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	<title>COMUNICAMOS &#187; JORNALISTAS</title>
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	<description>By: João Simão</description>
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		<title>ALEXANDRE GAMELA</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 08:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
				<category><![CDATA[JORNALISTAS]]></category>

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		<description><![CDATA[não autorizado não autorizado EMPRESA: Freelancer Publimondego/TvSaude Rocksound 921FM PERFIL Alexandre Gamela é um jornalista independente que tem dedicado os últimos anos ao estudo dos Novos Media. É autor d&#8217;O Lago, um blog que tem sido referenciado em alguns dos melhores sites nacionais e estrangeiros sobre o futuro do jornalismo, e que faz parte da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.comunicamos.org/wp-content/uploads/2009/06/davidepinheiro.jpg" target="_blank"><img class="alignleft" style="margin: 9px;" title="Alexandre Gamela" src="http://s3.amazonaws.com/twitter_production/profile_images/283924434/72605657.img.jpg" alt="" width="240" height="236" /></a></p>
<p><img class="size-full wp-image-4704 alignnone" style="border: 0pt none; margin: -2px;" title="email" src="http://www.comunicamos.org/wp-content/uploads/2009/06/email.png" alt="" width="16" height="16" /> não autorizado<br />
<img class="size-full wp-image-4705 alignleft" style="border: 0pt none; margin: -2px;" title="calculator" src="http://www.comunicamos.org/wp-content/uploads/2009/06/calculator.png" alt="" width="16" height="16" /> não autorizado</p>
<p><strong>EMPRESA:</strong></p>
<ul>
<li>Freelancer</li>
<li> Publimondego/TvSaude</li>
<li> Rocksound</li>
<li> 921FM</li>
</ul>
<h3>PERFIL</h3>
<p style="text-align: justify;">Alexandre Gamela é um jornalista independente que tem dedicado os últimos anos ao estudo dos Novos Media. É autor d&#8217;O Lago, um blog que tem sido referenciado em alguns dos melhores sites nacionais e estrangeiros sobre o futuro do jornalismo, e que faz parte da lista dos Best of Journalism Blogs do Journalism.co.uk.</p>
<h3 style="text-align: justify;">CV</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://olago.wordpress.com/cv/" target="_blank">http://olago.wordpress.com/cv/</a> | <a href="http://olago.wordpress.com/cv/" target="_blank"></a><a href="http://alexgamela.com/cv/AlexGamelaCV.pdf" target="_blank">Formato PDF</a><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5028"></span></p>
<h3 style="text-align: justify;">LINKS</h3>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.twitter.com/davidepinheiro" target="_blank"><span style="font-family: 'Calibri';"><span style="font-size: small;">Twitter &#8211; </span></span></a><a href="http://twitter.com/alexgamela" target="_blank">http://twitter.com/alexgamela</a></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><span style="font-family: 'Calibri';"><span style="font-size: small;">Blog &#8211; <a href="http://olago.wordpress.com/" target="_blank">http://olago.wordpress.com</a><br />
</span></span></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><span style="font-family: 'Calibri';"><span style="font-size: small;">Linked in -  <a href="http://www.linkedin.com/in/alexandregamela" target="_blank">http://www.linkedin.com/in/alexandregamela</a><br />
</span></span></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><span style="font-family: 'Calibri';"><span style="font-size: small;">Facebook &#8211; <a href="http://www.facebook.com/alexgamela" target="_blank">http://www.facebook.com/alexgamela</a><br />
</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Calibri';"><span style="font-size: small;">Friendfeed &#8211; <a href="http://friendfeed.com/alexandregamela" target="_blank">http://friendfeed.com/alexandregamela</a></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.davidepinheiro.hi5.com" target="_blank"></a></p>
<h3 style="text-align: justify;">ENTREVISTA</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>1 – O que o levou a escolher ser jornalista?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sempre li jornais e achava fantástico o que se gerava à volta deles. O meu pai sempre trabalhou em cafés e eu quando era miúdo via os clientes a discutir as notícias  de jornal (normalmente desportivo) na mão, e ficava fascinado com o que aquelas folhas traziam.. Com o tempo fui percebendo melhor a função e valor do jornalismo, especialmente com a televisão. Posso dizer que a minha geração é a que mais momentos históricos viu em directo: a queda do muro de Berlim, a libertação do Nelson Mandela, a primeira guerra do Golfo, o 11 de Setembro, etc. Aliás, a televisão mostrava nas notícias um país e um mundo do qual não tinha noção e que não aparecia em lado nenhum. Mas a ideia de que se podia assistir à História em directo foi determinante, acho que para se ser um bom jornalista tem que se gostar de História e de estórias. Depois houve sempre um lado de responsabilidade civil e social que me interessou sempre, aquilo que torna o jornalismo valioso é informar a sociedade de forma compreensiva do mundo que a rodeia. Quem compreende o mapa sabe melhor orientar-se por ele, e como já disse algumas vezes, uma sociedade esclarecida e informada toma melhores decisões. Se calhar é por que estamos onde estamos.