<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>COMUNICAMOS &#187; Ana Fernandes</title>
	<atom:link href="http://www.comunicamos.org/author/ana-fernandes/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.comunicamos.org</link>
	<description>By: João Simão</description>
	<lastBuildDate>Mon, 03 May 2010 11:09:22 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
		<item>
		<title>25 CONSELHOS PARA JORNALISTAS (tradução)</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/jornalismo/25-conselhos-para-jornalistas-traducao</link>
		<comments>http://www.comunicamos.org/jornalismo/25-conselhos-para-jornalistas-traducao#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 00:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>
		<category><![CDATA[OBSERVADOR]]></category>
		<category><![CDATA[WEB]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicamos.org/?p=5173</guid>
		<description><![CDATA[Os jornalistas estão a ficar cada vez mais preocupados com a sustentabilidade das suas carreiras. Os que não trabalham via on-line, ou seja, os que pertencem aos media tradicionais, ainda mais preocupados estão porque os últimos desenvolvimentos não prometem um futuro próspero. Mas apesar de todos os problemas os jornalistas serão sempre necessários. O jogo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os jornalistas estão a ficar cada vez mais preocupados com a sustentabilidade das suas carreiras. Os que não trabalham via on-line, ou seja, os que pertencem aos media tradicionais, ainda mais preocupados estão porque os últimos desenvolvimentos não prometem um futuro próspero. Mas apesar de todos os problemas os jornalistas serão sempre necessários. O jogo ainda não está terminado para os jornalistas, está apenas a modificar-se.</p>
<p style="text-align: justify;">Os jornalistas que pertencem aos media tradicionais terão de adquirir novas capacidades e adaptar-se às mudanças que esta industria tem ultrapassado.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que tudo trata-se de uma mudança cultural. Trata-se principalmente de um desafio à mentalidade da imprensa em formato papel. Não se está a falar somente dos jornalistas mais antigos mas também dos jovens que só agora terminaram os seus cursos e enveredaram para o mundo do jornalismo regional. Apesar da sua juventude, a verdade é que para muitos jovens a internet ainda é um território desconhecido á espera de ser descoberto: contudo cada vez mais e mais jornalistas acabarão por publicar os seus artigos via on-line, pelo que têm de se adaptar a esta nova tendência enquanto ainda têm a oportunidade de o fazer.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5173"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo dos anos tenho evangelizado a internet como um recurso que ajuda imenso os jornalistas, mas ainda há muitos que trabalham nos media tradicionais que olham para a internet com desconfiança: para estes o jornalismo só será considerado apropriado dentro dos moldes do jornalismo impresso.</p>
<p style="text-align: justify;">O jornalismo impresso não se cinge somente a texto, o seu formato permite adicionar imagens aos seus artigos. Que dizer agora da internet? Um artigo on-line pode incluir vídeo, áudio, galeria de imagens, links para adicionar mais informação ao artigo, a oportunidade de uma maior interactividade com os leitores e de resposta directa a partir dos comentários, e pode ser lido de diversos modos (on-line, RSS-Reader, ou através do telemóvel).</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando tudo o que já foi dito, agora os jornalistas têm de aprofundar e adquirir estas novas competências para assim garantir a sustentabilidade futura da profissão.<br />
Antecipo um futuro onde jornalistas serão capazes de conciliar as competências tradicionais do jornalismo e as novas competências que a internet exige. Um jornalista não estará limitado a escrever somente para uma plataforma.</p>
<p style="text-align: justify;">Seguem-se aqui algumas sugestões práticas para os jornalistas que queiram aprender estas novas competências que o mundo on-line exige, para assim verem expandidos os seus horizontes:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Crie um Blog.</strong> Publicar na internet costumava ser difícil mas as plataformas on-line evoluíram e nunca foi mais fácil do que agora. Experimente o <a id="aptureLink_pPWs5iVBLT" href="http://econsultancy.com/blog/4414-blogging-is-back-and-its-called-posterous">Posterous</a>, que permite publicar os seus posts via e-mail. Crie o seu próprio blog pessoal ainda hoje, ou ainda melhor um blog temático. Um blog será algo muito enriquecedor que o ajudará a ganhar reconhecimento. Com o Posterous estará a publicar os seus posts em menos de 5 minutos sem ser necessário registar-se ou fazer sign in.</li>
<li><strong>Colabore. </strong>Se está preocupado pelo facto de não ter tempo suficiente para manter o blog actualizado, porque não experimentar colaborar com outras pessoas, ou juntar-se a um blog ou publicação já existentes? Ajudará a aumentar a sua experiência, a enriquecer o seu currículo, e será útil para outras pessoas que vejam para melhorem as suas competências relativamente à internet. As pessoas conseguem alcançar muito mais quando trabalham juntas.</li>
<li><strong>Evidencie as suas capacidades.</strong> Poderá escolher não ter um blog, mas deveria ter o seu Portfólio disponível on-line. Evidencie as suas competências e sua experiência: faça links através do seu Portfolio on-line para o seu trabalho. Não há razões para não o fazer.</li>
<li><strong>Escreva acerca dos seus gostos (a sua paixão). </strong>Regressamos ao primeiro ponto, criar um blog. Há jornalistas que escrevem artigos sem estarem minimamente interessados nos assuntos que escrevem. Raramente as pessoas seguem jornalismo se não tiverem gosto pela escrita, porque não reencontrar outra vez esse gosto? O que o impede de escrever sobre algo de que realmente goste? Tente escrever sobre algo do seu interesse pelo menos uma vez por semana. Ajudará a construir o seu portfolio e sentir-se-á mais feliz no seu trabalho. Será capaz de expressar as suas opiniões e talvez arquitectar uma escapatória a um trabalho já gasto e dado por morto.</li>
