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	<title>COMUNICAMOS &#187; WEB</title>
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	<description>By: João Simão</description>
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		<title>AKADEMIA &#8211; UMA EXPERIÊNCIA EM JORNALISMO</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 11:07:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
				<category><![CDATA[JOR. UNIVERSITÁRIO]]></category>
		<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>
		<category><![CDATA[WEB]]></category>
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		<description><![CDATA[O AKADEMIA é um projecto on-line que procura testar e implementar um modelo de webjornalismo que utilize as totais potencialidades da Web de forma adequada. Não se ficando pelos modelos teóricos este webjornal procura aplicar a teoria num ambiente prático e possível usando ferramentas que estão à disposição de todos. O primeiro ponto a destacar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.comunicamos.org/wp-content/uploads/2010/04/akademia.png" target="_blank"><img class="alignleft size-large wp-image-5293" style="margin-right: 5px;" title="akademia" src="http://www.comunicamos.org/wp-content/uploads/2010/04/akademia-318x1024.png" alt="" width="191" height="614" /></a>O AKADEMIA é um projecto on-line que procura testar e implementar um modelo de webjornalismo que utilize as totais potencialidades da Web de forma adequada. Não se ficando pelos modelos teóricos este webjornal procura aplicar a teoria num ambiente prático e possível usando ferramentas que estão à disposição de todos.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro ponto a destacar no AKADEMIA é o facto de ser colaborativo, para além de um corpo de “jornalistas” que mantém o funcionamento base do webjornal, todos os interessados poderão facilmente registar-se e participar. Esta participação poderá ser esporádica ou regular.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal como o nome deixa antever o AKADEMIA é um webjornal temático dedicado ao ensino superior. A escolha desta temática e a não a de um webjornal generalista não é inocente. Os principais colaboradores deste projecto serão alunos de cursos de Ciências da Comunicação que poderão aqui encontrar um projecto onde praticar a escrita e onde crescer e ajudar a implementar um modelo que será o futuro do jornalismo. Assim sendo o próprio tema interessa aos colaboradores, bem como será para estes mais fácil de aceder às fontes de informação e de elaborar as noticias. Mais, do ponto de vista do utilizador, são os estudantes universitários os mais abertos para as novas tecnologias, novas plataformas e novas linguagens. Pelo que será mais fácil obter o feedback necessário para o crescimento e melhoria das ferramentas que o projecto explorará.</p>
<h3 style="text-align: right;"><a href="http://akademia.comunicamos.org/">http://akademia.comunicamos.org/</a></h3>
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		<title>JORNALISMO MÓVEL &#8211; AS REDES SOCIAIS ESTÃO MAIS PREPARADAS QUE OS JORNAIS</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 07:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
				<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>
		<category><![CDATA[LAB]]></category>
		<category><![CDATA[WEB]]></category>
		<category><![CDATA[WEB 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos grandes paradigmas do jornalismo acenta na necessidade de informar com a maior brevidade possivel. Se entendermos o jornalismo como a actualiadade teremos de ter em conta que a actualidade é o agora, o imediato, o instantaneo. A demora entre o acontecimento e a publicação da informação está nos vários processos de mediação. Entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-5283" title="htc_face" src="http://www.comunicamos.org/wp-content/uploads/2010/04/htc_face-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" />Um dos grandes paradigmas do jornalismo acenta na necessidade de informar com a maior brevidade possivel. Se entendermos o jornalismo como a actualiadade teremos de ter em conta que a actualidade é o agora, o imediato, o instantaneo. A demora entre o acontecimento e a publicação da informação está nos vários processos de mediação. Entre a periodicidade do meio ou a necessidade da edição. Até ao surgir da internet a rádio era o meio que se apresentava como o mais imediato. A internet oferece na mesma essa possibilidade mas não a limita apenas ao audio. Se os meios permitem que a informação seja divulgada quase instantaneamente resta a edição e a publicação como limitador. Esse limite tem sido gradualmente reduzido pela redução dos dispositivos de recolha, edição e publicação de informação.</p>
<p style="text-align: justify;">Com os dispositivos móveis surge um novo conceito de jornalista, o mobile journalist (jornalista móvel) também conhecido pelo acrónimo MOJO. A portabilidade dos meios digitais permite a recolha e tratamento de texto, audio e video no próprio local. A internet móvel permite o envio e mesmo a directa publicação da informação a partir dos dispositivos digitais móveis onde a informação foi tratada. Esta revolução técnologica equipa os jornalistas de modo a que apenas um jornalista recolhe trata e publica a informação no local de recolha diminuindo os processos de mediação e tornando quase instantanea a informação.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas se os jornalistas têm acesso a smartphones e PDA’s com capacidades de portabilidade de tratamento e publicação da informação os leitores também. Isto vem reforçar o fim do webjornalismo (mesmo antes de se ter afirmado na sua totalidade) e vem destacar o “jornalismo digital”. Por jornalismo digital considero o jornalismo que é feito com recurso a meios digitais e que é difundido pelos meis digitais. Assim o conceito engloga o webjornalismo e todos o jornalismo de acesso móvel e digital.<span id="more-5282"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Mas o jornalismo e os jornais não têm sido os principais impulsionadores da partabilidade, do acesso móvel a informação nem os principais impulsionadores de mecanismo de recolha e tratamento de informação digital móvel. Ao contrário do que seria de esperar diga-se. É nas redes sociais, sobretudo as de micro-blogging ou de “status”  que encontramos o fervilhar de aplicações, serviços e complementos sobretudo móveis. Se olharmos para o twitter o seu grande sucesso deve-se a um conjunto de aplicações móveis que surgiam e surgem usando a app livre do serviço. Para todos os dispositivos e plataformas há variadas aplicações para aceder e publicar, texto, fotos, video, links directamente do dispositivo móvel.</p>
