me com a funcionária deste a arrumar as coisas. Na vitrina dos bolos já estavam lá variadíssimos bolos, onde podíamos escolher o que mais nos agradasse não éramos obrigados a restringir-nos aos bolos que existissem, tal como costuma acontecer ao final da tarde.
Outras das coisas que me chamou atenção foi as mesas do bar estarem limpas e sem loiça em cima, estava tudo arrumadinho coisa que não costuma estar.
Entretanto, a Manuela (aluna de Ciências da Comunicação 3º ano) entrou no bar e deslocou-se até ao balcão onde fez o seu pedido. Assim começou-se a ouvir a máquina do café a trabalhar, mais propriamente a aquecer. Ouvia-se também o frigorífico a trabalhar, tudo isto porque a televisão estava desligada e assim podíamos estar atentos a todos os pormenores que diariamente não ligamos importância alguma, como por exemplo o trabalhar do relógio. Comecei a ouvir o funcionar do micro-ondas, e associei que fosse algo que a Manuela tivesse pedido.
Olhando ao meu redor vi todos os meus colegas incluindo eu a tomarmos notas daquilo que víamos no bar. 
A Manuela sentou-se numa mesa á minha frente e a ”desarrumação” teve inicio pois ela colocou o seu computador portátil em cima da mesa, tirou o porta lápis e o bloco de notas entre outras coisas.
Uma das coisas que me chamou também atenção no bar foi ver o balcão sem loiça. Reparei também na prateleira das pastilhas elásticas, que é gigante por sinal!!!
Observei também o balde do lixo com o anúncio publicitário da “ OLÁ”.
Entretanto entrou no bar um aluno de CC (2º ano) que começou a olhar para nós e a tentar perceber o motivo da nossa presença ali.
A dada altura a funcionária do bar saiu de trás do balcão e foi abrir os estores (ouve barulho) logo aí houve outra perspectiva sobre o bar pois passou haver claridade. DE seguida a mesma foi ligar a televisão onde se começou a ouvir o jornal da manhã da TVI, mais propriamente a meteorologia para o dia de hoje.
Entretanto o Professor Simão entrou no bar e pediu um café.
Logo depois comecei a ouvir a água a cair e deparei-me com o facto de a funcionária estar a lavar a louça.
Por fim ouvi de novo murmurinho pois éramos todos a irmos embora para a sala de aula.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esta manhã no bar do complexo pedagógico da UTAD quando lá cheguei deparei-me com a funcionária deste a arrumar as coisas. Na vitrina dos bolos já estavam lá variadíssimos bolos, onde podíamos escolher o que mais nos agradasse não éramos obrigados a restringir-nos aos bolos que existissem, tal como costuma acontecer ao final da tarde.<br />
Outras das coisas que me chamou atenção foi as mesas do bar estarem limpas e sem loiça em cima, estava tudo arrumadinho coisa que não costuma estar.<br />
Entretanto, a Manuela (aluna de Ciências da Comunicação 3º ano) entrou no bar e deslocou-se até ao balcão onde fez o seu pedido. Assim começou-se a ouvir a máquina do café a trabalhar, mais propriamente a aquecer. Ouvia-se também o frigorífico a trabalhar, tudo isto porque a televisão estava desligada e assim podíamos estar atentos a todos os pormenores que diariamente não ligamos importância alguma, como por exemplo o trabalhar do relógio. Comecei a ouvir o funcionar do micro-ondas, e associei que fosse algo que a Manuela tivesse pedido.<br />
Olhando ao meu redor vi todos os meus colegas incluindo eu a tomarmos notas daquilo que víamos no bar.<br />
A Manuela sentou-se numa mesa á minha frente e a ”desarrumação” teve inicio pois ela colocou o seu computador portátil em cima da mesa, tirou o porta lápis e o bloco de notas entre outras coisas.<br />
Uma das coisas que me chamou também atenção no bar foi ver o balcão sem loiça. Reparei também na prateleira das pastilhas elásticas, que é gigante por sinal!!!<br />
Observei também o balde do lixo com o anúncio publicitário da “ OLÁ”.<br />
Entretanto entrou no bar um aluno de CC (2º ano) que começou a olhar para nós e a tentar perceber o motivo da nossa presença ali.<br />
A dada altura a funcionária do bar saiu de trás do balcão e foi abrir os estores (ouve barulho) logo aí houve outra perspectiva sobre o bar pois passou haver claridade. DE seguida a mesma foi ligar a televisão onde se começou a ouvir o jornal da manhã da TVI, mais propriamente a meteorologia para o dia de hoje.<br />
Entretanto o Professor Simão entrou no bar e pediu um café.<br />
Logo depois comecei a ouvir a água a cair e deparei-me com o facto de a funcionária estar a lavar a louça.<br />
Por fim ouvi de novo murmurinho pois éramos todos a irmos embora para a sala de aula.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em UMA EXPERIÊNCIA&#8230; por Henrique Silva</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/cc-utad/uma-experiencia#comment-1834</link>
		<dc:creator>Henrique Silva</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 09:18:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicamos.org/?p=1413#comment-1834</guid>
		<description>Na entrada no bar, era visível junto a uma parede  um extintor e ao lado, um estandarte com jornais e revistas de conteúdo escrito em inglês. Na porta dos trabalhadores do bar, havia publicidades a uma marca de chiclets . O bar continha 14 mesas e cada uma delas 4 cadeiras. Junto ao balcão , havia um caixote do lixo. Era visível o jornal o “publico” ao lado da caixa registradora. Numa parte do balcão de vidro estavam uns bolos, como queques, croissants, bolos de carne e na parte de dentro do bar, um frigorifico com refrigerantes e cervejas. A televisão encontrava-se ao fundo do espaço e nesse exacto momento estava uma pessoa a tomar o pequeno-almoço. 