<li><strong>Feeds FTW. </strong>Aprenda a organizar os seus temas, as suas histórias, as suas melhores fontes, palavras-chave e por daí em diante. Faça isso facilmente criando RSS Feeds para pesquisar em sites como o Google News, Twitter e Digg. Se ainda não está familiarizado com o RSS feeds subscrever conteúdos, verifique então o Google Reader e faça as notícias virem em direcção a si. Pode utilizar o <a id="aptureLink_ShLrWSYtdC" href="http://www.apple.com/uk/itunes/affiliates/download/?itmsUrl=itms%3A%2F%2Fax.itunes.apple.com%2FWebObjects%2FMZStore.woa%2Fwa%2FviewSoftware%3Fid%3D284946773%26mt%3D8%26ign-mscache%3D1">Byline app</a> (iTunes Link) para o iPhone se pretender ler artigos em off-line quando não puder navegar na internet.</li>
<li><strong>Adira ao Twitter.</strong> O <a id="aptureLink_gFd7o1Sej9" href="http://twitter.com/lakey">Twitter</a> é simplesmente uma câmara de eco protagonizada por milhares de pessoas. É absolutamente uma fonte de notícias mas não é jornalismo. Esse é o seu trabalho: validar as fontes e as constantes histórias e consequentemente desenterrar, dar vida às notícias. Siga aqueles que mais influenciam a comunidade Twitter e use esta rede social como um filtro. As pessoas irão retribuir-lhe o follow e poderá utilizar o twitter para ter uma maior consciência acerca do seu próprio trabalho.</li>
<li><strong>Produza os seus vídeos.</strong> É agora mais fácil do que nunca filmar e dar a conhecer os seus vídeos. Existem câmaras internas nos telemóveis e portáteis. Há câmaras de baixo preço como as Flip, que são vídeo câmaras interwebs, e câmaras HD também de baixo custo. Há sites de vídeo que ajudam a fazer o upload. Adicionar vídeo a um artigo on-line é muito simples. Os jornalistas que pertencem a jornais impressos, podem vir a descobrir que alguns artigos podem beneficiar bastante ao ter elementos multimédia como o vídeo. Tens a opção de publicar os teus artigos de forma mais rica.</li>
<li><strong>O telemóvel é realmente uma ferramenta muito útil e maravilhosa. </strong>Nunca foi tão fácil capturar ideias, construir artigos e publicar o conteúdo. Há tantas e úteis aplicações capazes de ajudar os jornalistas: o Audioboo, as aplicações do Dictaphone, as ferramentas do Workflow, as mensagens, a possibilidade de poderem capturar vídeo, de se poder também fazer anotações e muito mais. O telemóvel é realmente o melhor amigo do jornalista, o iPhone é simplesmente maravilhoso. Aprenda a tirar o melhor partido do seu telemóvel.</li>
<li><strong>O SEO é um acrónimo que deveria aprender. </strong>Significa “search engine optimisation” e é simplesmente a ciência de fazer com que os seus artigos estejam no lugar cimeiro do top do Google. Precisa de aprender como optimizar o seu trabalho no Google para dar o verdadeiro impulso. As notícias de hoje não são as notícias dos jornais baratos de amanhã: estarão sempre arquivadas no Google. No futuro os jornalistas que estiverem familiarizados com <a id="aptureLink_PxFO71e06W" href="http://econsultancy.com/blog/3701-working-words-how-to-write-for-seo">o SEO</a>, estarão em vantagem sobre aqueles que não estiverem familiarizados. Faça a sua pesquisa e descubra o que deseja classificar no Google. Assim que começar a ter sucesso nos motores de busca, irá entender o valor que as tags e o copywriting possuem.</li>
<li><strong>Aprenda a adorar os links. </strong>Os links são a força motriz que fazem o mundo online girar: são eles que fazem a escala do Google e providenciam o tráfego online. Saiba como escrever links de qualidade e preste atenção àqueles que visitam os seus links assiduamente.</li>
<li><strong>Tag, Tag, Tag. </strong>O Tag é óptimo e desempenha um papel importantíssimo nas pesquisas que se efectuam. Através do Tag torna-se mais fácil para as pessoas e para os motores de busca encontrarem os conteúdos online.</li>
<li><strong>Online Copywriting.</strong> Não é muito diferente do que offline Copywritting, mas novos aspectos a considerar. Aqui fica o <a id="aptureLink_LKWw37NlWR" href="http://econsultancy.com/blog/4299-the-a-to-z-of-online-copywriting">online copywriting de A a Z,</a> que dar-lhe-á o básico que necessita saber.</li>
<li><strong>Regras de legibilidade.</strong> Os jornalistas já se encontram familiarizados com as regras de escrita de Orwell, e devem também estar familiarizados com as regras de escrita para a Web. Os parágrafos enormes deixam de existir e o que se pretende são artigos pequenos e concisos: esta é uma característica que se está a transferir também para a escrita em geral sem ser só online.<br />
Não tenho bem a certeza se os artigos em formato lista, tal como este, serão particularmente uma boa coisa, mas as listas funcionam muito bem no estilo de escrita online porque são fáceis de entender e as pessoas aderem ao link porque sabem aquilo que vão encontrar. Dê às pessoas o que pretendem. Em qualquer ocasião descubra quais os formatos que melhor resultam online (há outros) e experimente também os formatos novos que vão surgindo.</li>
<li><strong>Ignore o tecnicismo excessivo nas palavras.</strong> Pode ter frases preenchidas com expressões como “social media” ou “Web 2.0”, mas alternativamente podem gerar o medo. Lembre-se de que algumas palavras demasiado tecnicistas sem haver a necessidade de tal podem ser mais insignificantes e desprovidas de sentido do que outras. Odeio o jargão mas também temos de ter em mente de que algo que soe mal ao nosso ouvido pode ter muita substância e por isso vale a pena investigar.</li>
<li><strong>Os exclusivos estão ultrapassados. </strong>Todos os jornalistas adoram dar uma notícia em primeira mão, mas uma notícia exclusiva não permanece exclusiva por muito tempo nos tempos que correm. A TMZ lançou o exclusivo sobre Michael Jackson, mas passada apenas uma hora já se podia observar no Google News mais de 1000 noticias sobre o mesmo assunto. Os exclusivos são óptimos para os links e para um maior crédito, mas os artigos de interpretação são igualmente importantes. Se não conseguir interpretar o conteúdo de um artigo fale com pessoas que o possam ajudar. Tente explicar o que não ficou tão claro e explicito para os leitores.</li>
<li><strong>A objectividade está demasiado credibilizada.</strong> Apenas uma pequena porção dos artigos publicados para as massas é que são realmente considerados objectivos. Os jornalistas até se podem esforçar para escreveram um artigo verdadeiramente objectivo, mas qualquer editor, para não mencionar também proprietários ou até publicitários influentes, podem transformar um artigo que vá para além da opinião. Talvez posicionar-se num destes lados seria o ideal, mas como é óbvio não funcionará para todos os tipos de artigos.</li>