<p style="text-align: justify;">As experiências a que temos assistido de jornalismo móvel (MOJO) recorrem a aplicações criadas para as redes sociais e que são adpatadas num sistema de blog ao jornal. É de estranhar mas é verdade que o jornalismo móvel pertence aos cidadãos e não aos jornais.</p>
<p style="text-align: justify;">São notórias as potencialidades e capacidades de aplicação ao jornalismo. Foram já vários os exemplos incluindo em Portugal que foram bem sucedidos com algumas reservas fáceis de resolver. Reparemos na possibilidade de recolha de informação e publicação instantanea que se consegue com apenas uma PDA numa rede social. Tomemos como exemplo o Facebook como rede social e plataforma receptora e um HTC HD2 como dispositivo móvel. Recorrendo ao software HTC SENSE instantaneamente se tira uma fotografia e se publica no perfil do facebook. A legenda dessa mesma fotografia poderá ser imediatamente colocada usando o software FACEBOOK criado pela microsoft para os dispositivos móveis que correm windows mobile ou pelo software FIM criado pela mosko, entre outros, ambos gratuitos. Qualquer um dos dois programas anteriores (novamente para nomear apenas alguns) podem actualizar o perfil com texto. No caso do vídeo o software gráfico do HTC HD2, o HTC SENSE automáticamente publica qualquer video directamente no youtube, serviço esque que pode ser programado para colocar um link e o respectivo video no perfil do Facebook mal seja feito o upload. Se pertendermos enviar imagens (video) em directo também o podemos fazer recorrendo por exemplo ao serviço Bambuser que nos oferece uma aplicação gratuita para a PDA que irá transmitir em live streaming e reproduzir não só na página do serviço mas coloca um link e o video em directo no Facebook.</p>
<p style="text-align: justify;">Todas estas funcionalidades são vitais para o jornalismo e sem dúvida que iriam enriquecer a informação e a velocidade com que a informação pode ser transmitida. Estamos a falar de um tratamento de informação simples, imediato e que envolve apenas uma simples PDA. Poderemos juntar outros dispositivos como um computador portátil para edição de video ou uma câmara ou máquina fotográfica. No entanto a qualidade de recolha de imagem dos dispositivos móveis é cada vez maior. No caso do HTC HD2 as fotos e mesmo os videos têm qualidade suficiente para tratamento jornalistico impresso e televisivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Resta criar aplicações e serviços ou criar aplicações que usem os serviços já existentes mas que integrem e interajam com os jornais e que permitam uma publicação com mediação reduzida directamente do local onde a notícia acontece.<br />
As redes socais estão a indicar o futuro da informação e do jornalismo em vários niveis a publicação móvel é apenas mais um. Em breve falaremos de outros exemplos que o jornalismo deve adoptar…</p>
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		<title>COMO OPTIMIZAR A PRESENÇA ON-LINE</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 09:46:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Events]]></category>
		<category><![CDATA[WEB 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Realiza-se no próximo dia 8 de Abril, pelas 18h00, na EGP-UPBS (Pólo dos Salazares) mais uma edição do Career Evenings. Para esta sessão, a EGP-UPBS convidou Rui Pedro Caramez, professor universitário e especialista em redes sociais. O orador explicará como podemos e devemos optimizar a nossa presença nas redes sociais e demonstrará de que forma a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-5278" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="EGP" src="http://www.comunicamos.org/wp-content/uploads/2010/04/EGP.png" alt="" width="210" height="60" />Realiza-se no próximo dia 8 de Abril, pelas 18h00, na EGP-UPBS (<a id="aptureLink_w4rMQTpCr5" href="http://maps.google.com/maps?om=0&amp;iwloc=addr&amp;f=q&amp;ll=41.1763692%2C-8.6605209&amp;hl=en&amp;z=15&amp;ie=UTF8">Pólo dos Salazares</a>) mais uma edição do Career Evenings. Para esta sessão, a EGP-UPBS convidou Rui Pedro Caramez, professor universitário e especialista em redes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">O orador<strong> </strong>explicará como podemos e devemos optimizar a nossa presença nas redes sociais e demonstrará de que forma a boa utilização das redes sociais, pode trazer novas mais valias para as empresas na sua relação com o mercado e uma nova realidade de oportunidades de emprego para profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Rui Pedro Caramez é autor do livro ““<em>Linkedin – como rentabilizar a sua presença online</em>”.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode fazer a sua inscrição com: Paula Rodrigues &#8211; <a href="mailto:mprodrigues@egp-upbs.up.pt" target="_blank">mprodrigues@egp-upbs.up.pt</a></p>
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		<title>SLACTIONS 2009 DIAS 24 E 25 DE SETEMBRO</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 11:45:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
				<category><![CDATA[SECOND LIFE]]></category>

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		<description><![CDATA[O encontro científico SLACTIONS 2009 sobre o metaverso decorre dias 24 e 25 o chapter nacional do evento é em Braga. Trata-se de um evento com uma organização conjunta da Universidade do Minho , Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Universidade de Aveiro e Universidade do Porto” para o pólo em Braga. A organização geral [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O encontro científico SLACTIONS 2009 sobre o metaverso decorre dias 24 e 25 o chapter nacional do evento é em Braga. Trata-se de um evento com uma organização conjunta da Universidade do Minho , Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Universidade de Aveiro e Universidade do Porto” para o pólo em Braga. A organização geral da conferência ficou a cargo de Leonel Morgado (UTAD), Nelson Zagalo (UMinho) e Ana Boa-Ventura (Universidade do Texas-Austin)</p>
