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	<title>COMUNICAMOS &#187; OCS NACIONAIS</title>
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	<description>By: João Simão</description>
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		<title>ENTREVISTA &#8211; MARTIM CABRAL</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 22:42:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMUNICAMOS TV]]></category>
		<category><![CDATA[ENTREVISTAS]]></category>
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		<description><![CDATA[“Quando nós começamos tinhamos cerca de 35 editores de imagem, hoje em dia temos 16, porque um jornalista, agora tem de editar as suas próprias peças” Numa entrevista concedida ao Comunicamos TV, o director adjunto de informação da SIC, Martim Cabral, fala-nos da actualidade dos meios de comunicação social em Portugal, dos planos da SIC [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>“Quando nós começamos tinhamos cerca de 35 editores de imagem, hoje em dia temos 16, porque um jornalista,  agora tem de editar as suas próprias peças”</h3>
<p>
Numa entrevista concedida ao Comunicamos TV, o director adjunto de informação da SIC, Martim Cabral, fala-nos da actualidade dos meios de comunicação social em Portugal,  dos planos da SIC para o presente e para o futuro. Nesta entrevista foram ainda abordados temas como os estagiários que a SIC recebe, a sua preparão e o que se espera dos futuros profissionais a trabalhar em TV.<br />
<br />
<strong><a href="http://www.comunicamos.org/tv/?p=108">COMUNICAMOS TV</a></strong><br />
<span id="more-4123"></span><br />
<strong>Qual o principal objectivo da SIC?</strong><br />
 A SIC é uma televisão generalista, portanto o objectivo principal é fazer progranas de entretenimento e de informação para ocupar um espectro que o governo nos concedeu, para serviços de televisão. Basicamente o nosso objectivo é fazer televisão. Somos uma televisão comercial, temos o objectivo, também, de angariar fundos através da publicidade para nos alimentarmos, para fazermos esses programas, mas numa palavra é fazer televisão.</p>
<p><strong>Sendo um canal que aposta sobretudo na qualidade e rigor da informação que projectos desenvolveram ou estão a pensar desenvolver para aperfeiçoar esse tipo de informação?</strong><br />
 A informação e o seu desenvolvimento não param, portanto quando nós começámos, à 16 anos atrás o equipamento que nós tinhamos requeria uma série de formas de trabalhar que hoje em dia estão completamente ultrapassadas. O exemplo mais clássico talvez o mais óbvio para as pessoas entenderem é que quando nós começamos tinhamos cerca de 35 editores de imagem, hoje em dia temos 16, porque um jornalista, atrvés da evolução tecnológica, agora tem de editar as suas próprias peças. Por outro lado o grafismo à 16 anos era uma coisa muito rudimentar e quase não aprecia no ecrã, cada vez mais o artista gráfico tem um papel a dsempenhar na informação. O nosso departamento de graifismo triplicou, logo reduziu-se por um lado, aumentou-se por outro. Isso condiciona, ineviatavelmente o género de informação que se faz. A facilidade que há hoje em dia em montar uma peça, a rapidez com que nós recebemos sinais do estrangeiro, a rapidez com que conseguimos enviar sinais do terreno aqui para a estação para serem tratados condiciona muito a quantidade e qualidade da informação que nós fazemos. Simultaneamente nós somos um canal e 24 horas de informação e um canal deste género marca-se e pauta-se por ser o primeiro a dar a notícia mais rápido.<br />
O que nós queremos é que o telespectador quando acontece algo ligue logo a SIC Notícias para ver o que é que aconteceu, nem que seja um pivôt a dizer que aconteceu isto e isto e daqui a pouco vamos ter vídeo. São condicionantes que afectam o género de informação que se faz, a quantidade é três vezes maior do que era à 16 anos, nós produzimos hoje em dia muito mais informação do que produziamos, com um pequeno acréscimo de pessoas, portanto devido à evolução tecnológica é mais fácil fazer mais informação com menos gente. Há uma perda de qualidade inevitável, logo o telespectador que vê uma estação de 24 horas de informação não quer estar à espera 2 horas em que a gente faça uma reportagem muito bonitinha e toda ela muito perfeitinha, eles querem é ver as imagens no momento e muitas vezes sem serem montadas se é um acontecimento muito importante. Portanto há duas coisas: uma fazemos mais; segunda, do ponto de vista rigoroso e qualidade técnica, possivelmente, não tem a qualidade que tinha, mas isso deve-se à evolução da informação desde os tempos em que se fazia com o cinema, com câmaras de cinema. O vídeo e o digital vieram condicionar muito o género de informação quenós fazemos.<br />