<li><strong>A subjectividade é demais.</strong> Considerando o que foi dito no ponto acima, haverá um modo de treinar o cérebro para introduzir um pouco mais de opinião nas suas histórias? Pode ser que não lhe seja permitido fazer isso agora (crie um blog imediatamente) ou talvez o artigo em si não o permita, mas os meus escritores favoritos todos têm uma voz muito forte e são felizes por poder elevá-la ainda mais alto algumas vezes. Faça a sua visão das coisas ser ouvida, desenvolva a sua própria voz e não tenha medo por dar a conhecer a sua opinião. No fim de contas as opiniões podem colocá-lo dentro do campo de visão do radar e até conduzi-lo a um novo trabalho. Poderá de facto ser o <a id="aptureLink_T4DNPNhYvy" href="http://www.guardian.co.uk/media/greenslade/2009/aug/25/charging-for-content">futuro da indústria das notícias</a>.</li>
<li><strong>Participe. </strong>Seja visto, seja ouvido, comente, responda a comentários, dê a conhecer o seu nome. Deixe as pessoas saber que está interessado em desenvolver mais e mais os seus artigos mas aconteça o que acontecer, faça o que fizer, não tente inventar os factos.</li>
<li><strong>Oiça.</strong> Os escritores estão a tornar-se muito melhor ao interagir com os seus leitores, em escutar o que é dito. Muitos editores permitem agora que os leitores comentem os artigos, e até alguns meios de comunicação para massas, expõem os e-mails recebidos pelos autores dos artigos em causa em rodapés. Os leitores gostam de ser ouvidos e de comunicar directamente com os jornalistas, autores das notícias em causa. Desenvolva relações entre quem o lê e deixe as pessoas chamarem-no atenção para as notícias directamente.</li>
<li><strong>Notícias em tempo real. </strong>Nós estamos a dirigir-nos cada vez mais perto para o mundo do presente. As notícias são o agora. Observe a rapidez com que as notícias se espalham neste momento. É raro em que a primeira vez em que leia um grande artigo, esse mesmo artigo esteja publicado no jornal que sairá amanhã. Uma grande história não ficará despercebida por muito tempo. Não dê os seus artigos por terminados, actualize-os à medida que vai aprofundando mais o assunto (actualizar os artigos é uma grande vantagem quando se escreve para jornais on-line).</li>
<li><strong>Adira ao Crowdsourcing.</strong> Não acredito muito na chamada sabedoria da multidão, mas é certamente vantajoso pedir ajuda, trocar conhecimentos. Com certeza que outras pessoas ajudarão uma ideia ganhar pés e cabeça para assim poder tornar-se real.</li>
<li><strong>Network. </strong>Aproxime-se mais das pessoas! Crie relações online como na vida real. Desenvolva ligações e vá ao encontro das pessoas que ajudem os seus artigos ganharem vida com um comentário perspicaz. Reúna, adira a grupos influentes, siga pessoas interessantes, adira ao <a id="aptureLink_9eiCzgZwSR" href="http://www.linkedin.com/in/chrislake">Linkedin</a>, faça com que seja fácil as pessoas ligarem-se a si.</li>
<li><strong>Aprenda a ser poupado.</strong> Porque pagar por uma iStockPhoto para o uso de uma fotografia, quando pode utilizar o Flickr? Há milhares de fotografias com qualidade disponíveis que pode utilizar legalmente.</li>
<li><strong>Seja agnóstico em relação às plataformas de comunicação social. </strong>Tal como já foi mencionado há uma divisão que permanece entre os jornalistas que trabalham on-line e aqueles que trabalham dentro do jornalismo impresso. O jornalismo on-line ainda é visto com escárnio por parte dos media tradicionais. Um artigo não se torna bom somente porque aparece impresso! Os melhores jornalistas serão capazes de aplicar as suas capacidades em todas as plataformas.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Faça-o agora. </strong>Não adie. Não tema a internet. Não espere até o seu patrão lhe vir dizer que precisa de adquirir novas capacidades. Se tem uma barreira mental e continua mergulhado no mundo offline, dê uma chapada na sua cara, beba uma bebida forte e esqueça o relógio. Esqueça o dia de ontem, não há nenhum tempo como o presente. Abrace o que está ao seu alcance, ser um jornalista flexível, e use as ferramentas adequadas para a sua profissão. Prometo que não irá custar nada!</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Artigo original publicado <a href="http://econsultancy.com/blog/4507-25-things-journalists-can-do-to-future-proof-their-careers" target="_blank">aqui</a> por <a href="http://econsultancy.com/directories/members/chris-lake" target="_blank">Chris Lake</a> editor chefe da Econsultancy, empresário e utilizador de longo tempo da Internet. Pode segui-lo no <span id="apture_prvw1" class="aptureLink "><span class="aptureLinkIcon" style="background-position: right -1149px;"> </span><a class="aptureLink snap_noshots" href="http://twitter.com/lakey">twitter</a></span> ou via <span id="apture_prvw2" class="aptureLink "><span class="aptureLinkIcon" style="background-position: right -1149px;"> </span><a class="aptureLink snap_noshots" href="http://www.linkedin.com/in/chrislake">Linkedin</a></span>.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<h6 style="text-align: justify;">Fonte original: <a id="aptureLink_PKErkiyMaN" href="http://econsultancy.com/blog/4507-25-things-journalists-can-do-to-future-proof-their-careers">www.econsultancy.com</a><br />
Via:<a id="aptureLink_mUCHYP4QQg" href="http://ciberjornalismo.com/pontomedia/?p=3636">Ponto Media</a></h6>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.comunicamos.org/jornalismo/25-conselhos-para-jornalistas-traducao/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>MANUAL DE JORNALISMO DA REUTERS DISPONÍVEL NA INTERNET</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/observador/manual-de-jornalismo-da-reuters-disponivel-na-internet</link>
		<comments>http://www.comunicamos.org/observador/manual-de-jornalismo-da-reuters-disponivel-na-internet#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 11:58:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[OBSERVADOR]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicamos.org/?p=5065</guid>
		<description><![CDATA[Numa tentativa de fomentar uma relação mais transparente com os seus leitores, a Reuters disponibilizou o seu manual de jornalismo que serve como guia aos profissionais que trabalham para a agência, gratuitamente na Internet. Sem dúvida é uma grande ajuda para os estudantes de jornalismo e para aqueles que estão a dar os seus primeiros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa tentativa de fomentar uma relação mais transparente com os seus leitores, a Reuters disponibilizou o seu <a id="aptureLink_nPQsIgqq4z" href="http://handbook.reuters.com/index.php/Main_Page?rpc=21">manual de jornalismo </a>que serve como guia aos profissionais que trabalham para a agência, gratuitamente na Internet. </p>