<p style="text-align: justify;">Nelson Zagalo aka Werky Bade em Second Life falou-nos um pouco mais sobre a iniciativa através do Second Life:</p>
<p style="text-align: justify;">[pro-player width='470' height='265' type='FLV']http://www.youtube.com/watch?v=FSci9vaMPAo[/pro-player]</p>
<address style="text-align: right;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=FSci9vaMPAo" target="_blank">Se existirem problemas com a visualização podem assistir aqui.</a><br />
</address>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5190"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A inscrição para estudantes é de 35 euros e normal 55 euros. A inscrição dá direito a participar na conferência, a coffee-breaks e ao cd-rom das actas. A <a href="http://www.slactions.org/slactions.php?s=Local_Chapters&amp;ss=Portugal_Braga" target="_blank">inscrição</a> no chapter é mais barata, já que a online apenas custa 175 euros.</p>
<p style="text-align: justify;">Os tópicos abordados serão:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Behavioral studies in the metaverse</li>
<li>Combination of metaverse platforms with external systems (e-learning, e-business, etc.)</li>
<li>Communication paradigms in the metaverse</li>
<li>Content management</li>
<li>Creativity, design, and arts on the metaverse</li>
<li>E-business and e-commerce applications</li>
<li>Educational research, applications, and case studies</li>
<li>Social Sciences studies in or through metaverse platforms</li>
<li>Space representation, use, and management in metaverses</li>
<li>Using metaverse platforms for cooperation</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">A conferência decorre inWorld a partir do New Media Consortium nos Estados Unidos &#8211; NMC Conference Center, Babbage Amphiteatre, mas é coordenada a partir do Chapter nacional em Braga.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h6 style="text-align: justify;">FONTES:<a href="http://virtual-illusion.blogspot.com/2009/09/slactions-2009-24-e-25-setembro-2009.html" target="_blank"><br />
</a><a href="http://www.slactions.org" target="_blank">SLACTIONS</a><a href="http://virtual-illusion.blogspot.com/2009/09/slactions-2009-24-e-25-setembro-2009.html" target="_blank"><br />
Virtual Illusion</a><br />
Leonel Morgado<br />
Nelson Zagalo</h6>
]]></content:encoded>
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		<title>25 CONSELHOS PARA JORNALISTAS (tradução)</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/jornalismo/25-conselhos-para-jornalistas-traducao</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 00:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>
		<category><![CDATA[OBSERVADOR]]></category>
		<category><![CDATA[WEB]]></category>

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		<description><![CDATA[Os jornalistas estão a ficar cada vez mais preocupados com a sustentabilidade das suas carreiras. Os que não trabalham via on-line, ou seja, os que pertencem aos media tradicionais, ainda mais preocupados estão porque os últimos desenvolvimentos não prometem um futuro próspero. Mas apesar de todos os problemas os jornalistas serão sempre necessários. O jogo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os jornalistas estão a ficar cada vez mais preocupados com a sustentabilidade das suas carreiras. Os que não trabalham via on-line, ou seja, os que pertencem aos media tradicionais, ainda mais preocupados estão porque os últimos desenvolvimentos não prometem um futuro próspero. Mas apesar de todos os problemas os jornalistas serão sempre necessários. O jogo ainda não está terminado para os jornalistas, está apenas a modificar-se.</p>
<p style="text-align: justify;">Os jornalistas que pertencem aos media tradicionais terão de adquirir novas capacidades e adaptar-se às mudanças que esta industria tem ultrapassado.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que tudo trata-se de uma mudança cultural. Trata-se principalmente de um desafio à mentalidade da imprensa em formato papel. Não se está a falar somente dos jornalistas mais antigos mas também dos jovens que só agora terminaram os seus cursos e enveredaram para o mundo do jornalismo regional. Apesar da sua juventude, a verdade é que para muitos jovens a internet ainda é um território desconhecido á espera de ser descoberto: contudo cada vez mais e mais jornalistas acabarão por publicar os seus artigos via on-line, pelo que têm de se adaptar a esta nova tendência enquanto ainda têm a oportunidade de o fazer.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5173"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo dos anos tenho evangelizado a internet como um recurso que ajuda imenso os jornalistas, mas ainda há muitos que trabalham nos media tradicionais que olham para a internet com desconfiança: para estes o jornalismo só será considerado apropriado dentro dos moldes do jornalismo impresso.</p>
<p style="text-align: justify;">O jornalismo impresso não se cinge somente a texto, o seu formato permite adicionar imagens aos seus artigos. Que dizer agora da internet? Um artigo on-line pode incluir vídeo, áudio, galeria de imagens, links para adicionar mais informação ao artigo, a oportunidade de uma maior interactividade com os leitores e de resposta directa a partir dos comentários, e pode ser lido de diversos modos (on-line, RSS-Reader, ou através do telemóvel).</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando tudo o que já foi dito, agora os jornalistas têm de aprofundar e adquirir estas novas competências para assim garantir a sustentabilidade futura da profissão.<br />
Antecipo um futuro onde jornalistas serão capazes de conciliar as competências tradicionais do jornalismo e as novas competências que a internet exige. Um jornalista não estará limitado a escrever somente para uma plataforma.</p>
<p style="text-align: justify;">Seguem-se aqui algumas sugestões práticas para os jornalistas que queiram aprender estas novas competências que o mundo on-line exige, para assim verem expandidos os seus horizontes:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Crie um Blog.</strong> Publicar na internet costumava ser difícil mas as plataformas on-line evoluíram e nunca foi mais fácil do que agora. Experimente o <a id="aptureLink_pPWs5iVBLT" href="http://econsultancy.com/blog/4414-blogging-is-back-and-its-called-posterous">Posterous</a>, que permite publicar os seus posts via e-mail. Crie o seu próprio blog pessoal ainda hoje, ou ainda melhor um blog temático. Um blog será algo muito enriquecedor que o ajudará a ganhar reconhecimento. Com o Posterous estará a publicar os seus posts em menos de 5 minutos sem ser necessário registar-se ou fazer sign in.</li>