Estamos a fazer informação para três plataformas: SIC Notícias, SIC jornais e também para o on-line, é a mesma informação só trabalhada de uma maneira diferente, mas é a mesma informação, é muito mais informação que fazemos, é posta em mais plataformas e é feita mais ou menos pelo mesmo número de pessoas, isto é as pessoas estão a produzir muito mais.</p>
<p><strong>Todos os anos recebem aqui na vossa estação estagiários, que valores tentam transmitir-lhes, incutir-lhs com a experiência que aqui desenvolvem?</strong><br />
Sou eu que entrevisto, individualmente, todos os candidatos para fazer depois uma selecção, porque nós só temos 12 lugares de estágio aqui na SIC por ano, portanto eu posso receber 12 pessoas, os estágios como demoram seis meses a realidade é que recemos 24 pessoas e devo dizer que tenho duas grandes linhas de orientação, ou seja, duas grandes ideias em relação aos estagiários que vêm da comunicação social. Uma é que grande parte não devia estar em comunicação social, faz-me confusão eu estar a entrevistar pessoas que já estão no quarto ano de Comunicação Social, que querem ser jornalistas e que não têm por hábito ler um jornal todos os dias, consumir informação, pelo menos na net. Quando entrevisto uma pessoa que quer um estágio curricular, o mínimo que eu vou pensar quando vou dar seis meses para aprender precisamente a mexer numa máquina, a filmar, a editar, a fazer reportagem, como é que funcionauma redacção, trabalhar on-line, essa pessoa tem de me convencer a mim que está interessada no que se passa no mundo, que é o que nós trabalhamos aqui e isso infelizmente não acontece.<br />
A gente tenta seleccionar as pessoas que estão mais interessadas e de vez em quando aparecem pessoas que se preocupam, que vêm televisão, vêm telejornais e podem dizer quando lhes pergunto porque é que o jornal da RTP é diferente do da SIC sabem dizer-mo. Porque cá dentro, uma vez que entraram na realiddae a pessoa que vai fazer o estágio sai daqui com uma experiência total de como funciona uma redacção e seis meses aqui na SIC os estagiários têm a oportunidade de fazer tudo e se chegar a um certo ponto inclusive fazer reportagem. Nós oferecemos um programa completíssimo e qualquer pessoa que saia daqui ao fim deste tempo sabe como funciona uma redacção e está apta a funcionar nessa redacção, já pode dizer no curricul que sabe montar, provavelmente sabe filmar, escrever para o on-line, manejar vídeo e sai daqui com esse curriculum completo.</p>
<p> <strong>Como é que vêm os estagiários preparados, normalmente?</strong><br />
Normalmente vêm muito mal preparados e lembro-me de ter recebido aqui uma série de candidatos que já sabiam montar, filmar e esses claro que entram, porque esses já têm à partida, em relação aos colegas de outras universidades, metade do caminho andado em relação áquilo que vão aproveitar na minharedacção e que vão aprender. Uma pessoa que entra aqui e não sabe bem ligar e desligar uma câmara é óbvio que está em desvantagem em relação a uma pessoa que já sabe fazer alguma coisa, tudo isso conta, porque é menos tempo que vocês estagiários vão perder na redacção, porque há um B.A.BA que vocês já sabem fazer. Contudo qualquer pessoa que sai daqui está apta a trabalhar numa redacção e começar a funcionar.</p>
<p><strong>Um bom jornalista tem de ter determinados valores e critérios. Que valores são aceites aqui na SIC para poder trabalhar neste meio?</strong><br />