<p>Sem dúvida é uma grande ajuda para os estudantes de jornalismo e para aqueles que estão a dar os seus primeiros passos enquanto profissionais da área.<br />
Segundo Dean Wright, editor mundial de Inovação e Padrões de Notícias da agência Britânica “Trata-se de um bom ponto de partida para os novos jornalistas”: salienta ainda que uma das razões para a publicação do manual também se prende com facto da Reuters servir uma audiência global e ser constituída por jornalistas de diferentes culturas.</p>
<p>Este Manual é constituído por várias secções como <a id="aptureLink_T7OivqXjXq" href="http://handbook.reuters.com/index.php/Standards_and_Values?rpc=21">os padrões e valores que um bom jornalista da Reuters deve seguir</a>, <a id="aptureLink_mwhIxjePSv" href="http://handbook.reuters.com/index.php/Standards_and_Values?rpc=21">os 10 mandamentos dos jornalistas da Reuters</a>, <a id="aptureLink_IwU1dZ9n32" href="http://handbook.reuters.com/index.php?title=A&amp;rpc=21">o manual de redacção de A-a-Z</a>, <a id="aptureLink_7ErTyqG2NR" href="http://handbook.reuters.com/index.php/Sports_Style_Guide?rpc=21">o manual de redacção desportivo</a>, <a id="aptureLink_0HBnyiR7Eq" href="http://handbook.reuters.com/index.php?title=A_Guide_to_Reuters_Operations_-_text%2C_pictures_and_video_news&amp;rpc=21">um guia das operações da Reuters</a>, e uma <a id="aptureLink_F3MEXKQtCl" href="http://handbook.reuters.com/index.php/Specialised_Guidance?rpc=21">secção de orientação especializada </a>que fala de temas como a atribuição das fontes, os perigos legais, o uso da internet nas reportagens e como reagir perante ameaças ou reclamações. </p>
<p>Mindy Mcadams, professora de jornalismo, investigadora de recursos on-line e autora do blog <a id="aptureLink_KMiD8djnnt" href="http://mindymcadams.com/tojou/">Teaching on-line Journalism</a>, já felicitou a iniciativa da Reuters e dá especial destaque à secção Guiões para televisão (<a id="aptureLink_fZASbDjsrw" href="http://handbook.reuters.com/index.php/Television_Scripts?rpc=21">television scripts</a>) composta pelas secções, <a id="aptureLink_bSgd9126Zh" href="http://handbook.reuters.com/index.php/Television_Scripts#Write_to_Pictures?rpc=21">Write to pictures</a>, <a id="aptureLink_fRgq14TRUT" href="http://handbook.,reuters.com/index.php/Television_Scripts#Story_Structure?rpc=21">Story structure</a>, <a id="aptureLink_YnWIaTOa7R" href="http://handbook.reuters.com/index.php/Television_Scripts#Ten_key_words_approach?rpc=21">10 key words Appproach</a>, <a id="aptureLink_qbtpb22hpW" href="http://handbook.reuters.com/index.php/Television_Scripts#What_is_the_story.3F?rpc=21">What Is the story?</a> e  <a id="aptureLink_wq61wQQRBW" href="http://handbook.reuters.com/index.php/Television_Scripts#Shooting_Soundbites?rpc=21">Shooting Soundbites</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.comunicamos.org/observador/manual-de-jornalismo-da-reuters-disponivel-na-internet/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>CINCO ASPECTOS QUE AINDA IMPORTAM NUMA ENTREVISTA (tradução)</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/observador/cinco-aspectos-que-ainda-importam-numa-entrevista-traducao</link>
		<comments>http://www.comunicamos.org/observador/cinco-aspectos-que-ainda-importam-numa-entrevista-traducao#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 13:48:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[OBSERVADOR]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicamos.org/?p=5020</guid>
		<description><![CDATA[Encontra-se no site scoopingthenews o texto Five interviewing skills that still matter . Este texto encontra-se repleto de óptimas dicas e é bastante interessante para estudantes de jornalismo. Tomai a liberdade de o traduzir para Português para o artigo se tornar acessível a todos os interessados que queiram realizar boas entrevistas. Cinco características que ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Encontra-se no site <a id="aptureLink_0aa75YHWFy" href="http://www.scoopingthenews.com/">scoopingthenews</a> o texto <a id="aptureLink_tlsTmjixxN" href="http://www.scoopingthenews.com/2009/07/five-interviewing-skills-that-still.html">Five interviewing skills that still matter </a> .<br />
Este texto encontra-se repleto de óptimas dicas e é bastante interessante para estudantes de jornalismo. Tomai a liberdade de o traduzir para Português para o artigo se tornar acessível a todos os interessados que queiram realizar boas entrevistas.</p>
<h3 style="text-align: center;"><strong>Cinco características que ainda importam numa entrevista</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>1-Sempre que possa o jornalista deve colocar as suas questões directamente ao entrevistado.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em alguns casos, quando o entrevistado vive longe da nossa área de habitação e há prazos para cumprir, os jornalistas recorrem ao e-mail ou telefone para colocarem as suas perguntas. Não podemos esquecer porém que quando o entrevistado se encontra na presença do jornalista, torna-se mais fácil para este colocar questões que possam surgir durante o decurso da entrevista devido às respostas do entrevistado: para além disso há a oportunidade do jornalista poder observar com mais atenção as respostas em vez de se limitar a gravá-las.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2-Deve-se utilizar todos os meios tecnológicos disponíveis para alcançar as fontes a entrevistar.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma entrevista conduzida cara-a-cara é o ideal, porém, como já foi visto, nem sempre é possível: quando se dá o caso devemos lembrar-nos de que há várias maneiras que podemos utilizar para comunicar com alguém. O Facebook, o Twitter ou até o e-mail, constituem óptimos meios para se poder contactar com a pessoa que o jornalista pretende entrevistar.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5020"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3-Não se deve depender somente de um gravador para gravar citações.