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	<title>COMUNICAMOS &#187; ENTREVISTAS</title>
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	<description>By: João Simão</description>
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		<title>ENTREVISTA: FERNANDO FIRMINO (JORNALISMO MÓVEL)</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 04:29:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em entrevista aberta e em directo usando o GLOBAL TWITTER Q, Fernando Firmino respondeu a algumas perguntas colocadas via twitter. Aqui fica a entrevista para rever ou ver se não a conseguiu acompanhar em directo. FONTE: GLOBAL TWITTER Q (arquivo)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="aptureLink_otB1VkzXc3" style="margin: 0pt auto; padding: 0px 6px; text-align: center; display: block;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="320" height="265" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="id" value="apture_embedPlayer3" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="never" /><param name="src" value="http://static.livestream.com/chromelessPlayer/wrappers/TwitcamPlayer.swf?hash=kjg" /><embed id="apture_embedPlayer3" type="application/x-shockwave-flash" width="320" height="265" src="http://static.livestream.com/chromelessPlayer/wrappers/TwitcamPlayer.swf?hash=kjg" allowscriptaccess="never" quality="high" bgcolor="#ffffff"></embed></object></div>
<p style="text-align: justify;">Em entrevista aberta e em directo usando o GLOBAL TWITTER Q, Fernando Firmino respondeu a algumas perguntas colocadas via twitter. Aqui fica a entrevista para rever ou ver se não a conseguiu acompanhar em directo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FONTE:</strong> <a href="http://www.comunicamos.org/globaltwitterQ/arquivo_fernandofirmino.html" target="_blank">GLOBAL TWITTER Q (arquivo)</a></p>
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		<title>ENTREVISTA: ALFREDO LEITE (JN)</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 13:57:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
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		<title>ENTREVISTA &#8211; MARTIM CABRAL</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 22:42:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Quando nós começamos tinhamos cerca de 35 editores de imagem, hoje em dia temos 16, porque um jornalista, agora tem de editar as suas próprias peças” Numa entrevista concedida ao Comunicamos TV, o director adjunto de informação da SIC, Martim Cabral, fala-nos da actualidade dos meios de comunicação social em Portugal, dos planos da SIC [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>“Quando nós começamos tinhamos cerca de 35 editores de imagem, hoje em dia temos 16, porque um jornalista,  agora tem de editar as suas próprias peças”</h3>
<p>
Numa entrevista concedida ao Comunicamos TV, o director adjunto de informação da SIC, Martim Cabral, fala-nos da actualidade dos meios de comunicação social em Portugal,  dos planos da SIC para o presente e para o futuro. Nesta entrevista foram ainda abordados temas como os estagiários que a SIC recebe, a sua preparão e o que se espera dos futuros profissionais a trabalhar em TV.<br />
<br />
<strong><a href="http://www.comunicamos.org/tv/?p=108">COMUNICAMOS TV</a></strong><br />
<span id="more-4123"></span><br />
<strong>Qual o principal objectivo da SIC?</strong><br />
 A SIC é uma televisão generalista, portanto o objectivo principal é fazer progranas de entretenimento e de informação para ocupar um espectro que o governo nos concedeu, para serviços de televisão. Basicamente o nosso objectivo é fazer televisão. Somos uma televisão comercial, temos o objectivo, também, de angariar fundos através da publicidade para nos alimentarmos, para fazermos esses programas, mas numa palavra é fazer televisão.</p>
<p><strong>Sendo um canal que aposta sobretudo na qualidade e rigor da informação que projectos desenvolveram ou estão a pensar desenvolver para aperfeiçoar esse tipo de informação?</strong><br />
 A informação e o seu desenvolvimento não param, portanto quando nós começámos, à 16 anos atrás o equipamento que nós tinhamos requeria uma série de formas de trabalhar que hoje em dia estão completamente ultrapassadas. O exemplo mais clássico talvez o mais óbvio para as pessoas entenderem é que quando nós começamos tinhamos cerca de 35 editores de imagem, hoje em dia temos 16, porque um jornalista, atrvés da evolução tecnológica, agora tem de editar as suas próprias peças. Por outro lado o grafismo à 16 anos era uma coisa muito rudimentar e quase não aprecia no ecrã, cada vez mais o artista gráfico tem um papel a dsempenhar na informação. O nosso departamento de graifismo triplicou, logo reduziu-se por um lado, aumentou-se por outro. Isso condiciona, ineviatavelmente o género de informação que se faz. A facilidade que há hoje em dia em montar uma peça, a rapidez com que nós recebemos sinais do estrangeiro, a rapidez com que conseguimos enviar sinais do terreno aqui para a estação para serem tratados condiciona muito a quantidade e qualidade da informação que nós fazemos. Simultaneamente nós somos um canal e 24 horas de informação e um canal deste género marca-se e pauta-se por ser o primeiro a dar a notícia mais rápido.<br />