O valor que a SIC aceita e como qualquer um gostava de ter e quer ter e procura ter é honestidade. Honestidade pessoal é uma coisa que é importantissima, isso aplica-se a todas as empresas. A nível de qualificações, saber mexer, quanto mais souber melhor, imaginação, persistência, iniciativa, porque isto é uma profissão muito dura e para uma pessoa entrar e permanecer é muito complicado. Televisão é talvez a mais dificil de elas todas, porque a qualidade das pessoas que aqui estão, a limitação de tempo de antena que nós temos, o facto de que não pode entrar tudo no ar é muito muito complicado. A concorrência é brutal, uma pessoa que não tem iniciativa e que está dependente do editor ou de alguém para lhe dar trabalho não vai vingar. Uma pessoa ou tem iniciativa, ideias e vontade constante de aperfeiçoar, se não não consegue. Ver como as outras televisões estrangeiras fazem, ver como faz a concorrêcia, porque é que eles fazem assim, porque que é que a peça é contruida daquela maneira, porque é que isto funciona ou não funciona, é uma auto-crítica constante e especialmente se nós vivemos neste momento numa altura em que a evolução tecnológica é de tal maneira rápida que nós temos de ser polivalentes, porque um jornalista na vossa idade tem de procurar ser polivalente. Nenhum patrão de televisão vai dar um trabalho a uma pessoa que é boa jornalista, tem de ter muito mais. Como a tecnologia actualmente é muito fácil não há razões para as pessoas não saberem fazer isso, portanto a polivalência é também uma das coisas que vai ser importantissima e que está a começar a ser requisito para se entrar numa redacção.</p>
<p><strong> O que é que a SIC espera dos futuros jornalistas?</strong><br />
A mesma coisa que a gente espera de nós próprios, que façamos jornalismo com qualidade, inovador e que atraia os telespectadores. Não nos podemos esquecer que somos uma televisão comercial e que temos que atrair telespectadores. Não vale a pena estarmos a fazer jornalismo muito bonito, puro e isento se ninguém depois vê, nós temos uma audiência, temos que servir a nossa audiência. O que se estabelece todos os dias em cada peça é até que ponto isto é uma peça que agarra as pessoas televisivamente ou até que ponto é que isto é uma peça que não tem lugar na informação. Mas o que nós esperamos dos jornalistas do futuro é que façam mais e façam melhor, porque com as ferramentas que vocês vão ter para trabalhar são muito melhores que as ferramentas que eu tinha e vai ser muito mais fácil fazer coisas inovadoras e mais atraentes do que nós temos neste momento. Uma pessoa com uma cabeça aberta para as novas tecnologias, nomeadamente no que diz respeito ao vídeo.</p>
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		<title>ENTREVISTA &#8211; HENRIQUE MONTEIRO (EXPRESSO)</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 10:35:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMUNICAMOS TV]]></category>
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		<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>
		<category><![CDATA[OCS NACIONAIS]]></category>

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		<description><![CDATA[LINK EXTERNOPOR: Tânia Carvalho &#038; Berta Cardoso]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><object width="480" height="405"><param name="movie" value="http://www.dailymotion.com/swf/k4DxHmxbqoyqWoRCeb&#038;colors=foreground:1E6BD9;special:0D5ED1;&#038;related=1&#038;canvas=medium"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.dailymotion.com/swf/k4DxHmxbqoyqWoRCeb&#038;colors=foreground:1E6BD9;special:0D5ED1;&#038;related=1&#038;canvas=medium" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="405" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always"></embed></object><br /><b><a href="http://www.dailymotion.com/video/x7lvtr_entrevistaexpresso_news">LINK EXTERNO</a></b><br /><i>POR: Tânia Carvalho &#038; Berta Cardoso</i></div>
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		<title>JORNAL DE NOTÍCIAS &#8211; NOVO SÍTIO</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/observador/jornal-de-noticias-novo-sitio</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Jun 2008 12:09:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[OBSERVADOR]]></category>
		<category><![CDATA[OCS NACIONAIS]]></category>
		<category><![CDATA[WEB]]></category>