<li><strong>Colabore. </strong>Se está preocupado pelo facto de não ter tempo suficiente para manter o blog actualizado, porque não experimentar colaborar com outras pessoas, ou juntar-se a um blog ou publicação já existentes? Ajudará a aumentar a sua experiência, a enriquecer o seu currículo, e será útil para outras pessoas que vejam para melhorem as suas competências relativamente à internet. As pessoas conseguem alcançar muito mais quando trabalham juntas.</li>
<li><strong>Evidencie as suas capacidades.</strong> Poderá escolher não ter um blog, mas deveria ter o seu Portfólio disponível on-line. Evidencie as suas competências e sua experiência: faça links através do seu Portfolio on-line para o seu trabalho. Não há razões para não o fazer.</li>
<li><strong>Escreva acerca dos seus gostos (a sua paixão). </strong>Regressamos ao primeiro ponto, criar um blog. Há jornalistas que escrevem artigos sem estarem minimamente interessados nos assuntos que escrevem. Raramente as pessoas seguem jornalismo se não tiverem gosto pela escrita, porque não reencontrar outra vez esse gosto? O que o impede de escrever sobre algo de que realmente goste? Tente escrever sobre algo do seu interesse pelo menos uma vez por semana. Ajudará a construir o seu portfolio e sentir-se-á mais feliz no seu trabalho. Será capaz de expressar as suas opiniões e talvez arquitectar uma escapatória a um trabalho já gasto e dado por morto.</li>
<li><strong>Feeds FTW. </strong>Aprenda a organizar os seus temas, as suas histórias, as suas melhores fontes, palavras-chave e por daí em diante. Faça isso facilmente criando RSS Feeds para pesquisar em sites como o Google News, Twitter e Digg. Se ainda não está familiarizado com o RSS feeds subscrever conteúdos, verifique então o Google Reader e faça as notícias virem em direcção a si. Pode utilizar o <a id="aptureLink_ShLrWSYtdC" href="http://www.apple.com/uk/itunes/affiliates/download/?itmsUrl=itms%3A%2F%2Fax.itunes.apple.com%2FWebObjects%2FMZStore.woa%2Fwa%2FviewSoftware%3Fid%3D284946773%26mt%3D8%26ign-mscache%3D1">Byline app</a> (iTunes Link) para o iPhone se pretender ler artigos em off-line quando não puder navegar na internet.</li>
<li><strong>Adira ao Twitter.</strong> O <a id="aptureLink_gFd7o1Sej9" href="http://twitter.com/lakey">Twitter</a> é simplesmente uma câmara de eco protagonizada por milhares de pessoas. É absolutamente uma fonte de notícias mas não é jornalismo. Esse é o seu trabalho: validar as fontes e as constantes histórias e consequentemente desenterrar, dar vida às notícias. Siga aqueles que mais influenciam a comunidade Twitter e use esta rede social como um filtro. As pessoas irão retribuir-lhe o follow e poderá utilizar o twitter para ter uma maior consciência acerca do seu próprio trabalho.</li>
<li><strong>Produza os seus vídeos.</strong> É agora mais fácil do que nunca filmar e dar a conhecer os seus vídeos. Existem câmaras internas nos telemóveis e portáteis. Há câmaras de baixo preço como as Flip, que são vídeo câmaras interwebs, e câmaras HD também de baixo custo. Há sites de vídeo que ajudam a fazer o upload. Adicionar vídeo a um artigo on-line é muito simples. Os jornalistas que pertencem a jornais impressos, podem vir a descobrir que alguns artigos podem beneficiar bastante ao ter elementos multimédia como o vídeo. Tens a opção de publicar os teus artigos de forma mais rica.</li>
<li><strong>O telemóvel é realmente uma ferramenta muito útil e maravilhosa. </strong>Nunca foi tão fácil capturar ideias, construir artigos e publicar o conteúdo. Há tantas e úteis aplicações capazes de ajudar os jornalistas: o Audioboo, as aplicações do Dictaphone, as ferramentas do Workflow, as mensagens, a possibilidade de poderem capturar vídeo, de se poder também fazer anotações e muito mais. O telemóvel é realmente o melhor amigo do jornalista, o iPhone é simplesmente maravilhoso. Aprenda a tirar o melhor partido do seu telemóvel.</li>
<li><strong>O SEO é um acrónimo que deveria aprender. </strong>Significa “search engine optimisation” e é simplesmente a ciência de fazer com que os seus artigos estejam no lugar cimeiro do top do Google. Precisa de aprender como optimizar o seu trabalho no Google para dar o verdadeiro impulso. As notícias de hoje não são as notícias dos jornais baratos de amanhã: estarão sempre arquivadas no Google. No futuro os jornalistas que estiverem familiarizados com <a id="aptureLink_PxFO71e06W" href="http://econsultancy.com/blog/3701-working-words-how-to-write-for-seo">o SEO</a>, estarão em vantagem sobre aqueles que não estiverem familiarizados. Faça a sua pesquisa e descubra o que deseja classificar no Google. Assim que começar a ter sucesso nos motores de busca, irá entender o valor que as tags e o copywriting possuem.</li>
<li><strong>Aprenda a adorar os links. </strong>Os links são a força motriz que fazem o mundo online girar: são eles que fazem a escala do Google e providenciam o tráfego online. Saiba como escrever links de qualidade e preste atenção àqueles que visitam os seus links assiduamente.</li>
<li><strong>Tag, Tag, Tag. </strong>O Tag é óptimo e desempenha um papel importantíssimo nas pesquisas que se efectuam. Através do Tag torna-se mais fácil para as pessoas e para os motores de busca encontrarem os conteúdos online.</li>
<li><strong>Online Copywriting.</strong> Não é muito diferente do que offline Copywritting, mas novos aspectos a considerar. Aqui fica o <a id="aptureLink_LKWw37NlWR" href="http://econsultancy.com/blog/4299-the-a-to-z-of-online-copywriting">online copywriting de A a Z,</a> que dar-lhe-á o básico que necessita saber.</li>
<li><strong>Regras de legibilidade.</strong> Os jornalistas já se encontram familiarizados com as regras de escrita de Orwell, e devem também estar familiarizados com as regras de escrita para a Web. Os parágrafos enormes deixam de existir e o que se pretende são artigos pequenos e concisos: esta é uma característica que se está a transferir também para a escrita em geral sem ser só online.<br />