Bem haja!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na entrada no bar, era visível junto a uma parede  um extintor e ao lado, um estandarte com jornais e revistas de conteúdo escrito em inglês. Na porta dos trabalhadores do bar, havia publicidades a uma marca de chiclets . O bar continha 14 mesas e cada uma delas 4 cadeiras. Junto ao balcão , havia um caixote do lixo. Era visível o jornal o “publico” ao lado da caixa registradora. Numa parte do balcão de vidro estavam uns bolos, como queques, croissants, bolos de carne e na parte de dentro do bar, um frigorifico com refrigerantes e cervejas. A televisão encontrava-se ao fundo do espaço e nesse exacto momento estava uma pessoa a tomar o pequeno-almoço. </p>
<p>Bem haja!</p>
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		<title>Comentário em UMA EXPERIÊNCIA&#8230; por Andreia Mota</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/cc-utad/uma-experiencia#comment-1833</link>
		<dc:creator>Andreia Mota</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 09:17:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicamos.org/?p=1413#comment-1833</guid>
		<description>Hoje, por voltas das 8h15, no Bar do Complexo da UTAD fazia sentir-se um cheiro intenso a café, em simultâneo com o som da caixa registadora e o barulho da máquina de café, servido por duas simpáticas funcionárias aos alunos e professores que entravam no bar. Um bar não muito grande, encontrava-se vazio, com muitas cadeiras e mesas espalhadas pelo espaço que se foram enchendo com as pessoas que foram chegando. Os jornais e revistas expostos no bar e com um aspecto de estarem ao abandono não parecem ser o mais procurado por ali, uma vez que é um entrar e sair de pessoas, que por ali não ficam muito tempo. O relógio faz-me ver que já tenho pouco tempo para terminar o meu trabalho que estou ali a fazer, tal como os meus colegas de turma que vão tirando apontamentos. Os colegas de curso vão chegando, e uma das empregadas liga a televisão no jornal da manhã da TVI. Observando pela janela, e apesar do ambiente acolhedor do bar, um ambiente de bastante frio faz-se sentir ao olhar pelas janelas embaciadas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, por voltas das 8h15, no Bar do Complexo da UTAD fazia sentir-se um cheiro intenso a café, em simultâneo com o som da caixa registadora e o barulho da máquina de café, servido por duas simpáticas funcionárias aos alunos e professores que entravam no bar. Um bar não muito grande, encontrava-se vazio, com muitas cadeiras e mesas espalhadas pelo espaço que se foram enchendo com as pessoas que foram chegando. Os jornais e revistas expostos no bar e com um aspecto de estarem ao abandono não parecem ser o mais procurado por ali, uma vez que é um entrar e sair de pessoas, que por ali não ficam muito tempo. O relógio faz-me ver que já tenho pouco tempo para terminar o meu trabalho que estou ali a fazer, tal como os meus colegas de turma que vão tirando apontamentos. Os colegas de curso vão chegando, e uma das empregadas liga a televisão no jornal da manhã da TVI. Observando pela janela, e apesar do ambiente acolhedor do bar, um ambiente de bastante frio faz-se sentir ao olhar pelas janelas embaciadas.</p>
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		<title>Comentário em UMA EXPERIÊNCIA&#8230; por Tânia Carvalho</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/cc-utad/uma-experiencia#comment-1832</link>
		<dc:creator>Tânia Carvalho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 09:16:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicamos.org/?p=1413#comment-1832</guid>
		<description>Entrei no bar do complexo pedagógico não está ninguém a não ser as empregadas uma vestida de azul e outra de laranja, ambas vestem um avental preto, sentei-me na segunda mesa do lado da janela que dá para o pátio lá fora.  Estou aqui a sentada a tomar anotações de tudo que existe neste bar. Olho em direcção ao balcão vejo um jornal do dia em cima deste, uma caixa registadora, e uma caixinha com um pedido para ajudar alguém. Ao lado do balcão existe uma vitrine com bolos no seu topo e no fundo um conjunto de bebidas organizadas por marcas e sabores. 