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		<description><![CDATA[O Jornal de Notícias renovou, na passada sexta-feira, o seu sítio na web. Com a mudança surgiram algumas funcionalidades como o vídeo, o multimédia ou a fotogaleria; «O vídeo da destruição que um incêndio provocou em Matosinhos, captado pelo telemóvel , marcou a entrada do novo sítio. Ainda que a qualidade possa não ser a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong>O Jornal de Notícias renovou, na passada sexta-feira, <a href="http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Media/Interior.aspx?content_id=951406" target="_blank">o seu sítio na web</a>. Com a mudança surgiram algumas funcionalidades como o vídeo, o multimédia ou a fotogaleria;</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em>«O vídeo da destruição que um incêndio provocou em Matosinhos, captado pelo telemóvel , marcou a entrada do novo sítio. Ainda que a qualidade possa não ser a melhor, mesmo para quem vive das letras, às vezes, a imagem vale por mil palavras. Sem som, com movimento apenas de imagens, a fotogaleria que ilustra a paralisação dos pescadores é apenas uma outra forma delevar o quotidiano ao leitor.</em> in JN»</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-1040"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Este novo sítio é &#8211; na minha opinião &#8211; mais prático, mais legível, apesar de ficar com a sensação que não é diferente do que se já se encontra nos sítios dos concorrentes mais directos.<br />
Apesar das muitas alterações que o sítio do JN sofreu, ao se navegar pelas diversas secções repara-se que:<br />
- Inexistência da assinatura do Jornalista que elaborou a notícia, ou;<br />
- Inexistência, quando é o caso, da referência da Agência de onde chegou a notícia.<br />
- Inexistência de fotos a acompanhar as notícias &#8211; pelo menos nas que lemos -, apesar da aposta na fotogaleria.<br />
- A Opinião e os Blogues ficam no funda da página principal, quando há espaço em branco na coluna do lado esquerdo.</p>
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		<title>RTP N &#8211; JOSÉ MANUEL PORTUGAL</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/comunicamos-tv/rtp-n-jose-manuel-portugal</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Oct 2007 18:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMUNICAMOS TV]]></category>
		<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>
		<category><![CDATA[OCS NACIONAIS]]></category>

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		<description><![CDATA[Em visita à da RTP-N, tivemos a oportunidade de entrevistar o Sub-Director de informação da RTP, José Manuel Portugal, Professor responsável pelas cadeiras de televisão da Universidade de Coimbra. [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=k7fG141zRlE] José Manuel Portugal, refere que a capacidade de um recém-licenciado trabalhar em multi-meios é uma mais valia significativa. Os grandes grupos de comunicação funcionam em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Em visita à da RTP-N, tivemos a oportunidade de entrevistar o Sub-Director de informação da RTP, José Manuel Portugal, Professor responsável pelas cadeiras de televisão da Universidade de Coimbra.</p>
<p align="justify">[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=k7fG141zRlE]</p>
<p align="justify">José Manuel Portugal, refere que a capacidade de um recém-licenciado trabalhar em multi-meios é uma mais valia significativa. Os grandes grupos de comunicação funcionam em convergência. Um recém-licenciado que possa trabalhar nas várias vertentes, que domine as várias linguagens, possui claramente uma mais-valia, em termos de mercado de trabalho.</p>
<p align="justify">Para o Sub-Director, as outras mais valias num recém-licenciado são: ter capacidade de reflexão sobre o que é o jornalismo hoje, dominar o meio, ter boa capacidade de reflexão, ter capacidade crítica.</p>
<p align="justify">Para o professor de Coimbra, o curriculum é uma coisa muito seca, muito árida; o que se pretende de um jovem jornalista, no momento de decidir a contratação é: audácia, criatividade e imaginação. Na televisão em particular, a capacidade de seduzir.</p>
<p align="justify">Para José Manuel Portugal, o futuro do jornalismo em Portugal é sólido, e será sobretudo um futuro com rigor e com seriedade. As novas fornadas que têm chegado ao mercado de trabalho, vindas das universidades, podem potenciar, possibilitar que o futuro do jornalismo seja claramente muito mais interessante do que foi há uns anos atrás. A convergência entre órgãos de comunicação social vai-se intensificar, haverá mais sinergias de grupo, o futuro do jornalismo vai ficar também muito ligado ao desenvolvimento tecnológico.</p>