Não tenho bem a certeza se os artigos em formato lista, tal como este, serão particularmente uma boa coisa, mas as listas funcionam muito bem no estilo de escrita online porque são fáceis de entender e as pessoas aderem ao link porque sabem aquilo que vão encontrar. Dê às pessoas o que pretendem. Em qualquer ocasião descubra quais os formatos que melhor resultam online (há outros) e experimente também os formatos novos que vão surgindo.</li>
<li><strong>Ignore o tecnicismo excessivo nas palavras.</strong> Pode ter frases preenchidas com expressões como “social media” ou “Web 2.0”, mas alternativamente podem gerar o medo. Lembre-se de que algumas palavras demasiado tecnicistas sem haver a necessidade de tal podem ser mais insignificantes e desprovidas de sentido do que outras. Odeio o jargão mas também temos de ter em mente de que algo que soe mal ao nosso ouvido pode ter muita substância e por isso vale a pena investigar.</li>
<li><strong>Os exclusivos estão ultrapassados. </strong>Todos os jornalistas adoram dar uma notícia em primeira mão, mas uma notícia exclusiva não permanece exclusiva por muito tempo nos tempos que correm. A TMZ lançou o exclusivo sobre Michael Jackson, mas passada apenas uma hora já se podia observar no Google News mais de 1000 noticias sobre o mesmo assunto. Os exclusivos são óptimos para os links e para um maior crédito, mas os artigos de interpretação são igualmente importantes. Se não conseguir interpretar o conteúdo de um artigo fale com pessoas que o possam ajudar. Tente explicar o que não ficou tão claro e explicito para os leitores.</li>
<li><strong>A objectividade está demasiado credibilizada.</strong> Apenas uma pequena porção dos artigos publicados para as massas é que são realmente considerados objectivos. Os jornalistas até se podem esforçar para escreveram um artigo verdadeiramente objectivo, mas qualquer editor, para não mencionar também proprietários ou até publicitários influentes, podem transformar um artigo que vá para além da opinião. Talvez posicionar-se num destes lados seria o ideal, mas como é óbvio não funcionará para todos os tipos de artigos.</li>
<li><strong>A subjectividade é demais.</strong> Considerando o que foi dito no ponto acima, haverá um modo de treinar o cérebro para introduzir um pouco mais de opinião nas suas histórias? Pode ser que não lhe seja permitido fazer isso agora (crie um blog imediatamente) ou talvez o artigo em si não o permita, mas os meus escritores favoritos todos têm uma voz muito forte e são felizes por poder elevá-la ainda mais alto algumas vezes. Faça a sua visão das coisas ser ouvida, desenvolva a sua própria voz e não tenha medo por dar a conhecer a sua opinião. No fim de contas as opiniões podem colocá-lo dentro do campo de visão do radar e até conduzi-lo a um novo trabalho. Poderá de facto ser o <a id="aptureLink_T4DNPNhYvy" href="http://www.guardian.co.uk/media/greenslade/2009/aug/25/charging-for-content">futuro da indústria das notícias</a>.</li>
<li><strong>Participe. </strong>Seja visto, seja ouvido, comente, responda a comentários, dê a conhecer o seu nome. Deixe as pessoas saber que está interessado em desenvolver mais e mais os seus artigos mas aconteça o que acontecer, faça o que fizer, não tente inventar os factos.</li>
<li><strong>Oiça.</strong> Os escritores estão a tornar-se muito melhor ao interagir com os seus leitores, em escutar o que é dito. Muitos editores permitem agora que os leitores comentem os artigos, e até alguns meios de comunicação para massas, expõem os e-mails recebidos pelos autores dos artigos em causa em rodapés. Os leitores gostam de ser ouvidos e de comunicar directamente com os jornalistas, autores das notícias em causa. Desenvolva relações entre quem o lê e deixe as pessoas chamarem-no atenção para as notícias directamente.</li>
<li><strong>Notícias em tempo real. </strong>Nós estamos a dirigir-nos cada vez mais perto para o mundo do presente. As notícias são o agora. Observe a rapidez com que as notícias se espalham neste momento. É raro em que a primeira vez em que leia um grande artigo, esse mesmo artigo esteja publicado no jornal que sairá amanhã. Uma grande história não ficará despercebida por muito tempo. Não dê os seus artigos por terminados, actualize-os à medida que vai aprofundando mais o assunto (actualizar os artigos é uma grande vantagem quando se escreve para jornais on-line).</li>
<li><strong>Adira ao Crowdsourcing.</strong> Não acredito muito na chamada sabedoria da multidão, mas é certamente vantajoso pedir ajuda, trocar conhecimentos. Com certeza que outras pessoas ajudarão uma ideia ganhar pés e cabeça para assim poder tornar-se real.</li>
<li><strong>Network. </strong>Aproxime-se mais das pessoas! Crie relações online como na vida real. Desenvolva ligações e vá ao encontro das pessoas que ajudem os seus artigos ganharem vida com um comentário perspicaz. Reúna, adira a grupos influentes, siga pessoas interessantes, adira ao <a id="aptureLink_9eiCzgZwSR" href="http://www.linkedin.com/in/chrislake">Linkedin</a>, faça com que seja fácil as pessoas ligarem-se a si.</li>
<li><strong>Aprenda a ser poupado.</strong> Porque pagar por uma iStockPhoto para o uso de uma fotografia, quando pode utilizar o Flickr? Há milhares de fotografias com qualidade disponíveis que pode utilizar legalmente.</li>
<li><strong>Seja agnóstico em relação às plataformas de comunicação social. </strong>Tal como já foi mencionado há uma divisão que permanece entre os jornalistas que trabalham on-line e aqueles que trabalham dentro do jornalismo impresso. O jornalismo on-line ainda é visto com escárnio por parte dos media tradicionais. Um artigo não se torna bom somente porque aparece impresso! Os melhores jornalistas serão capazes de aplicar as suas capacidades em todas as plataformas.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Faça-o agora. </strong>Não adie. Não tema a internet. Não espere até o seu patrão lhe vir dizer que precisa de adquirir novas capacidades. Se tem uma barreira mental e continua mergulhado no mundo offline, dê uma chapada na sua cara, beba uma bebida forte e esqueça o relógio. Esqueça o dia de ontem, não há nenhum tempo como o presente. Abrace o que está ao seu alcance, ser um jornalista flexível, e use as ferramentas adequadas para a sua profissão. Prometo que não irá custar nada!