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, a imagem do jornalista aventureiro e viajante, que lidava com pessoas famosas também teve o seu peso.Mas a profissão já teve mais  glamour que agora&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2 – Quais os aspectos que destaca de positivos e de negativos na profissão em Portugal e no Mundo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O que eu mais gosto agora é que podemos ter toda a informação em todo o lado, e como produtores/gestores de informação acho que é a era mais fantástica para os jornalistas. É claro que as filosofias e estruturas empresariais ainda estão meio perdidas e a cometer demasiados erros, mas há navios que vão ter que afundar. Infelizmente isso implica custos a nível humano, e acho que se gerou um pânico injustificado sobre o futuro da profissão: acho que nunca foi tão necessário ter tantos jornalistas, é preciso é que eles consigam sobreviver, e num mercado dominado por grandes companhias de média, pesadas e resistentes à mudança, o desastre é iminente. Mas é incrível a velocidade como hoje se pode receber e distribuir informação, entrar em contacto com gente do mundo inteiro em tempo real e ter acesso a histórias que antes estavam limitadas pela geografia e velocidade dos meios de comunicação tradicionais. Isto veio quebrar também o circuito tradicional da informação, já que o cidadão não-jornalista (que é uma pequena subversão que faço aqui ao conceito de jornalismo do cidadão)   pode ter acesso à mesma informação e difundi-la ele pelos próprios meios. Isto para mim não faz sombra ao trabalho de um profissional treinado que pode trabalhar com estes elementos e desenvolver um trabalho de uma forma que sozinho não conseguiria, e em diferentes formatos. É uma questão de reposicionamento do jornalista na relação com o seu público.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pontos negativos que vejo são os que via há 15 anos atrás: a preguiça, a desonestidade, os favores, a ilusão de grandeza que a profissão traz (poucos jornalistas realmente são grandes profissionais, e ainda menos grandes seres humanos, o que é mais importante): vi demasiados jornalistas a achar que eles é que são o centro das atenções, actores num palco real onde na realidade a história não é a deles nem da qual são protagonistas, mas enfim, há quem confunda jornalismo com artes performativas. A falta de independência é algo de assustador especialmente num país tão pequeno como o nosso, e volta e meia acontece a todos ter que se submeter a vontades alheias, mas o pior é quando isso é feito sistematicamente e ao abrigo de uma agenda pessoal, política, ou económica. Há sempre alguém a arvorar-se como paladino da liberdade e independência quando tem os seus próprios interesses, danosos para o público, porque dão a verdade que querem e não a que deviam dar. E por estes dias quem vive à conta do plágio está a brincar com o fogo é mais fácil apanhar um mentiroso que um coxo. Actualmente é difícil ser-se preguiçoso, incompetente e desonesto porque o público sabe o que quer, e quer o melhor. Infelizmente há muitas empresas que promovem esta cultura laxista e despreocupada e vejo marcas a degradarem-se rapidamente..</p>
<p style="text-align: justify;">Outra situação incomportável é a existência de redacções que sobrevivem à conta de estagiários, 3 meses de cada vez. Para além de ser exploração de mão de obra barata, a qualidade da informação é cada vez pior. O sindicato, a comissão da carteira profissional exigem muita coisa aos jornalistas mas nada às empresas, e em Portugal  acho estas duas instituições inoperantes e francamente inúteis, só mostrando a sua importância nas atitudes corporativas, como a defesa judicial de um associado, o que ainda vão fazendo. Mas pactuam com esta situação e o seu contributo para um melhor estado do jornalismo no país é nulo, e o seu esforço completamente desfasado da realidade da profissão.</p>