<h6 align="right">REPORTAGEM: João Pinto e Rui Pinto</h6>
]]></content:encoded>
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		<title>DIÁRIO DE NOTÍCIAS &#8211; JOÃO MARCELINO</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/comunicamos-tv/diario-de-noticias-joao-marcelino</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Oct 2007 00:59:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMUNICAMOS TV]]></category>
		<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>
		<category><![CDATA[OCS NACIONAIS]]></category>

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		<description><![CDATA[Numa entrevista ao Director do Diário de Notícias, João Marcelino, que exerce esta função há apenas seis meses, ficamos a conhecer um pouco mais acerca do jornal e da visão que este tem do futuro do jornalismo. [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=M0u5Rppiv1w] &#160; Uma das mais valias apontadas pelo Director do DN no que diz respeito à capacidade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Numa entrevista ao Director do Diário de Notícias, João Marcelino, que exerce esta função há apenas seis meses, ficamos a conhecer um pouco mais acerca do jornal e da visão que este tem do futuro do jornalismo.</p>
<p align="justify">[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=M0u5Rppiv1w]</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">Uma das mais valias apontadas pelo Director do DN no que diz respeito à capacidade de trabalho de um recém-licenciado é o facto de este ser uma pessoa jovem, com mais sensibilidade e com maior predisposição para os meios multimédia.</p>
<p align="justify">Para João Marcelino, o dinamismo, a capacidade de trabalho e, no caso de um jornalista experiente, as fontes de informação constituem a tónica essencial para um possível contrato de trabalho.</p>
<p align="justify">As expectativas do Director do DN em relação ao futuro do jornalismo em Portugal são “as mesmas que o jornalismo em qualquer parte do mundo”, uma vez que todo ele tem se de confrontar com a presença cada vez maior dos meios multimédias. As marcas têm de se pautar essencialmente pela inovação, optimismo e necessidade de informação.</p>
<h6 align="right"><strong>REPORTAGEM: Liliana Ribeiro e Sílvia Braga </strong></h6>
]]></content:encoded>
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		<title>TVI &#8211; MÁRIO MOURA</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Oct 2007 01:31:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMUNICAMOS TV]]></category>
		<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>
		<category><![CDATA[OCS NACIONAIS]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante a visita à sede da Televisão Independente (TVI), em Queluz de Baixo, tivemos a oportunidade de conversar com Mário Moura, Director-Adjunto de Informação da estação. [youtube=http://br.youtube.com/watch?v=m_2E-Xs3SfM] &#160; Moura considera fundamental, para o jornalista de hoje em dia, saber trabalhar em multi-meios. Ou seja, ele deverá ser capaz de editar as suas peças, o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Durante a visita à sede da Televisão Independente (TVI), em Queluz de Baixo, tivemos a oportunidade de conversar com Mário Moura, Director-Adjunto de Informação da estação.</p>
<p align="justify">[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=m_2E-Xs3SfM]</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">Moura considera fundamental, para o jornalista de hoje em dia, saber trabalhar em multi-meios. Ou seja, ele deverá ser capaz de editar as suas peças, o que o colocará em vantagem relativamente a outros, menos apetrechados.</p>
<p align="justify">Sobre os requisitos exigidos a um jornalista no exercício da sua actividade, o membro da Direcção de Informação da TVI destaca a importância de se possuir o tão propalado &#8220;feeling&#8221;: a noção do que pode ou não constituir notícia, a perspicácia de ir ao encontro daquilo que interessa ao público.</p>
<p align="justify">Uma boa apresentação, uma dicção agradável e a capacidade de redigir correctamente notícias, aliadas à sempre necessária &#8220;pontinha de sorte&#8221;, são outros factores decisivos na contratação de um profissional da comunicação social.</p>