</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Artigo original publicado <a href="http://econsultancy.com/blog/4507-25-things-journalists-can-do-to-future-proof-their-careers" target="_blank">aqui</a> por <a href="http://econsultancy.com/directories/members/chris-lake" target="_blank">Chris Lake</a> editor chefe da Econsultancy, empresário e utilizador de longo tempo da Internet. Pode segui-lo no <span id="apture_prvw1" class="aptureLink "><span class="aptureLinkIcon" style="background-position: right -1149px;"> </span><a class="aptureLink snap_noshots" href="http://twitter.com/lakey">twitter</a></span> ou via <span id="apture_prvw2" class="aptureLink "><span class="aptureLinkIcon" style="background-position: right -1149px;"> </span><a class="aptureLink snap_noshots" href="http://www.linkedin.com/in/chrislake">Linkedin</a></span>.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<h6 style="text-align: justify;">Fonte original: <a id="aptureLink_PKErkiyMaN" href="http://econsultancy.com/blog/4507-25-things-journalists-can-do-to-future-proof-their-careers">www.econsultancy.com</a><br />
Via:<a id="aptureLink_mUCHYP4QQg" href="http://ciberjornalismo.com/pontomedia/?p=3636">Ponto Media</a></h6>
]]></content:encoded>
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		<title>TWITTER D&#8217;OURO &#8211; OS PRÉMIOS NACIONAIS PARA UTILIZADORES DO TWITTER</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/web/twitter/twitter-douro-os-premios-nacionais-para-utilizadores-do-twitter</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 09:52:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
				<category><![CDATA[TWITTER]]></category>

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		<description><![CDATA[Este ano de 2009 será palco dos prémios mais aguardados do Twitter Português. Pela primeira vez na história do Twitter, os utilizadores e os tweets portugueses que mais se destacam vão ser constituídos nomeados e posteriormente serão eleitos os melhores em cada categoria. Haverá ainda um prémio geral do melhor twitter português, para o utilizador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-full wp-image-8" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="twittdouro_logo300px" src="http://www.comunicamos.org/twittdouro/wp-content/uploads/2009/08/twittdouro_logo300px.png" alt="twittdouro_logo300px" width="150" height="150" />Este ano de 2009 será palco dos prémios mais aguardados do Twitter Português. Pela primeira vez na história do Twitter, os utilizadores e os tweets portugueses que mais se destacam vão ser constituídos nomeados e posteriormente serão eleitos os melhores em cada categoria. Haverá ainda um prémio geral do melhor twitter português, para o utilizador que mais se destaca.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais informações sobre o evento serão divulgadas neste espaço e na conta <a href="http://www.twittter.com/twittdouro" target="_blank">@twittdouro</a>, onde podem acompanhar a iniciativa e utilizar a hastag criada, <a href="http://search.twitter.com/search?q=twittdouro" target="_blank">#twittdouro</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mais informações poderá contactar-nos pelo formulário do blog ou pelo nosso e-mail:</p>
<p style="text-align: right;"><a href="mailto:twittdouro@comunicamos.org" target="_blank"><strong>twittdouro@comunicamos.org</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">Como não podia deixar de ser o COMUNICAMOS associou-se a esta iniciativa promovida pela <a href="http://www.twitter.com/raquelation" target="_blank">@raquelation</a> e o <span class="bio"><a href="http://www.twitter.com/DavidGoncalves" target="_blank">@DavidGoncalves</a> e serão muitas e grandes as novidades que estão para vir nas próximas semanas. Fiquem atentos&#8230; Para já todas as informação nos espaços já referidos e no novo blog do evento:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.comunicamos.org/twittdouro" target="_blank">www.comunicamos.org/twittdouro</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;POLITICA E SOCIAL MEDIA&#8221; EM DEBATE NA TVI24</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/web/politica-e-social-media-em-debate-na-tvi24</link>
		<comments>http://www.comunicamos.org/web/politica-e-social-media-em-debate-na-tvi24#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 14:18:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
				<category><![CDATA[TWITTER]]></category>
		<category><![CDATA[WEB]]></category>
		<category><![CDATA[WEB 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Debate sobre a política e os social media dia 20 de Agosto às 22h. Modera a jornalista da casa Paula Costa Simões (PaulaCSimoes). Debatem o director do Público, José Manuel Fernandes (JMF1957), o deputado do Partido Socialista, Jorge Seguro Sanches (JorgeSeguro), o blogger João Gonçalves (Portugal dos pequeninos) e Paulo Querido (PauloQuerido) ACOMPANHE O DEBATE [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Debate sobre a política e os <em>social media</em> dia 20 de Agosto às 22h. Modera a jornalista da casa Paula Costa Simões (<span id="apture_prvw1" class="aptureLink "><a class="aptureLink snap_noshots" href="http://twitter.com/PaulaCSimoes">PaulaCSimoes</a></span>). Debatem o director do <a href="http://publico.pt/">Público</a>, José Manuel Fernandes (<span id="apture_prvw2" class="aptureLink "><a class="aptureLink snap_noshots" href="http://twitter.com/JMF1957">JMF1957</a></span>), o deputado do Partido Socialista, Jorge Seguro Sanches (<span id="apture_prvw3" class="aptureLink "><a class="aptureLink snap_noshots" href="http://twitter.com/JorgeSeguro">JorgeSeguro</a></span>), o <em>blogger</em> João Gonçalves (<a href="http://portugaldospequeninos.blogspot.com/">Portugal dos pequeninos</a>) e Paulo Querido (<a href="http://www.twitter.com/pauloquerido" target="_blank">PauloQuerido</a>)</p>
<p> <br />
<object data="http://www.tvi24.iol.pt/flashplayers/player.swf" name="TVI24playerDirecto" id="TVI24playerDirecto" type="application/x-shockwave-flash" height="355" width="470"><param value="transparent" name="wmode"><param value="always" name="allowscriptaccess"><param value="true" name="allowfullscreen"><param value="file=TVI24&amp;autostart=false&amp;controlbar=bottom&amp;type=video&amp;streamer=rtmp://75.101.232.192/live" name="flashvars"></object>                                    </p>
<p></p>
<h4>ACOMPANHE O DEBATE VIA TWITTER USANDO A HASHTAG #tvi24</h4>