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O gravador é um aparelho muito útil para o jornalista poder utilizar posteriormente as citações do entrevistado quando chega a hora de redigir o artigo ou a entrevista em causa, mas não podemos depender somente de um gravador. Como se trata de um aparelho tecnológico pode avariar quando mais se precisa dele, ou acontecer um problema técnico qualquer que possa inviabilizar a sua utilização no momento. Ainda é aconselhável um jornalista tirar as suas próprias anotações, utilizando um pequeno bloco de notas onde possa escrever. Se algum problema acontecer com o gravador, o jornalista deve ter sempre um plano de recurso para obter as respostas do entrevistado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4-Um bom Jornalista pesquisa sempre antes das suas entrevistas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um péssimo jornalista é aquele que não se encontra informado. Um bom jornalista não deve de maneira nenhuma aventurar-se numa entrevista sem primeiro ter pesquisado algo sobre os tópicos que irão ser abordados: estar pelo menos minimamente familiarizado com os tópicos da entrevista é importante para o sucesso da mesma, mas principalmente para a reputação do próprio jornalista. Assim que a falta de preparação se torne notória para as fontes, estas perderão imediatamente o respeito pela pessoa que as entrevista.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5-Na entrevista o Jornalista não deve prender-se a um guião.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As melhores entrevistas são aquelas em que notícias novas e frescas vêm ao de cima por causa de uma boa questão. No decorrer da entrevista o jornalista pode perceber que há certas perguntas que se tornam preponderantes consoante as respostas dadas pelo seu entrevistado: deve então aproveitar essa oportunidade para as colocar e uma novidade em primeira-mão pode sair para fora. É sempre óptimo construir uma espécie de guião onde se encontram as perguntas que iremos fazer e a sua ordem determinada, porém deve-se explorar mais as respostas dos entrevistados.</p>
<h6 style="text-align: justify;">Fonte:<a id="aptureLink_haWcFxXbqg" href="http://www.scoopingthenews.com/2009/07/five-interviewing-skills-that-still.html">scoopingthenews.com</a></h6>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.comunicamos.org/observador/cinco-aspectos-que-ainda-importam-numa-entrevista-traducao/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>CANAL DE VÍDEO PARA FORMAR JORNALISTAS NO YOUTUBE</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/observador/canal-de-video-para-formar-jornalistas-no-youtube</link>
		<comments>http://www.comunicamos.org/observador/canal-de-video-para-formar-jornalistas-no-youtube#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 13:37:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[OBSERVADOR]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicamos.org/?p=4999</guid>
		<description><![CDATA[Já se encontra disponível no YouTube um canal de vídeo exclusivamente concebido para Jornalistas profissionais, estudantes de jornalismo, ou para aqueles que têm gosto em praticar o Jornalismo do cidadão. Profissionais de sucesso do Jornalismo Americano como Bob Woodward, conhecido pela cobertura do caso Watergate na década de 70, Katie Couric, apresentadora do telejornal Evening [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já se encontra disponível no <a id="aptureLink_gyWLLlA7Bp" href="http://www.youtube.com/">YouTube</a> um <a id="aptureLink_tsNHvT9Ti5" href="http://www.youtube.com/reporterscenter">canal de vídeo </a>exclusivamente concebido para Jornalistas profissionais, estudantes de jornalismo, ou para aqueles que têm gosto em praticar o Jornalismo do cidadão.</p>
<p>Profissionais de sucesso do Jornalismo Americano como <a id="aptureLink_et1wZT9ETT" href="http://www.aeispeakers.com/images/headshots/Woodward-Bob.jpg">Bob Woodward</a>, conhecido pela cobertura do caso Watergate na década de 70, <a id="aptureLink_vIaMJIa8Wb" href="http://static.flickr.com/3042/2745470542_493cd60bc1.jpg">Katie Couric</a>, apresentadora do telejornal Evening News da CBS, ou <a id="aptureLink_sj6GWObpve" href="http://static.flickr.com/3185/3018740818_710c88011a.jpg">Arianna Huffington</a>, fundadora do <a id="aptureLink_V8E9LGKYwH" href="http://www.huffingtonpost.com/">Huffington Post</a>, apresentam pequenos vídeos de 3 a 5 minutos onde abordam temas como a <a id="aptureLink_07q84z08Ui" href="http://www.youtube.com/reporterscenter#play/favorites/1/VVKGUctuoXE">investigação no jornalismo</a>, <a id="aptureLink_TEO0XFCFB0" href="http://www.youtube.com/reporterscenter#play/favorites/0/4eOynrI2eTM">como se deve dirigir uma entrevista </a>e o <a id="aptureLink_Vq8bOYuLQ7" href="http://www.youtube.com/reporterscenter#play/favorites/5/udJ0SVkuK44">Jornalismo do cidadão.</a></p>
<p>O Jornalista <a id="aptureLink_UmuNm9pcDQ" href="http://www.smu.edu/newsinfo/events/images/nicholas-kristof-sm2.jpg">Nicholas Kristof </a>do jornal New Yourk Times também se encontra presente neste canal através de vários tutoriais onde explica o que se deve fazer em zonas de conflito para <a id="aptureLink_DuxxId7vUh" href="http://www.youtube.com/reporterscenter#play/favorites/2/SVVdH8n5470">os jornalistas se manterem em segurança.</a></p>
<p>Tal como Olivia Ma, gerente de notícias do canal, explica, este espaço permite “compartilhar o conhecimento com jornalistas-cidadãos em todo o mundo” e pioneiramente permitir uma troca directa de impressões entre os repórteres e os seus espectadores, uma vez que qualquer internauta poderá fazer o upload dos seus vídeos.</p>
<p>Fonte: <a id="aptureLink_AKkJpBh5vA" href="http://www.convergemagazine.com.br/?p=3965">www.convergemagazine.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.comunicamos.org/observador/canal-de-video-para-formar-jornalistas-no-youtube/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>MEIOS DE COMUNICAÇÃO AGUARDAM DECRÉSCIMO DO VOLUME DE NEGÓCIOS.</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/observador/meios-de-comunicacao-aguardam-decrescimo-do-volume-de-negocios</link>
		<comments>http://www.comunicamos.org/observador/meios-de-comunicacao-aguardam-decrescimo-do-volume-de-negocios#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 15:46:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[OBSERVADOR]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicamos.org/?p=4914</guid>