<p align="justify">Finalmente, Mário Moura aborda o futuro do jornalismo em Portugal, apresentando uma visão pouco optimista. Prevê que muitos jovens enfrentem o grave problema do desemprego, fala das limitações do mercado português e sublinha que, actualmente, a televisão se apodera quase por inteiro da publicidade, daí que se avizinhem tempos complicados, sobretudo para o jornalismo escrito.</p>
<h6 align="right"><strong>REPORTAGEM: João Azevedo e Rui Azevedo </strong></h6>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>ANTENA1 &#8211; EDUARDA MAIO</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Oct 2007 19:25:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMUNICAMOS TV]]></category>
		<category><![CDATA[ENTREVISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>
		<category><![CDATA[OCS NACIONAIS]]></category>

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		<description><![CDATA[Em visita à RDP Porto conversamos com a Sub-Directora de Informação Geral Eduarda Maio. [youtube=http://www.youtube.com/v/rWJ_Yx3opfk] &#160; Para Eduarda Maio, o jornalista tem que estar apto para trabalhar em meios de comunicação totalmente diferentes, com linguagem e exigências técnicas variadas. O bom profissional de comunicação tem que ser ecléctico e ter a capacidade de converter a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Em visita à RDP Porto conversamos com a Sub-Directora de Informação Geral Eduarda Maio.<br />
[youtube=http://www.youtube.com/v/rWJ_Yx3opfk]
</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">Para Eduarda Maio, o jornalista tem que estar apto para trabalhar em meios de comunicação totalmente diferentes, com linguagem e exigências técnicas variadas. O bom profissional de comunicação tem que ser ecléctico e ter a capacidade de converter a mesma notícia em escrita de rádio, imprensa, TV e on-line. Isto já acontece na RTP/RDP, devido aos vários órgãos de comunicação da empresa.</p>
<p align="justify">Questionada sobre os critérios de selecção de um jornalista, Eduarda Maio diz que, em primeiro lugar, o profissional tem que saber distinguir o importante do acessório. Depois disso, deve ter a capacidade de reproduzir a notícia de forma simples e atractiva. Como refere, em rádio isso é essencial, porque a atenção do ouvinte é captada apenas com a voz.</p>
<p align="justify">Relativamente às expectativas para o futuro do jornalismo em Portugal, a Sub-Directora de Informação geral da RDP, afirma ser necessário que cada jornalista se especialize especificamente numa área. Futuramente espera-se também que o jornalista não continue a ser apenas o porta-voz da notícia, mas que tenha um olhar crítico e analítico sobre a informação que transmite.</p>
<h6 align="right"><strong>REPORTAGEM:Ana Borges e Elsa Santos</strong></h6>
]]></content:encoded>
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		<title>PÚBLICO &#8211; NUNO PACHECO</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/comunicamos-tv/publico-nuno-pacheco</link>
		<comments>http://www.comunicamos.org/comunicamos-tv/publico-nuno-pacheco#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2007 16:59:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMUNICAMOS TV]]></category>
		<category><![CDATA[ENTREVISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>
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		<description><![CDATA[Em visita ao jornal Público, estivemos à conversa com o director-adjunto Nuno Pacheco. [youtube=http://www.youtube.com/v/5COGu89cQrk] Quando questionado sobre a capacidade de um recém-licenciado saber trabalhar em multi-meios, este faz uma analogia entre o jornalismo de antes e o de agora “a formação que um jornalista traz agora é diferente da de antigamente”. O director-adjunto realça que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Em visita ao jornal Público, estivemos à conversa com o director-adjunto Nuno Pacheco.</p>
<p align="justify">[youtube=http://www.youtube.com/v/5COGu89cQrk]</p>
<p align="justify">Quando questionado sobre a capacidade de um recém-licenciado saber trabalhar em multi-meios, este faz uma analogia entre o jornalismo de antes e o de agora “a formação que um jornalista traz agora é diferente da de antigamente”. O director-adjunto realça que a questão prática é muito importante, o facto de o jornalista, quando entra no mercado de trabalho, já saber trabalhar na área da comunicação é diferente do profissional que só inicia a sua aprendizagem a partir do momento que lida com a comunicação e informação. No entanto, Nuno Pacheco refere que nem sempre “a teoria coincide com a prática” e para resolver esta questão o trabalho feito em qualquer órgão de comunicação social é importante.</p>