<p style="text-align: justify;">E finalmente, o pior de tudo: vejo jovens jornalistas completamente desinteressados da realidade, sem conhecimentos suficientes de História, Português, sem curiosidade, sem vontade de compreender o que vêem, sem saberem quem é o &#8220;outro&#8221; e o que o move, sem entenderem as causas do acontecimento e obviamente sem ponderarem nas possíveis consequências. O jornalismo fascinou-me porque parecia-me ser um profissão para pessoas inteligentes, mas há muita falta de inteligência, entre os jovens jornalistas. Mas houve quem me dissesse que não se está tão mal como isso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3 – Como vê o futuro do jornalismo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Melhor do que muitos imaginam. A actividade ganhou novas vertentes com as nova tecnologias, e  há mais coisas que um jornalista bem formado e preparado pode fazer dentro da máquina informativa. É preciso é que se deixe de pensar que os meios de comunicação são pedestais ou tribunas, e perceber que é algo que interage, vive no meio e vive do seu público. Há tanta coisa a mudar e outra tanta a inventar e reinventar. Mas acho que será melhor, mais eficaz, e mais apelativo. Não acredito na morte do jornalismo,que deve ser a segunda profissão mais antiga do mundo: as pessoas têm necessidade de saber quem são, onde estão e o que acontece nos sítios para onde vão, de entender como os vários fragmentos que constituem a sua visão do mundo se relacionam para melhor se poderem situar nele. Nunca se consumiu e discutiu tanta informação como agora. Como a informação é o produto do jornalismo só espero coisas boas, mas creio que vai um bocado como a história da Fénix. É uma época para aventureiros e pioneiros, e nem todas as gerações se podem gabar de viver numa altura assim.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4 – Que aspectos considera fundamentais no ensino do jornalismo em Portugal?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os maus: demasiados cursos, programas desfasados da realidade, e falta de condições. Os bons: estão a melhorar e rapidamente. Na primeira aula num Curso de Jornalismo  devia haver alguém que tentasse convencer os alunos a mudar de curso e actividade. Como muitas outras profissões isto implica alguma vocação, e muitos caem lá de pára-quedas. Muitos também descobrem as suas aptidões para ser jornalistas, mas deviam ser mais exigentes na selecção dos alunos, e acima de tudo, realistas. Mas como o ensino é um negócio é claro que não se passa nada disto. Só que lembrem-se, não é preciso ter um curso para se ser jornalista, e quem o tem terá que ser forçosamente melhor do que quem não o tenha.</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso que se reavalie o ensino do jornalismo em Portugal, e apostar mais nas experiências e projectos dentro das universidades, e criar pólos de criação de empresas a partir delas, para a criação do próprio emprego já que o mercado de trabalho está saturado. E acima de tudo, perceber que o mais importante para além de dar uma base sólida de conhecimentos, é ajudar os alunos a ver o mundo com outros olhos, esse é o valor da experiência universitária.</p>
<h6 style="text-align: right;"><a href="http://ccpedia.comunicamos.org/index.php/Categoria:Jornalistas" target="_blank">Perfil também disponivel na Categoria Jornalistas da CCPÉDIA</a></h6>
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		<title>DAVIDE PINHEIRO</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 02:57:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
				<category><![CDATA[JORNALISTAS]]></category>

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		<description><![CDATA[davidevasconcelos@gmail.com 916688097 EMPRESA: Voxx (rádio) Rocksound (revista) Clix (Editor de música) Diário de Notícias (jornalista) Diário Digital (Editor de música) MVM (apresentador) PERFIL Por estranho que pareça, nunca gostei de escrever. Em criança, nunca tive o sonho de ser jornalista. Por mero acaso (ou carolice dos envolvidos) fui parar à rádio e a partir daí [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.comunicamos.org/wp-content/uploads/2009/06/davidepinheiro.jpg" target="_blank"><img class="alignleft size-medium wp-image-4696" style="margin: 9px;" title="davidepinheiro" src="http://www.comunicamos.org/wp-content/uploads/2009/06/davidepinheiro-235x300.jpg" alt="" width="188" height="240" /></a></p>
<p><img class="size-full wp-image-4704 alignnone" style="border: 0pt none; margin: -2px;" title="email" src="http://www.comunicamos.org/wp-content/uploads/2009/06/email.png" alt="" width="16" height="16" /> davidevasconcelos@gmail.com<br />
<img class="size-full wp-image-4705 alignleft" style="border: 0pt none; margin: -2px;" title="calculator" src="http://www.comunicamos.org/wp-content/uploads/2009/06/calculator.png" alt="" width="16" height="16" /> 916688097</p>
<p><strong>EMPRESA:</strong><br />
Voxx <em>(rádio)</em><br />
Rocksound <em>(revista)</em><br />
Clix <em>(Editor de música)</em><br />
Diário de Notícias <em>(jornalista)</em><br />
Diário Digital <em>(Editor de música)</em><br />