		<description><![CDATA[Os órgãos de Comunicação Social prevêem um forte decréscimo do volume de negócios ainda para 2009 e quebras significativas na rádio e imprensa em 2010. Segundo revela o DN TV &#38; Media foi esta a conclusão de um estudo realizado pela consultora Deloitte. O momento particularmente difícil que o sector da comunicação atravessa pode ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os órgãos de Comunicação Social prevêem um forte decréscimo do volume de negócios ainda para 2009 e quebras significativas na rádio e imprensa em 2010. Segundo revela o DN TV &amp; Media foi esta a conclusão de um estudo realizado pela consultora Deloitte.</p>
<p style="text-align: justify;">O momento particularmente difícil que o sector da comunicação atravessa pode ser explicado tanto pela crise económico-financeira como pela queda abrupta do investimento publicitário. Esta situação afigura-se mais grave para a rádio e principalmente para a imprensa que registou um decréscimo de 20 por cento, a preço de tabela, no primeiro trimestre de 2009: segundo Hugo Dias, manager da Deloitte na área de consultoria de Tecnologia, Media e Telecomunicações (TMT), tal significa que “na realidade, a quebra foi maior”.</p>
<p style="text-align: justify;">A Televisão paga e a Internet não estão a ser afectadas por esta quebra, aliás espera-se um aumento do volume de negócios tanto este ano como para 2010. Segundo Hugo Dias “O investimento publicitário nos canais de cabo aumentou 6% no primeiro trimestre deste ano, o número de horas visionadas cresceu 10% e o acréscimo de assinantes ascendeu a 12%”.<span id="more-4914"></span></p>
<p style="text-align: justify;">49 por cento das empresas de comunicação que foram inquiridas para o estudo<br />
TMT Predictions Portugal &#8211; 2009/2010, ontem revelado, salientaram a importância de reformular o modelo de negócio e implementar programas estruturantes de redução de custos.</p>
<p style="text-align: justify;">Várias empresas já reagiram com planos de redução de custos, despedimentos de funcionários e o encerramento dos títulos menos rentáveis, contudo novas tendências avistam-se no horizonte para o próximo ano e meio	. “Com base no feedback que recebemos, as medidas estruturantes que devem marcar o futuro próximo desta actividade passam pela centralização de custos: unificação de redacções, online e offline, e a criação de núcleos especializados em determinados temas a produzir para multimarcas e multimeios&#8221;, assim explicou Hugo Dias ao DN TV &amp; MEDIA.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.comunicamos.org/observador/meios-de-comunicacao-aguardam-decrescimo-do-volume-de-negocios/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>JOSÉ ALBERTO CARVALHO CONSIDERA ABSURDO IR A PARLAMENTO PELA TERCEIRA VEZ.</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/observador/jose-alberto-carvalho-considera-absurdo-ir-a-parlamento-pela-terceira-vez</link>
		<comments>http://www.comunicamos.org/observador/jose-alberto-carvalho-considera-absurdo-ir-a-parlamento-pela-terceira-vez#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 15:38:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[OBSERVADOR]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicamos.org/?p=4911</guid>
		<description><![CDATA[Em declarações à agência Lusa o director de informação da RTP, José Alberto Carvalho, considera “estranho e absurdo” ser chamado pela terceira vez ao Parlamento a fim de esclarecer os critérios editoriais da estação: afirma ainda que se trata de um caso inédito em toda a Europa. Agostinho Branquinho, actual deputado do Partido Social-democrata, referiu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em declarações à agência Lusa o director de informação da RTP, José Alberto Carvalho, considera “estranho e absurdo” ser chamado pela terceira vez ao Parlamento a fim de esclarecer os critérios editoriais da estação: afirma ainda que se trata de um caso inédito em toda a Europa.</p>
<p>Agostinho Branquinho, actual deputado do Partido Social-democrata, referiu ontem no Parlamento, em tom acusatório, que a RTP está a ser instrumentalizada pelo Governo e pelo Partido Socialista: afirmou ainda em conferência de imprensa que o PSD usou um direito de agendamento para impor a audição a José Alberto Carvalho.</p>
<p>Segundo avança o DN TV&#038; Media, a acusação de Branquinho baseia-se nos relatórios da ERC acerca do pluralismo político-partidário no serviço público de televisão efectuados em 2006, 2007 e 2008. José Alberto Carvalho respondeu à Lusa que “Se o deputado Agostinho Branquinho se refere ao relatório da ERC, terei todo o prazer em elucidar pela terceira vez qual a posição da RTP em relação a esta matéria”.</p>
<p>O deputado do PSD, referiu ainda que o quadro de referência sobre o tempo que o noticiário da estação pública deve dedicar ao Governo e aos restantes partidos políticos, “foi consensualmente acordado entre partidos políticos com assento parlamentar, a ERC e a própria RTP”. O director de informação da estação publica desmente esta afirmação, &#8220;A RTP concordou com 50 por cento de notícias para o Governo e 50 por cento para a oposição&#8221;.</p>
<p>Quanto às acusações de silenciamento do Canal, José Alberto Carvalho desafiou Branquinho a apontar quais os acontecimentos relativos ao partido laranja que não tiveram a devida cobertura pela RTP. </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.comunicamos.org/observador/jose-alberto-carvalho-considera-absurdo-ir-a-parlamento-pela-terceira-vez/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>PRÉMIO DE JORNALISMO, DIREITOS HUMANOS &amp; INTEGRAÇÃO</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/observador/4866</link>
		<comments>http://www.comunicamos.org/observador/4866#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 22:20:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[OBSERVADOR]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicamos.org/?p=4866</guid>
		<description><![CDATA[A Comissão Nacional da UNESCO (CNU), o Gabinete para os Meios de Comunicação Social (GMCS), e o Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI) irão atribuir pela 2ª vez o prémio de Jornalismo “DIREITOS HUMANOS &#38; INTEGRAÇÃO” O objectivo desta iniciativa será premiar o melhor trabalho do ano de 2008 efectuado por profissionais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.comunicamos.org/wp-content/uploads/2009/06/direitos20humanos-premio20site_1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4878" title="direitos20humanos-premio20site_1" src="http://www.comunicamos.org/wp-content/uploads/2009/06/direitos20humanos-premio20site_1.jpg" alt="" width="280" height="153" /></a>A Comissão Nacional da UNESCO (CNU), o Gabinete para os Meios de Comunicação Social (GMCS), e o Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI) irão atribuir pela 2ª vez o prémio de Jornalismo “DIREITOS HUMANOS &amp; INTEGRAÇÃO”</p>