<div class="monitter"  id="tweets" title="tvi24" lang="pt"> </div>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>TWITTER CENSUS &#8211; JORNALISTAS&#8217;09</title>
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		<comments>http://www.comunicamos.org/lab/twitter-census-jornalistas09#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 20:28:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
				<category><![CDATA[LAB]]></category>
		<category><![CDATA[TWITTER]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o sucesso do artigo TOP 25 &#8211; JORNALISTAS PORTUGUESES NO TWITTER, foi notório que os registos existentes estão incompletos. É então necessário uma recolha mais completa e exaustiva não apenas de uma lista nem de valores quantitativos mas encontrar parâmetros qualitativos para mapear a utilização que os jornalistas portugueses fazem da plataforma Twitter. É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.comunicamos.org/twitter-census-jornalistas" target="_blank"><img class="alignleft" title="tcj" src="http://www.comunicamos.org/wp-content/uploads/2009/08/twittercensus-jornalistas.png" alt="" width="427" height="84" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Com o sucesso do artigo <a href="http://www.comunicamos.org/web/twitter/top-25-jornalistas-portugueses-no-twitter" target="_blank">TOP 25 &#8211; JORNALISTAS PORTUGUESES NO TWITTER</a>, foi notório que os registos existentes estão incompletos. É então necessário uma recolha mais completa e exaustiva não apenas de uma lista nem de valores quantitativos mas encontrar parâmetros qualitativos para mapear a utilização que os jornalistas portugueses fazem da plataforma Twitter.</p>
<p style="text-align: justify;">É neste sentido que surge o TWITTER CENSUS &#8211; JORNALISTAS&#8217;09. Reunir uma listagem completa e com mais dados para uma análise mais completa.</p>
<h3 style="text-align: right;"><a href="http://www.comunicamos.org/twitter-census-jornalistas" target="_blank">http://www.comunicamos.org/twitter-census-jornalistas</a></h3>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5143"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A análise, os dados e a listagem serão publicados e disponibilizados a todos os interessados.</p>
<p style="text-align: justify;">Para já começa a fase de recolha de dados através de um questionário on-line. Responda e divulgue junto do seus contactos para que a recolha seja o mais ampla e completa possível melhorando os dados e a análise.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>ENTREVISTA: FERNANDO FIRMINO (JORNALISMO MÓVEL)</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/comunicamos-tv/entrevistas/entrevista-fernando-firmino-jornalismo-movel</link>
		<comments>http://www.comunicamos.org/comunicamos-tv/entrevistas/entrevista-fernando-firmino-jornalismo-movel#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 04:29:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
				<category><![CDATA[ENTREVISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>
		<category><![CDATA[LAB]]></category>
		<category><![CDATA[TWITTER]]></category>

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		<description><![CDATA[Em entrevista aberta e em directo usando o GLOBAL TWITTER Q, Fernando Firmino respondeu a algumas perguntas colocadas via twitter. Aqui fica a entrevista para rever ou ver se não a conseguiu acompanhar em directo. FONTE: GLOBAL TWITTER Q (arquivo)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="aptureLink_otB1VkzXc3" style="margin: 0pt auto; padding: 0px 6px; text-align: center; display: block;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="320" height="265" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="id" value="apture_embedPlayer3" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="never" /><param name="src" value="http://static.livestream.com/chromelessPlayer/wrappers/TwitcamPlayer.swf?hash=kjg" /><embed id="apture_embedPlayer3" type="application/x-shockwave-flash" width="320" height="265" src="http://static.livestream.com/chromelessPlayer/wrappers/TwitcamPlayer.swf?hash=kjg" allowscriptaccess="never" quality="high" bgcolor="#ffffff"></embed></object></div>
<p style="text-align: justify;">Em entrevista aberta e em directo usando o GLOBAL TWITTER Q, Fernando Firmino respondeu a algumas perguntas colocadas via twitter. Aqui fica a entrevista para rever ou ver se não a conseguiu acompanhar em directo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FONTE:</strong> <a href="http://www.comunicamos.org/globaltwitterQ/arquivo_fernandofirmino.html" target="_blank">GLOBAL TWITTER Q (arquivo)</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>GLOBAL TWITTER Q &#8211; A PRIMEIRA EXPERIÊNCIA FOI UM SUCESSO</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/webmaster/global-twitter-q-a-primeira-experiencia-foi-um-sucesso</link>
		<comments>http://www.comunicamos.org/webmaster/global-twitter-q-a-primeira-experiencia-foi-um-sucesso#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 04:18:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
				<category><![CDATA[TWITTER]]></category>
		<category><![CDATA[WEBMASTER]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda em fase BETA 0.1 o GLOBAL TWITTER Q realizou dia 5 de Agosto a sua primeira entrevista. Fernando Firmino investigador brasileiro foi o convidado que durante cerca de 20 minutos respondeu a perguntas oriundas de diversos utilizadores do twitter. A plataforma cujo nome de código é GLOBAL TWITTER Q, é um &#8220;tudo em um&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ainda em fase BETA 0.1 o GLOBAL TWITTER Q realizou dia 5 de Agosto a sua primeira entrevista. Fernando Firmino investigador brasileiro foi o convidado que durante cerca de 20 minutos respondeu a perguntas oriundas de diversos utilizadores do twitter.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.comunicamos.org/wp-content/uploads/2009/08/gtq_prt.png"><img class="alignleft size-full wp-image-5107" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="gtq_prt" src="http://www.comunicamos.org/wp-content/uploads/2009/08/gtq_prt.png" alt="" width="450" height="113" /></a>A plataforma cujo nome de código é GLOBAL TWITTER Q, é um &#8220;tudo em um&#8221; isto porque num só local reúne live streaming vide do entrevistado que vai respondendo a perguntas pré-enviadas para a conta <a href="http://twitter.com/globaltq" target="_blank">@globaltq</a>, mas não só. Durante a entrevista os utilizadores da plataforma podem sem sair da mesma página enviar questões ou opiniões publicando através da sua conta no twitter na própria página onde assistem às respostas em vídeo, às perguntas e ao debate.</p>