O que nós queremos é que o telespectador quando acontece algo ligue logo a SIC Notícias para ver o que é que aconteceu, nem que seja um pivôt a dizer que aconteceu isto e isto e daqui a pouco vamos ter vídeo. São condicionantes que afectam o género de informação que se faz, a quantidade é três vezes maior do que era à 16 anos, nós produzimos hoje em dia muito mais informação do que produziamos, com um pequeno acréscimo de pessoas, portanto devido à evolução tecnológica é mais fácil fazer mais informação com menos gente. Há uma perda de qualidade inevitável, logo o telespectador que vê uma estação de 24 horas de informação não quer estar à espera 2 horas em que a gente faça uma reportagem muito bonitinha e toda ela muito perfeitinha, eles querem é ver as imagens no momento e muitas vezes sem serem montadas se é um acontecimento muito importante. Portanto há duas coisas: uma fazemos mais; segunda, do ponto de vista rigoroso e qualidade técnica, possivelmente, não tem a qualidade que tinha, mas isso deve-se à evolução da informação desde os tempos em que se fazia com o cinema, com câmaras de cinema. O vídeo e o digital vieram condicionar muito o género de informação quenós fazemos.<br />
Estamos a fazer informação para três plataformas: SIC Notícias, SIC jornais e também para o on-line, é a mesma informação só trabalhada de uma maneira diferente, mas é a mesma informação, é muito mais informação que fazemos, é posta em mais plataformas e é feita mais ou menos pelo mesmo número de pessoas, isto é as pessoas estão a produzir muito mais.</p>
<p><strong>Todos os anos recebem aqui na vossa estação estagiários, que valores tentam transmitir-lhes, incutir-lhs com a experiência que aqui desenvolvem?</strong><br />
Sou eu que entrevisto, individualmente, todos os candidatos para fazer depois uma selecção, porque nós só temos 12 lugares de estágio aqui na SIC por ano, portanto eu posso receber 12 pessoas, os estágios como demoram seis meses a realidade é que recemos 24 pessoas e devo dizer que tenho duas grandes linhas de orientação, ou seja, duas grandes ideias em relação aos estagiários que vêm da comunicação social. Uma é que grande parte não devia estar em comunicação social, faz-me confusão eu estar a entrevistar pessoas que já estão no quarto ano de Comunicação Social, que querem ser jornalistas e que não têm por hábito ler um jornal todos os dias, consumir informação, pelo menos na net. Quando entrevisto uma pessoa que quer um estágio curricular, o mínimo que eu vou pensar quando vou dar seis meses para aprender precisamente a mexer numa máquina, a filmar, a editar, a fazer reportagem, como é que funcionauma redacção, trabalhar on-line, essa pessoa tem de me convencer a mim que está interessada no que se passa no mundo, que é o que nós trabalhamos aqui e isso infelizmente não acontece.<br />
A gente tenta seleccionar as pessoas que estão mais interessadas e de vez em quando aparecem pessoas que se preocupam, que vêm televisão, vêm telejornais e podem dizer quando lhes pergunto porque é que o jornal da RTP é diferente do da SIC sabem dizer-mo. Porque cá dentro, uma vez que entraram na realiddae a pessoa que vai fazer o estágio sai daqui com uma experiência total de como funciona uma redacção e seis meses aqui na SIC os estagiários têm a oportunidade de fazer tudo e se chegar a um certo ponto inclusive fazer reportagem. Nós oferecemos um programa completíssimo e qualquer pessoa que saia daqui ao fim deste tempo sabe como funciona uma redacção e está apta a funcionar nessa redacção, já pode dizer no curricul que sabe montar, provavelmente sabe filmar, escrever para o on-line, manejar vídeo e sai daqui com esse curriculum completo.</p>
<p> <strong>Como é que vêm os estagiários preparados, normalmente?</strong><br />
Normalmente vêm muito mal preparados e lembro-me de ter recebido aqui uma série de candidatos que já sabiam montar, filmar e esses claro que entram, porque esses já têm à partida, em relação aos colegas de outras universidades, metade do caminho andado em relação áquilo que vão aproveitar na minharedacção e que vão aprender. Uma pessoa que entra aqui e não sabe bem ligar e desligar uma câmara é óbvio que está em desvantagem em relação a uma pessoa que já sabe fazer alguma coisa, tudo isso conta, porque é menos tempo que vocês estagiários vão perder na redacção, porque há um B.A.BA que vocês já sabem fazer. Contudo qualquer pessoa que sai daqui está apta a trabalhar numa redacção e começar a funcionar.</p>