<p>O objectivo desta iniciativa será premiar o melhor trabalho do ano de 2008 efectuado por profissionais da área da comunicação Social pela sua promoção para a defesa dos direitos humanos e integração bem como para a protecção, incremento e consciencialização da diversidade e diálogos interculturais.</p>
<p>Segundo o site da GMCS, as modalidades contempladas pelo prémio são as seguintes:</p>
<p><em>Um Prémio do Diálogo Intercultural, no valor de 5.000 Euros, a atribuir ao melhor trabalho sobre esta temática, publicado na imprensa ou difundido na rádio ou nos meios audiovisuais.</em></p>
<p><em>Três Prémios, no valor de 3.000 Euros cada, a atribuírem aos melhores trabalhos sobre a temática geral dos direitos humanos e integração, nas seguintes categorias: imprensa, rádio e meios audiovisuais.</em></p>
<p>As candidaturas começaram no dia 18 de Maio e irão terminar no dia 31 de Julho deste ano: estas devem ser entregues por correio ou então podem também ser entregues pessoalmente através deste endereço:</p>
<p><em>Prémio de Jornalismo &#8220;Direitos Humanos &amp; Integração&#8221;<br />
Comissão Nacional da UNESCO<br />
Rua Latino Coelho, n.º 1<br />
Edifício Aviz, Bloco A1 &#8211; 10.º<br />
1050-132 Lisboa<br />
Tel. 21 356 63 10 / Fax. 21 356 63 19<br />
E-mail: premiodhi@unesco.pt</em></p>
<p><span id="more-4866"></span></p>
<p>Os trabalhos que o júri irá nomear irão ser conhecidos no mês de Novembro e os premiados serão divulgados no mês de Dezembro: irá ser realizada uma cerimónia pública em Lisboa onde os prémios irão ser entregues aos vencedores, aquando do aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos.</p>
<p>Pode aqui consultar o <a id="aptureLink_rclnbiNDA2" href="http://www.scribd.com/doc/16978691">Regulamento do Prémio</a>, <a id="aptureLink_sObM8kdBdK" href="http://www.scribd.com/doc/16978749">o Formulário de Candidatura Individual</a>, e o <a id="aptureLink_FBkWpvRJYL" href="http://www.scribd.com/doc/16978787">Formulário da Candidatura Colectiva</a>.</p>
<p>Para mais esclarecimentos deve contactar as entidades promotoras do prémio: os contactos estão disponíveis nos seus respectivos sites</p>
<p><a id="aptureLink_sJCfr1L2FZ" href="http://www.acidi.gov.pt">www.acidi.gov.pt </a> <a id="aptureLink_YjgQT80GDR" href="http://www.unesco.pt">www.unesco.pt </a> <a id="aptureLink_NxyvFSithB" href="http://www.gmcs.pt">www.gmcs.pt</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.comunicamos.org/observador/4866/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>DIMINUIÇÃO DAS VENDAS DOS DIÁRIOS GENERALISTAS</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/observador/diminuicao-das-vendas-dos-diarios-generalistas</link>
		<comments>http://www.comunicamos.org/observador/diminuicao-das-vendas-dos-diarios-generalistas#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 21:59:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[OBSERVADOR]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicamos.org/?p=4862</guid>
		<description><![CDATA[Houve uma diminuição geral das vendas dos diários generalistas durante os primeiros quatro meses de 2009: segundo avança o DN TV&#38; Media os meses de Março e Abril vieram reforçar esta quebra. Atendendo ao relatório da Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragens e Circulação (APCT), o Diário de Notícias foi o jornal mais afectado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Houve uma diminuição geral das vendas dos diários generalistas durante os primeiros quatro meses de 2009: segundo avança o DN TV&amp; Media os meses de Março e Abril vieram reforçar esta quebra.</p>
<p>Atendendo ao relatório da Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragens e Circulação (APCT), o Diário de Notícias foi o jornal mais afectado por esta tendência com menos de 4.700 exemplares vendidos entre Janeiro e Abril deste ano.</p>
<p>Esta quebra de vendas foi sentida por todos os diários generalistas do mercado português: segundo avança o DN TV&amp;MEDIA, o Público apresentou uma descida de 6,7 por cento embora a diminuição das suas vendas não demonstrassem uma grande diferença no mês de Janeiro deste ano, com 36 mil exemplares vendidos.</p>
<p><span id="more-4862"></span></p>
<p>O Jornal de Notícias também não foi excepção, embora tenha sido o título que sentiu menos esta quebra, as vendas caíram para menos de 93 mil exemplares em Abril.</p>
<p>Quem lidera os diários generalistas é o Correio da Manhã, contudo a sua circulação desceu para 2,7 por cento com uma média de 117 mil unidades e no mês de Março 111 mil.</p>
<p>O diário 24 Horas também não ficou impune, as vendas deste jornal caíram 8,1 por cento que representam 32.914 unidades: no mês de Abril as vendas do jornal diminuíram de 33 mil exemplares para os 30 mil.</p>
<p>Quanto ao Diário I, ainda não consta neste relatório realizado pela APCT.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.comunicamos.org/observador/diminuicao-das-vendas-dos-diarios-generalistas/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>COFINA PRETENDE ASSUMIR POSIÇÃO DE CONTROLO NA MEDIA CAPITAL</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/observador/cofina-pretende-assumir-posicao-de-controlo-na-media-capital</link>
		<comments>http://www.comunicamos.org/observador/cofina-pretende-assumir-posicao-de-controlo-na-media-capital#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 14:16:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[OBSERVADOR]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicamos.org/?p=4777</guid>
		<description><![CDATA[A Cofina pretende comprar a participação maioritária na Media Capital, assim afirma o Jornal Público. Segundo o mesmo jornal, a empresa detentora do Correio da Manhã, Jornal de Negócios e o Record, não está interessada nos 30 por cento da Media Capital, que estão neste momento livres graças à quebra do negócio com a PT. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Cofina pretende comprar a participação maioritária na Media Capital, assim afirma o Jornal Público.</p>