Por detrás do balcão existe uma moinho e uma máquina de café que libertam o aroma do café. Ao lado disto existe mais um frigorífico com a publicidade à Pago, dentro há bebidas como coca-cola, Sumol, entre outros. Logo ao lado existe um género de montra de chocolates e chicletes que desperta a atenção de muitos. 
Abaixo do balcão existe dois caixotes do lixo com publicidade. Entretanto olho para a entrada do bar pessoas chegam para tomar o seu café para os despertar é cedo, entre elas um homem com os seus 30 anos que pede um café lentamente. Observo ao longo da entrada existe um quadro para colocar avisos, e mais um tipo de estante com várias revistas e jornais, que já não são muitos recentes…
O bar nas paredes e nas janelas tem publicidade a marcas e à acontecimentos, reparo que ainda existe alguma decoração natalícia do ano anterior, alguns autocolantes. No bar existe várias mesas e bancos, mas no fundo à beira da janela que se consegue daí ver a serra, existe uma mesa e bancos mais altos e pretos, diferentes das outras mesas e cadeiras. 
Reparo uma chávena sozinha numa mesa de alguém que passou por ali e não respeitou o pedido das meninas do bar “Coloque a sua louça no balcão” ou algo género. Por fim reparo no chão que não é uniforme tem uns tons cinzentos e pretos, no género de manchas. 
Por fim, a empregada liga a televisão na TVI , está a dar um programa matinal, assim quem se encontrava no bar via as principais notícias do dia, a meteorologia e o trânsito.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Entrei no bar do complexo pedagógico não está ninguém a não ser as empregadas uma vestida de azul e outra de laranja, ambas vestem um avental preto, sentei-me na segunda mesa do lado da janela que dá para o pátio lá fora.  Estou aqui a sentada a tomar anotações de tudo que existe neste bar. Olho em direcção ao balcão vejo um jornal do dia em cima deste, uma caixa registadora, e uma caixinha com um pedido para ajudar alguém. Ao lado do balcão existe uma vitrine com bolos no seu topo e no fundo um conjunto de bebidas organizadas por marcas e sabores.<br />
Por detrás do balcão existe uma moinho e uma máquina de café que libertam o aroma do café. Ao lado disto existe mais um frigorífico com a publicidade à Pago, dentro há bebidas como coca-cola, Sumol, entre outros. Logo ao lado existe um género de montra de chocolates e chicletes que desperta a atenção de muitos.<br />
Abaixo do balcão existe dois caixotes do lixo com publicidade. Entretanto olho para a entrada do bar pessoas chegam para tomar o seu café para os despertar é cedo, entre elas um homem com os seus 30 anos que pede um café lentamente. Observo ao longo da entrada existe um quadro para colocar avisos, e mais um tipo de estante com várias revistas e jornais, que já não são muitos recentes…<br />
O bar nas paredes e nas janelas tem publicidade a marcas e à acontecimentos, reparo que ainda existe alguma decoração natalícia do ano anterior, alguns autocolantes. No bar existe várias mesas e bancos, mas no fundo à beira da janela que se consegue daí ver a serra, existe uma mesa e bancos mais altos e pretos, diferentes das outras mesas e cadeiras.<br />
Reparo uma chávena sozinha numa mesa de alguém que passou por ali e não respeitou o pedido das meninas do bar “Coloque a sua louça no balcão” ou algo género. Por fim reparo no chão que não é uniforme tem uns tons cinzentos e pretos, no género de manchas.<br />
Por fim, a empregada liga a televisão na TVI , está a dar um programa matinal, assim quem se encontrava no bar via as principais notícias do dia, a meteorologia e o trânsito.</p>
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