<p><strong>Um bom jornalista tem de ter determinados valores e critérios. Que valores são aceites aqui na SIC para poder trabalhar neste meio?</strong><br />
O valor que a SIC aceita e como qualquer um gostava de ter e quer ter e procura ter é honestidade. Honestidade pessoal é uma coisa que é importantissima, isso aplica-se a todas as empresas. A nível de qualificações, saber mexer, quanto mais souber melhor, imaginação, persistência, iniciativa, porque isto é uma profissão muito dura e para uma pessoa entrar e permanecer é muito complicado. Televisão é talvez a mais dificil de elas todas, porque a qualidade das pessoas que aqui estão, a limitação de tempo de antena que nós temos, o facto de que não pode entrar tudo no ar é muito muito complicado. A concorrência é brutal, uma pessoa que não tem iniciativa e que está dependente do editor ou de alguém para lhe dar trabalho não vai vingar. Uma pessoa ou tem iniciativa, ideias e vontade constante de aperfeiçoar, se não não consegue. Ver como as outras televisões estrangeiras fazem, ver como faz a concorrêcia, porque é que eles fazem assim, porque que é que a peça é contruida daquela maneira, porque é que isto funciona ou não funciona, é uma auto-crítica constante e especialmente se nós vivemos neste momento numa altura em que a evolução tecnológica é de tal maneira rápida que nós temos de ser polivalentes, porque um jornalista na vossa idade tem de procurar ser polivalente. Nenhum patrão de televisão vai dar um trabalho a uma pessoa que é boa jornalista, tem de ter muito mais. Como a tecnologia actualmente é muito fácil não há razões para as pessoas não saberem fazer isso, portanto a polivalência é também uma das coisas que vai ser importantissima e que está a começar a ser requisito para se entrar numa redacção.</p>
<p><strong> O que é que a SIC espera dos futuros jornalistas?</strong><br />
A mesma coisa que a gente espera de nós próprios, que façamos jornalismo com qualidade, inovador e que atraia os telespectadores. Não nos podemos esquecer que somos uma televisão comercial e que temos que atrair telespectadores. Não vale a pena estarmos a fazer jornalismo muito bonito, puro e isento se ninguém depois vê, nós temos uma audiência, temos que servir a nossa audiência. O que se estabelece todos os dias em cada peça é até que ponto isto é uma peça que agarra as pessoas televisivamente ou até que ponto é que isto é uma peça que não tem lugar na informação. Mas o que nós esperamos dos jornalistas do futuro é que façam mais e façam melhor, porque com as ferramentas que vocês vão ter para trabalhar são muito melhores que as ferramentas que eu tinha e vai ser muito mais fácil fazer coisas inovadoras e mais atraentes do que nós temos neste momento. Uma pessoa com uma cabeça aberta para as novas tecnologias, nomeadamente no que diz respeito ao vídeo.</p>
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		<title>ENTREVISTA &#8211; FRANCISCO SARSFIELD CABRAL</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 19:22:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<h3>“Queremos que as pessoas sejam bons profissionais, boas pessoas, e façam bom Jornalismo”</h3>
<p>Numa entrevista concedida ao Comunicamos TV, o director de informação da Rádio Renascença, Francisco Sarsfield Cabral, fala-nos da actualidade dos meios de comunicação social em Portugal, da actualidade da rádio, dos planos da Renascença para o presente e para o futuro, e ainda, o que no seu entender deve ter um futuro Jornalista, para ter sucesso na sua carreira profissional.</p>
<p><strong><a href="http://www.comunicamos.org/tv/?p=70">COMUNICAMOS TV</a></strong></p>
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		<title>ENTREVISTA &#8211; HENRIQUE MONTEIRO (EXPRESSO)</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 10:35:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
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		<title>ENTREVISTA COM ANA TORRES</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 10:33:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
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Ana Torres, assistente de marketing do Shopping Dolve Vita Douro, fala-nos um pouco de como é o trabalho de marketing numa empresa como um centro comercial.</p>
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		<pubDate>Tue, 20 May 2008 19:52:14 +0000</pubDate>
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		<pubDate>Fri, 09 May 2008 10:50:26 +0000</pubDate>
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		<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 22:35:08 +0000</pubDate>
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		<title>SECOND LIFE &#8211; POR LEONEL MORGADO</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 23:06:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
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