<p>Segundo o mesmo jornal, a empresa detentora do Correio da Manhã, Jornal de Negócios e o Record, não está interessada nos 30 por cento da Media Capital, que estão neste momento livres graças à quebra do negócio com a PT.</p>
<p>Segundo o que as fontes oficiais da Prisa revelaram à agência Lusa “Nunca estivemos interessados em comprar 30 por cento da Media Capital. Estamos interessados em comprar posições de controlo, participações maioritárias, e não participações minoritárias&#8221;. </p>
<p>As mesmas fontes avançaram ainda que a Cofina poderá estar interessada em adquirir a Media Capital na sua totalidade “Se a Prisa quiser vender toda a Media Capital, a Cofina pode olhar para o dossier”</p>
<p>Entretanto José Sócrates falou esta manhã com a administração da Portugal Telecom a fim de comunicar que se opõe à compra dos 30 por cento da Media Capital pela PT.</p>
<p>&#8220;O Governo decidiu hoje falar esta manhã com a administração da PT para comunicar que se oporá a que esse negócio possa ser feito. Demos já essa orientação aos representantes do Estado na empresa. Compreendemos o interesse empresarial da PT mas esperamos que possa prosseguir esse interesse de outra forma, porque o Governo não quer que haja a mínima suspeita de que esta compra de parte da TVI se destina a qualquer alteração na sua linha editorial&#8221;. Declaração prestada por José Sócrates, o Primeiro-Ministro.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.comunicamos.org/observador/cofina-pretende-assumir-posicao-de-controlo-na-media-capital/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>30 COISAS QUE OS ESTUDANTES DE JORNALISMO PODEM FAZER ESTE VERÃO</title>
		<link>http://www.comunicamos.org/jornalismo/30-coisas-que-os-estudantes-de-jornalismo-podem-fazer-este-verao</link>
		<comments>http://www.comunicamos.org/jornalismo/30-coisas-que-os-estudantes-de-jornalismo-podem-fazer-este-verao#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 23:25:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>
		<category><![CDATA[WEB]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicamos.org/?p=4749</guid>
		<description><![CDATA[Poderias passar este Verão ao sol para obteres um bronzeado magnífico de fazer inveja a qualquer um. Em vez disso, poderias aproveitar esse tempo para chegares ao mesmo nível de milhares de jornalistas formados que competem por um emprego na sua área ? o jornalismo. Usa a lista que se segue para desenvolveres as tuas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Poderias passar este Verão ao sol para obteres um bronzeado magnífico de fazer inveja a qualquer um. Em vez disso, poderias aproveitar esse tempo para chegares ao mesmo nível de milhares de jornalistas formados que competem por um emprego na sua área ? o jornalismo.</p>
<p>Usa a lista que se segue para desenvolveres as tuas capacidades jornalísticas, e claro, tenta sempre ir mais além.</p>
<ol>
<li>Cria um blog e actualiza-o pelo menos duas vezes por semana;</li>
<li>Se já tens um blog coloca os posts no twitter: convém que sejam submetidos pelo menos a 20   retweets;</li>
<li>Fotografa 100 fotografias com boa qualidade e coloca-as no<a href="http://www.flickr.com/" target="_blank"> Flickr</a>;</li>
<li>Segue pelo menos 50 <a href="http://www.10000words.net/2008/08/10-journalists-you-should-follow-on.html" target="_blank">jornalistas no twitter</a> que te retribuirão o Follow;</li>
<li>Torna-te parte do <a href="http://mps-expenses.guardian.co.uk/" target="_blank">projecto Crowdsourcing</a>;</li>
<li>Melhora pelo menos cinco entradas no Wikipédia;</li>
<li>Cria um Slideshow áudio usando o <a href="http://www.soundslides.com/" target="_blank">Soundslides</a>;</li>
<li>Filma e edita vídeos de três minutos e publica-o no <a href="http://www.youtube.com" target="_blank">Youtube</a>;</li>
<li>Faz o design de um website a partir do zero através do HTML e CSS;</li>
<li>Inicia e mantém uma conta no <a href="http://delicious.com/" target="_blank">Delicious</a> com 50 links que aches interessantes;</li>
<li>Cria um <a href="http://delicious.com/" target="_blank">Portfólio on-line</a>;</li>
<li>Familiariza-te pelo menos com mais dum estilo de blog (photoblogging, videoblogging, liveblogging);</li>
<li>Corta, redimensiona e retoca de forma correcta 50 fotos através de <a href="http://www.10000words.net/2008/07/21-free-online-photo-editing-tools.html" target="_blank">software próprio para a edição de fotografias</a>;</li>
<li>Inicia e cria o teu próprio Podcast;</li>
<li>Cria o teu profile no <a href="http://www.linkedin.com/" target="_blank">LinkedIn</a>;</li>
<li>Aprende a utilizar outro tipo de programação além do HTML (e.g. XML, PHP, MySQL);</li>
<li>Cria um avatar e utiliza-o em todos as redes sociais onde tens um profile;</li>
<li>Aprende a criar um <a href="http://multimedia.journalism.berkeley.edu/tutorials/flash-intro/" target="_blank">Slideshow básico em Flash</a>;</li>
<li>Subscreve pelo menos 25 blogs que não sejam sobre jornalismo utilizando o RSS reader;</li>
<li>Grava, edita e faz o embed, ou seja incorpora, um trecho de áudio de três minutos;</li>
<li>Entrevista dez pessoas utilizando um pequeno gravador de áudio que possas segurar na mão;</li>
<li>Entrevista dez pessoas e grava a entrevista com uma câmara de filmar;</li>
<li>Cria um map mashup através de um ficheiro que esteja em formato CSV;</li>
<li>Define os perfis que criaste nas redes sociais on-line para privado, ou então remove qualquer prova ilícita ou algo que te pareça suspeito;</li>
<li>Cria um projecto multimédia que incorpore vídeo, áudio e texto;</li>
<li>Cria um projecto em Flash que utilize o ActionScript 3.0;</li>
<li>Escreve um post e coloca-o no site <a href="http://www.digg.com/" target="_blank">Digg</a>: convém que seja submetido a 20 duggs;</li>
<li>Junta-te ou torna-te membro do grupo <a href="http://mediageeks.ning.com/" target="_blank">Wired Journalists</a>;</li>
<li>Frequenta workshops sobre multimédia ou então procura formação em conteúdos on-line;</li>
<li>Relembra-te a ti próprio(a) o motivo pelo qual queres ser jornalista.</li>
</ol>
<h6>FONTE ORIGINAL: <a href="http://www.10000words.net/2009/06/journalism-grads-30-things-you-should.html" target="_blank">www.10000words.net</a><br />
VIA <a href="http://ciberjornalismo.com/pontomedia/?p=3525" target="_blank">Ponto Media</a></h6>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.comunicamos.org/jornalismo/30-coisas-que-os-estudantes-de-jornalismo-podem-fazer-este-verao/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