<p align="justify">Em relação aos critérios que se devem ter em conta no momento da contratação do jornalista, o director-adjunto refere que a prática é essencial, não descorando que se houver “um gosto pelo desafio”, que é fazer jornalismo, a pessoa a contratar sairá beneficiada.</p>
<p align="justify">No final da entrevista e confrontado com a última questão acerca das perspectivas para o futuro do jornalismo em Portugal, Nuno Pacheco destaca que o nosso país “é pequeno, onde se lê pouco e se compram poucos jornais” mas com a crescente emergência da Internet que é “um meio versátil, manipulável e que muitas pessoas têm acesso” o jornalismo está em constante mudança, havendo sempre “um caminho novo para percorrer”.</p>
<h6 align="right"><strong>REPORTAGEM: Dina Monteiro e Joana Vieira </strong></h6>
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		<title>RTP &#8211; LUÍS MARINHO</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Oct 2007 19:40:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em visita à RTP tivemos oportunidade de conversar com o director de Informação Dr. Luís Marinho que nos respondeu a algumas perguntas. [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=HZP44GH05Xg] Quando confrontado com a questão da importância de um recém-licenciado trabalhar em multi-meios a resposta foi imediata, segundo Luís Marinho não só é importante, como é essencial, uma vez que “uma pessoa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Em visita à RTP tivemos oportunidade de conversar com o director de Informação Dr. Luís Marinho que nos respondeu a algumas perguntas.</p>
<p>[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=HZP44GH05Xg]</p>
<p align="justify">Quando confrontado com a questão da importância de um recém-licenciado trabalhar em multi-meios a resposta foi imediata, segundo Luís Marinho não só é importante, como é essencial, uma vez que “uma pessoa que tenha capacidade de trabalhar em multi-meios terá muito mais possibilidade de prosseguir do que aquele que apenas percebe de uma única coisa” acrescentou ainda que “até é mais que uma mais-valia, é quase uma obrigação quem não tiver vocacionado para essa tarefa terá muito mais dificuldades”. Para além deste aspecto um jornalista, tem de ser alguém completamente aberto sob o ponto de vista da linguagem e sob o ponto de vista técnico para funcionar com meios diferentes, como por exemplo na edição da peça, não lhe chega ir para o terreno, tem de chegar à redacção e saber editar a peça.</p>
<p align="justify">Em relação ao que procuram num jornalista no momento da contratação, o director afirma que existem duas para que esta seja feita: ou é um jornalista muito credenciado, que se contrata por uma necessidade específica ou pelo enriquecimento que este possa proporcionar ou então por estágio. Aqueles que efectuarem um melhor percurso e havendo uma necessidade específica acaba por ser contratado.</p>
<p align="justify">Segundo Luís Marinho, o jornalismo na sua essência é imutável, as suas características como a procura da verdade o rigor, a isenção não se alteram, dai que as suas perspectivas para o futuro do jornalismo em Portugal sejam positivas. No final referiu ainda que “a capacidade de ser curioso, a capacidade de questionar tudo, olhar à volta sem complexos, sem ideias pré concebidas, é aquilo que já se faz à 100 anos e é o fundamental, o que muda são os meios. O jornalismo terá futuro mantendo a sua génesis.”</p>
<h6 align="right"><strong> REPORTAGEM POR: Andreia Oliveira e Cristina Valente</strong></h6>
<p><span id="more-524"></span></p>
<blockquote>
<p align="justify"><em>A entrevista ao director de informação da RTP, Luís Marinho, é a primeira de muitas que serão realizadas aos directores dos principais meios de comunicação nacionais portugueses pretendendo dar um panorama geral da importância das novas tecnologias e da necessidade dos jornalistas/estudantes de CC as dominarem.</em></p>
</blockquote>
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