<p style="text-align: justify;">Para que tal seja possível há a reunião num só espaço  de diversos serviços e plataformas que permitem a versatilidade do &#8220;tudo em um&#8221;. Como o estado BETA 0.1 deixa antever ainda há muito trabalho a fazer nomeadamente na integração com o twitter, no entanto a primeira experiência pode-se considerar um sucesso. O vídeo potenciado pela livestreaming funcionou com qualidade aceitável de imagem e de som sem falhas ficando de imediato disponível para arquivo. A dinâmica da entrevista e da moderação decorreu sem incidentes e sem complicações. E mesmo o numero de pessoas a assistir em directo superou as expectativas, 17 pessoas para primeira entrevista em tempo de férias foi bastante positivo.</p>
<p style="text-align: justify;">No final da entrevista pedi ao Fernando Firmino um pequeno feedback enquanto entrevistado da plataforma e da mecanica de funcionamento:</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5105"></span></p>
<p style="text-align: justify;">«Hoje participei de uma experiência interessante (<a href="../globaltwitterQ/arquivo_fernandofirmino.html">GLOBAL TWITTER</a>) unido o Twitter e LiveStream à convite do João Simão do Comunicamos e professor e pesquisador em Ciências da Comunicação na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em Portugal. A experiência aconteceu da seguinte forma: as pessoas enviavam via Twitter as perguntas e eu respondia ao vivo em streaming. Foram em torno de 20 minutos respondendo sobre jornalismo móvel. Como a plataforma estava em beta seguem algumas considerações.</p>
<p>1.Utilizei a nova aplicação de stream chamada <a href="http://twitcam.com/">TwitCam</a> da <a href="http://www.livestream.com/">LiveStream</a> lançada recentemente e que está integrada ao Twitter. Você entra com seu login e senha do Twitter no TwitCam, aciona a webcam e começa a transmitir instantaneamente e a gravação ficar armazenada em seguida para <span style="font-style: italic;">embed</span> em blogs e sites.</p>
<p>2. A plataforma <a href="../globaltwitterQ/">Global Twitter</a> do <a href="http://jsimao.comunicamos.org/">Comunicamos</a> reunia no mesmo ambiente a transmissão e as perguntas formuladas via Twitter.</p>
<p>3. A principal limitação de uma transmissão como está no fato de que outras pessoas não podem participar ao vivo e simultaneamente fazendo questões além do uso do Twitter. Outro problema identificado é a baixa resolução da tela quando ampliada, cheia. Em alguns momentos há um certo <span style="font-style: italic;">delay</span>, mas nada comprometedor do acompanhamento.</p>
<p>A experiência valeu a pena pela facilidade e porque a ferramenta demonstrou estabilidade na transmissão com um áudio muito bom e sem queda e a flexibilidade de você conectar tudo pelo Twitter lançando, inclusive e automaticamente, o link para seus seguidores.» <em>in <a href="http://jornalismomovel.blogspot.com/2009/08/experiencia-de-transmissao-com-o.html" target="_blank">Jornalismo Móvel</a></em></p>
<h2 style="text-align: justify;">GLOBAL TWITTER Q</h2>
<h3 style="text-align: justify;"><a href="http://www.comunicamos.org/globaltwitterQ/" target="_blank">http://www.comunicamos.org/globaltwitterQ/</a></h3>
<h3 style="text-align: right;">SOBRE</h3>
<p class="style5" align="justify">O <strong>GLOBAL TWITTER Q</strong> é uma plataforma que integra diferentes serviços criando um local único para assistir a e participar em entrevistas globais usando o twitter como plataforma colaborativas de interacção. Aqui o utilizador desde que possua uma conta no twitter poderá assistir ao live streaming (vídeo) das respostas, pode assistir ao debate criado através da hashtag e ainda sem sair da página inserir tweets participando com perguntas ou no debate.</p>
<p class="style5" align="justify">Ao contrário de outras plataformas esta integra todas as vertentes procurando facilitar a interacção entre o entrevistado e a comunidade que pretende participar na entrevista colectiva, que pela abertura, é global, livre e dinâmica.</p>
<p class="style5" align="justify">O <strong>GLOBAL TWITTER Q</strong> ainda está em versão BETA 0.1, isto significa que muitas coisas terão de ser aperfeiçoadas e muita tecnologia ainda terá de ser desenvolvida para um funcionamento mais eficaz. Fica no entanto e para já a ideia que está aberta à participação de todos no desenvolvimento da mesma desde as simples sugestões ao desenvolvimento de novas ferramentas e aplicações.</p>
<h6 class="style5"><a href="http://www.comunicamos.org/globaltwitterQ/sobre.html" target="_blank">http://www.comunicamos.org/globaltwitterQ/sobre.html</a></h6>
<h3 class="style5" style="text-align: right;">COMO COLOCAR UMA QUESTÃO</h3>
<p class="style5" align="justify">O <strong>GLOBAL TWITTER Q</strong> ainda está em versão BETA 0.1, isto significa que muitas coisas terão de ser aperfeiçoadas entre as quais as gestão das perguntas. Ao longo da semana as perguntas deverão ser enviadas via reply para <span id="apture_prvw1" class="aptureLink "><span class="aptureLinkIcon" style="background-position: right -1150px;"> </span><a class="aptureLink snap_noshots" href="http://twitter.com/globaltq"><strong>@globaltq</strong></a></span> serão registadas e serão as primeiras a  ser colocadas.</p>
<p class="style5" align="justify">Ao longo da entrevista a hashtag dedicada a cada entrevista servirá para debate e comentário mas também para ir colocando novas perguntas as quais devem ser identificadas começando o tweet pela palavra <strong>PERGUNTA:</strong> escrita em caixa alta (maiúsculas). Estas perguntas serão geridas pelo entrevistado e pelo moderador podendo não ser todas respondidas em directo por uma gestão de tempo e do número de questões.</p>
<p class="style5" align="justify">As questões que não forem  respondidas serão posteriormente por escrito.</p>
<h6 class="style5"><a href="http://www.comunicamos.org/globaltwitterQ/pergunta.html" target="_blank">http://www.comunicamos.org/globaltwitterQ/pergunta.html</a></h6>
]]></content:encoded>
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