MVM <em>(apresentador) </em></p>
<h3>PERFIL</h3>
<p style="text-align: justify;">Por estranho que pareça, nunca gostei de escrever. Em criança, nunca tive o sonho de ser jornalista. Por mero acaso (ou carolice dos envolvidos) fui parar à rádio e a partir daí o comboio rolou sempre a alta velocidade. De convite em convite, fui progredindo até chegar ao Diário de Notícias, primeiro, e ao Diário Digital, depois. Pelo meio, sete meses no Cenjor serviram para sistematizar conhecimentos adquiridos no terreno sem grandes bases que o sustentasse. Foi uma escola interessante para quem nunca se tinha imaginado na pele de um repórter nem estava habituado a ouvir os desabafos do povo sem ser por meio audiovisual. Desde que comecei esta aventura, habituei-me a ouvir falar em crise, a geral e a da comunicação social, especificamente. Só não percebo como é que há cada vez mais agências de comunicação se, teoricamente, a informação não vende. Ou será que a Internet veio baralhar todas as contas? Pois, é capaz de ser por aí. Que lugar então para uma imprensa com dificuldades de adaptação à tecnologia, para uma rádio cada vez mais escrava do motor automóvel e derrotada pelo MP3 e para uma televisão tão desinteressante? Será que vamos acabar transformados em ficheiros .doc ou .jpg?</p>
<h3 style="text-align: justify;">CV</h3>
<p style="text-align: justify;"><em>Não disponível</em></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4695"></span></p>
<h3 style="text-align: justify;">LINKS</h3>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.twitter.com/davidepinheiro" target="_blank">www.twitter.com/davidepinheiro</a><br />
<a href="http://www.davidepinheiro.hi5.com" target="_blank">www.davidepinheiro.hi5.com</a><br />
<a href="http://www.myspace.com/davidepinheiro" target="_blank">www.myspace.com/davidepinheiro</a><br />
<a href="http://www.facebook.com/davidepinheiro " target="_blank">www.facebook.com/davidepinheiro </a></p>
<h3 style="text-align: justify;">ENTREVISTA</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que o levou a escolher ser jornalista?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um convite. Comecei por brincadeira na rádio e, posteriormente, fui convidado para uma revista. Na altura, não poderia ser considerado jornalista porque tudo era feito na base do amadorismo. Creio que só depois da passagem pelo Cenjor, que coincidiu com a minha estadia no Clix, deixei de ser um aprendiz. Depois, fui para o Diário de Notícias e assim fui confrontado com profissionalismo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quais os aspectos que destaca de positivos e de negativos na profissão em Portugal e no Mundo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A profissão em si é estimulante. Não sei se será o quarto poder como lhe chamam mas, pelo menos, tem a capacidade de mexer com a opinião pública, e esse é um valor incalculável, em Portugal e no Mundo. É, porventura, o mais importante. Curiosamente, a sua importância é proporcionalmente inversa (ou pelo menos anda perto disso) com a sua remuneração, o que à partida é capaz de afastar potenciais interessados em seguir esta carreira. Por ser uma actividade que pode interferir com o poder vigente, sofre de inúmeras pressões externas, problema a que acresce o facto de a grande maioria dos meios de comunicação ter capital dos maiores grupos económicos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como vê o futuro do jornalismo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nem melhor, nem pior mas seguramente diferente. Creio que estamos a viver um processo de reordenamento em que os meios de comunicação terão que se saber situar sobretudo face à velocidade com que a informação circula pela Internet (sites, redes sociais, blogues). Por outro lado, é urgente um apelo à humanização da profissão em favor de uma semi-escravatura que cada vez mais faz do jornalista um &#8220;carneiro&#8221; e não alguém com sentidos apurados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que aspectos considera fundamentais no ensino do jornalismo em Portugal?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sobretudo, a experiência no terreno. Pelo que conheço do ensino nas faculdades, parece-me demasiado teórico e nem sempre vocacionado para aproximar o aluno da profissão. Há disciplinas inconsequentes que, não só, não têm qualquer utilidade para o jornalismo como desmotivam todos os que querem seguir este caminho. É tempo perdido que podia ser aproveitado de outra forma.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h6 style="text-align: right;"><a href="http://ccpedia.comunicamos.org/index.php/Categoria:Jornalistas" target="_blank">Perfil também disponivel na Categoria Jornalistas da CCPÉDIA</a></h6>
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